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10 supermulheres da cultura pop para celebrar o 8 de março

 

Princesa Léia, Katniss Everdeen, Irene Adler, Natasha Romanoff, Diana, Sarah Connor, Daenerys, Elektra… o universo da ficção está cheio de mulheres bem resolvidas e independentes que nem chegam perto do estereótipo de mocinha indefesa. Muitas delas sequer precisam ser super-heroínas para serem assim. Nos livros, HQs, filmes e séries, a força feminina, no geral, vem sendo muito bem representada.

Nesse Dia Internacional das Mulheres, fizemos essa lista como homenagem a algumas das mais incríveis personagens femininas da TV.

1) Annalise Keating (How To Get Away With Murder)

Viola Davis é simplesmente sensacional, mas disso você provavelmente já sabe. A atriz oferece toda a sua força de presença para a protagonista Annalise, certamente uma mulher com quem você não gostaria de criar problemas. Decidida, poderosa, inteligente e extremamente persuasiva, ela literalmente sabe como matar.

2) Robin Scherbatsky (How I Met Your Mother)

Fale o que quiser da Robin, mas que ela é determinada, isso é. Durante as nove temporadas de HIMYM, seu crescimento pessoal e conquistas profissionais são perceptíveis – ela saiu do Canadá em busca dos seus sonhos e, depois de passar por bastante coisa, conseguiu tudo o que queria e mais. Robin é forte, amiga, resoluta e a maior estrela do pop canadense que você respeita.

3) Peggy Carter (Agente Carter)

Originária das HQs do Capitão América, Peggy foi o primeiro interesse amoroso do personagem antes de ele passar anos congelado. A Agente Carter foi adaptada para o MCU (Universo Cinematográfico da Marvel) em 2011, interpretada pela maravilhosa Hayley Atwell, no primeiro filme solo do Capitão.

A partir daí, além de alguns flashbacks em outros filmes, conquistou uma série só sua em 2015: Marvel’s Agent Carter. Infelizmente, o programa foi cancelado ano passado, mas existem duas temporadas disponíveis e é impossível não amar ver Peggy, uma mulher forte, independente e autoconfiante, em ação.

4) Stella Gibson (The Fall)

Em 2014, essa série da BBC nos trouxe de volta a ótima Gillian Anderson (mais famosa pela Agente Scully de Arquivo X) na pele de Stella Gibson, uma detetive superintendente com o dever de descobrir a identidade de um serial killer feminicida.

Dona de uma inteligência incrível, Stella impressiona com sua perspicácia única e foge de todos os clichês e estereótipos da “mulher policial”, além de distribuir discursos de igualdade de gênero no ambiente predominantemente masculino em que trabalha. A série é curta e tem uma trama moldada em torno da problemática misógina que se enfrenta desde sempre.

5) Olivia Pope (Scandal)

Shonda Rhimes, cineasta e roteirista prestigiada, é mestra em criar programas com mulheres empoderadíssimas no papel principal. Duas de suas personagens estão na lista – Annalise de HTGAWM, e agora Olivia Pope.

Também advogada, Olivia domina uma empresa de gerenciamento de crise na capital dos Estados Unidos, trabalhou no gerenciamento da candidatura do presidente e é uma força irrefreável que simplesmente sabe que é dona de si e não tem medo de se impor, além de ter os melhores bordões. It’s handled!

6) Virginia Johnson (Masters of Sex)

Na vida real, lá pela década de 50, quando mulheres usando calças ainda eram um escândalo, a psicóloga Virginia Johnson já quebrava vários tabus ao falar de sexo abertamente e ser pioneira nas pesquisas sobre sexualidade humana, juntamente com seu parceiro, William Masters.

O seriado retrata a história da dupla revolucionária em um mundo onde tudo ainda era completamente conservador, além de mostrar como Virginia (interpretada por Lizzy Caplan) enfrentou todos os preconceitos e ainda afrontou pra valer. Foi eleita pela revista Time como a série mais feminista da TV.

7) Lana Winters (American Horror Story: Asylum)

Lana Winters, interpretada pela diva Sarah Paulson, é uma jornalista que luta não apenas contra o preconceito de ser uma mulher na área da comunicação na década de 60, mas também pelos direitos da comunidade LGBT, já que leva a famosa vida-dupla à qual os homossexuais eram submetidos naquela época.

Lana está empenhada em conseguir uma reportagem sobre o Cara-Sangrenta, um serial-killer que mata e esfola mulheres, quando acaba internada à força em Briarcliff (o mesmo manicômio onde é jogado o suposto assassino), por ser lésbica – naquela época, a homossexualidade era considerada doença mental.

A diretoria do lugar, nas mãos de irmã Judy (Jessica Lange), tenta implantar, à base de tortura física e psicológica, a famosa cura gay. Lana sofre um bocado e é condicionada a situações que testam a sanidade da própria diretoria de um lugar que deveria servir para a reabilitação de maníacos e viciados.

Lana mostra que de banana – como é chamada por Judy -, não tem nada. A personagem é um exemplo de que o preconceito de todas as espécies está impregnado na humanidade desde sempre e que a luta pelos direitos que hoje conhecemos – apesar de ainda serem poucos para as minorias e outros grupos excluídos – já derramou muito sangue. Lana é mulher, homossexual, feminista e jornalista. Lana é força.

8) Isabelle Lightwood (Shadowhunters)

Tanto nos livros como na série de TV, Isabelle Lightwood é uma tremenda mulher que se impõe, esbanjando o máximo de equilíbrio e habilidades de luta que uma caçadora de demônios pode ter. Na série, a personagem ganha vida pela atriz, modelo e apresentadora americana Emeraude Toubia.

Isabelle sempre tem os melhores conselhos para dar, tem a cabeça no lugar e está entre os melhores shadowhunters do instituto. Ela ainda é uma grande amiga de Clary Fray (Katherine McNamara), protagonista da série que viveu 18 anos sem saber da verdade sobre sua vida e agora precisa matar demônios para continuar viva. Nem precisamos dizer que Isabelle será uma ótima professora, né? Subjugando vampiros e outras raças de submundanos, Isabelle Lightwood é puro empoderamento feminino.

9) Emma Swan (Once Upon a Time)

Agora imagine que você tem uma vida bem estabilizada e construída na agitada Nova York e, na noite do seu aniversário, o filho que você teve há 10 anos e deu para adoção bate à sua porta. É isso que rola com Emma Swan (Jennifer Morrison) quando ela completa 28 anos, no seriado Once Upon a Time.

A série não trata apenas de contos de fadas – apesar de esse ser o motor da história –, mas também revela a fragilidade de toda mulher que passa pela maternidade na adolescência (algo agravado pelo fato de Emma ter dado à luz enquanto estava presa).

Emma precisa se reencontrar na vida e, por mais simples que seja, voltar a ser como criança e acreditar em magia para salvar a vida de seu filho e de todos aqueles que ela passa a amar – até mesmo dos pais que ela nem imaginava que ainda estivessem vivos.

Once Upon a Time fala de família e de sentimentos tão simples e importantes como o amor. Emma luta pelo amor de diversas formas e é um dos grandes exemplos da força que pode ser encontrada em momentos de fragilidade.

10) Katherine Johnson (Estrelas Além do Tempo)

Katherine Johnson é uma mulher brilhante e uma das protagonistas do filme Estrelas Além do Tempo, interpretada pela atriz Taraji P. Henson. O filme foca na Guerra Fria, especificamente na corrida espacial entre a Rússia e os EUA.

Katherine, Dorothy (Octavia Spencer) e Mary (Janelle Monáe) formam um time de três mulheres negras e cientistas da NASA, o que, para a época, era considerado quase impossível. O filme relata a situação de segregação racial daquele tempo, rebate o machismo e proporciona a visão de que a luta pelos direitos femininos não é mero capricho.

Todo dia é dia de reconhecer a força, a capacidade e a beleza de ser mulher. Nós da Turma do Fundão desejamos que a constante luta por mais direitos obtenha cada vez mais vitórias e que todas as mulheres saibam o quanto são fortes, capazes e merecedoras de serem protagonistas da própria vida!

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