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Países brigam pelo segundo lugar no coração de Donald Trump

Ao longo de sua campanha presidencial, Donald Trump afirmou diversas vezes que colocaria os Estados Unidos em primeiro lugar na sua lista de prioridades. Um programa da Holanda, então, fez um vídeo mostrando as belezas do país que poderiam agradar Trump, em busca pela segunda posição na lista de preferências do novo presidente americano (tudo recheado de sátira). Em seguida, outros países entraram na brincadeira e fizeram vídeos nos mesmos moldes, tirando sarro dos próprios defeitos e preconceitos. Os brasileiros chegaram mais tarde, com uma zoada em Trump no programa “Tá no Ar“, da Rede Globo.

 

A Suíça, no entanto, respondeu os holandeses, por meio de um vídeo com o mesmo formato. Nele, o país afirma ser o “mais sexy do mundo”, com gordas montanhas, ser limpa, ter a melhor bandeira e, principalmente, “não ter mexicanos”.

A Dinamarca também entrou na brincadeira e se colocou como os “melhores amigos” dos Estados Unidos e comparou a Estátua da Liberdade com um pequeno monumento de sereia da nação. O país também afirmou que poderia transformar os cataventos produtores de energia eólica em equipamentos capazes de extrair petróleo e propôs uma união entre a águia-careca, símbolo dos Estados Unidos, e um cisne, que representa a Dinamarca.

Os belgas não ficaram atrás e produziram um vídeo brincando com o fato de o país ter partes que falam francês e alemão, afirmando que essas regiões são o “México da Bélgica”. Além disso, eles convidaram Trump para conhecer a Manneken Pis, a estátua do menino fazendo xixi, monumento histórico do país.

Os nossos irmãos portugueses tentaram conquistar Trump com suas praias, com a Torre de Belém, comparando-a com o One Trade Center e com personagens, no mínimo, polêmicos da história de Portugal.

O Cazaquistão apelou para o fato de não haver uma comunidade negra no país e que o personagem Borat é um de seus maiores expoentes.

A ilha da Madeira usou o seu histórico na produção de vinhos e o jogador português Cristiano Ronaldo, nascido lá, para exaltar as qualidades do país.

A Frísia, pequena província na Holanda, tentou se afirmar como país citando, inclusive, um homem do tempo capaz de controlar o clima e o frísio, cavalo robusto e de comportamento dócil.

A Namíbia quer usar a sua miscigenação, o churrasco, a cerveja artesanal, tão forte que pode até paralisar, e o fato dos chineses construírem tudo para chamar a atenção de Trump.

No vídeo mais perturbador, e com a pior produção, é Marte que tenta se colocar em segundo lugar, desqualificando os outros planetas do Sistema Solar, e convidando Trump para passar um tempo no planeta vermelho.

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