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#DicaTdF: Os melhores álbuns do ano! (até agora)

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Giselle Hirata   |    14 de junho de 2012

Olá pessoal! Cá estou eu de volta para prestigiar o mundo da música. Agora, vou listar os melhores álbuns lançados no primeiro semestre de 2012 e, já posso adiantar, alguns deles já entraram pra história – seja a minha, a sua ou a da música mesmo.

Imagem: Divulgação

5º lugar
Adam Lambert - Trespassing
Melhores faixas: “Never Close Our Eyes”, “Runnin’”, “Cuckoo”

Lambert, que ficou em segundo lugar na edição 2009 do American Idol , até conseguiu sucesso com seu álbum de estreia, For You Entertainment, mas nada comparado à glória obtida com seu novo disco. Muito mais maduro e divertido, Trespassing é o pop masculino perfeito, trazendo desde músicas feitas para a pista até as baladas cheias de longas notas.

Imagem: Divulgação

4º lugar
Paloma Faith - Fall To Grace
Melhores faixas: “Picking Up The Pieces”, “Beauty Of The End”, “Freedom”.

Olhando sua capa – a mais bela do ano, sem dúvidas – podemos absorver todo o conceito do disco. Ouvindo todas as suas músicas, nós realmente caímos de amores, de graça. Fall To Grace é lírico, lindo e mostra toda a paixão de Paloma, que continua maravilhosa, com sua voz inconfundível. Usando a frase de um crítico da BBC, “Fall To Grace é a prova de que o pop não precisa ser cinza e contido para ser adulto”.

Imagem: Divulgação

3º lugar
Marina & The Diamonds - Electra Heart
Melhores faixas: “Primadonna”, “Homewrecker”, “Living Dead”

Com seu álbum de estreia, The Family Jewels, Marina não conseguiu um público tão maciço (os acostumados com música “comercial”), já que suas melodias eram peculiares e indies demais. Então, Marinita decidiu colocar um pouco mais de balada na sua fórmula e conseguiu se sair lindíssima. Seu novo álbum conta a história de Electra Heart, uma espécie de alter-ego. Delicioso como uma goma de mascar que não deixa de ser doce nunca.

Imagem: Divulgação

2º lugar
Gossip - A Joyful Noise
Melhores faixas: “Get A Job”, “Casualties Of War”, “Perfect Word”

Com uma pegada alternativa, meio dance e synthpop, o quinto álbum da banda americana conseguiu ir além do seu título (“Um Som Agradável”, em tradução livre). Mais que agradável, é magistral, e mostra evolução e confiança se comparado com o álbum anterior (Music For Men). Com uma das melhores capas do ano – ela chega a dar medo –, não é uma fofoca dizer que o Gossip fez um álbum maravilhoso.

Imagem: Divulgação

1º lugar
Lana Del Rey - Born To Die
Melhores faixas: “Blue Jeans”, “Without You”, “Video Games”

A estreia  de Lana Del Rey, a persona artística da cantora Lizzy Grand, foi a jogada mais certeira do ano. Assim como Adele deu uma sacudida no mundo com seu apoteótico 21, o disco Born To Die é pura Hollywood vintage e blasé, com suas letras maravilhosas e melodias que arrasam o coração de qualquer um. Fora os clipes, sejam os profissionais ou os caseiros. Você pode não gostar da Rainha dos Lábios, mas ela já é irremediavelmente uma estrela. Obra-prima. (Confira a crítica completa clicando aqui).

E então, não concorda com algum álbum da lista? Achou que a ordem deveria ser outra? Sentiu falta de algum? Claro que não dá pra ouvir todos os álbuns lançados no ano, por isso postem seus comentários!

#FicaDica!

Por Gustavo Guimarães (@hausofgust)


#DicaTdF: Nicki Minaj!

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Giselle Hirata   |    11 de abril de 2012

Oi, galera!

Hoje trouxemos o perfil da cantora Nicki Minaj. Espero que gostem!

Imagem: Divulgação

Pra você que só a conhece por Nicki Minaj, acabe de descobrir que seu nome é Onika Tanya Maraj. A rapper nasceu em Trinidade e Tobago no dia 08 de dezembro de 1982, e se naturalizou norte-americana.

Nicki fez seus primeiros sucessos entre os anos de 2007 e 2009 remixando músicas; depois disso assinou contrato com a gravadora “Young Money” e lançou seu primeiro cd, “Pink Friday”, e não demorou muito pra ele estourar e fazer muito sucesso pelo mundo. Um de seus recordes foi ter sete singles colocados na lista da “Billboard” ao mesmo tempo!

Desde seu primeiro disco, Minaj se mostrou muito versátil, tanto na música quanto no estilo de roupas, armada com saltos enormes e perucas, o que a faz ser comparada com Lady Gaga, mas o que chamou a atenção foram seus alter-egos, frutos de sua adolescência conturbada. O mais famoso deles é o masculino e gay Roman Zolanski, que está presente nos seus dois cds. Nicki diz que seus alter-egos foram criados para se livrar de seus momentos difíceis.

Como a maioria das celebridades da música, Nicki diz que foi influencia por vários artistas como: Madonna, Marilyn Monroe, M.I.A e etc. Foi indicada para muitos prêmios importantes, como o “Grammy” – 3 indicações, e o “American Music Awards” – 2 indicações com os dois vencidos. Em toda sua carreira ela já foi indicada a 68 prêmios diferentes, vencendo 21 deles. Hoje ela brilha tão forte que ninguém menos que Madonna a chamou para participar de duas faixas do seu novo cd!

Imagem: Divulgação

#Pink Friday

O primeiro álbum de estúdio de Nicki, lançado em 2010, fez com que ela ganhasse o mundo, algo bastante significativo, já que era apenas o seu cd de estreia. Com 16 faixas (na versão Deluxe), e dominado pelo alter-ego Barbie, atingiu a 1ª colocação na “Billboard Hot 200” (lista americana com os 200 álbuns mais vendidos na semana), “R&B/Hip-Hop Albums” e “Top Rap Albums”, tendo certificado de Platina nos EUA e Ouro no Reino Unido, e ainda concorreu ao Grammy de “Melhor Álbum Rap” e ganhando o prêmio de “Álbum Rap/Hip-Hop Favorito” no “American Music Awards”. Teve sete singles ao todo, mas os que mais se destacaram foram “Moment 4 Life (feat. Drake)”, “Fly (feat. Rihanna)” e o principal, “Super Bass”, que conseguiu entrar em quatro paradas norte-americanas, ficando em #3 na “Hot 100”.

Imagem: Divulgação

#Pink Friday: Roman Reloaded

O retorno de Minaj ao mundo da música foi concebido com muita alegoria: quem dominaria o álbum era seu alter-ego Roman Zolanski. Nicki percebeu o óbvio: as músicas mais vendidas atualmente são as ligadas ao Pop (“Super Bass” é a prova viva disso), então ela decide que Roman tome as rédeas. Não somente para ser comercial (o que ele realmente é), mas também para explanar seu próprio estilo. Das 22 faixas (isso mesmo, vinte e duas!) na versão Deluxe, 11 são Pop, o que fez o álbum abrir mão dos rótulos de “hip-hop”, “rap” ou “pop” – “Roman Reloaded” tem seu estilo próprio. Para comentar as faixas, vou dividi-las nas suas duas partes:

- Hip-hop/Rap: Minaj já provou que domina o estilo, tanto que foi eleita a “Rapper mais influente de todos os tempos” pelo “The New York Times”. Aqui ela faz a tarefa de casa, com muitos feats e vocais que só ela consegue fazer. Melhores faixas: “Roman Holiday”, “Come on a Cone”, “Beez in the Trap (feat. 2 Chainz)”, “Sex in the Lounge (feat. Lil Wayne and Bobby V)”.

- Pop: Os fãs mais tradicionais do gênero padrão de Minaj acharam uma lástima o Pop dominar o cd (ele se destaca), porém Minaj cria aqui verdadeiros hinos para festas, músicas dançantes no mais alto grau e super divertidas. Tanto que ela trabalhou com alguns dos melhores produtores do gênero na atualidade, Dr. Luke (produtor de “TiK ToK” da Ke$ha e “California Gurls” da Katy Perry) e RedOne (“Judas” da Lady GaGa, “On The Floor (feat. Pitbull)” da Jennifer Lopez). Melhores faixas: “Starships”, “Pound the Alarm”, “Marilyn Monroe”, “Whip It”, “Automatic”.

E para finalizar, confira a polêmica performance de Minaj possuída pelo Roman no “Grammy 2012”. Ela é exorcizada no palco! “Roman Holiday”!

Por Gustavo Guimarães (@hausofgust) e João Pedro Alves (@joaoalves_neto)


#DicaTdF: MDNA!

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Giselle Hirata   |    4 de abril de 2012

THE QUEEN IS BACK! Depois de quatro anos sem lançar um álbum de inéditas (o último foi Hard Candy), Madonna, a eterna Material Girl, está de volta. Desde o anúncio do seu novo álbum, o mundo Pop vem se contorcendo para saber o que ela preparava. E a espera acabou!

MDNA (simplesmente a abreviação de Madonna, ou, para ir mais fundo, algo como DNA da Madonna) é o décimo segundo álbum da Madge. Enquanto em Hard Candy faz apostas nas colaborações de artistas Pop, MDNA, que só tem três faixas com feat, parte para o rap e hip-hop. Isso fez com que Madonna realmente dominasse o seu cd, algo tantas vezes esquecido.

Imagem: Divulgação

Depois de ouvir o cd (incontáveis vezes – ele é realmente viciador), aqui vai a análise de todas as faixas:

1-    Girl Gone Wild: Madonna começa o álbum de forma peculiar: pedindo perdão. Ela sabe que é selvagem, uma pecadora, mas acima de tudo, tem fé.  E o vídeo-clipe polêmico, com direito a coreografia masculina com salto-alto. 

2-    Gang Bang: Essa faixa é para se amar ou detestar . Com direito a sons de tiros, cartuchos de balas vazios e carros em fuga, tem uma letra bem obscena, mas dê uma segunda chance à faixa. Ela pode ser fraca na primeira ouvida, porém, depois de um tempo, gruda.

3-    I’m Addicted: Tem uma batida hipnótica, mas poderia ter um refrão mais poderoso. Notem no fim da música uma curiosidade: Madge canta repetidamente “M.D.N.A.” intercalada com o nome da música, o que dá “Eu estou viciado M.D.N.A.”. Boa jogada. 

4-    Turn Up The Radio: Música bem fofa e que contagia, com o refrão dance bem grudento. 

5-    Give Me All Your Lovin’ (feat Nicki Minaj & M.I.A.): O primeiro single do álbum soou estranho. Uma música muito juvenil, com seus “L.U.V. MADONNA! Y.O.U YOU WANNA?”. Depois do clipe, cheio de pompons, a impressão se acentuou. Mas por trás disso há uma Madonna mandando uma indireta mal (ou bem?) direcionada “Todas as músicas parecem a mesma. Você tem que entrar no meu mundo”.

6-    Some Girls: A repetição da palavra “garota” no álbum é estranha (53 anos, gente…), mas tudo bem. Essa aqui é bem clichê, porém, muito deliciosa.  

7-    Superstar: Animada, se baseia na repetição do uh la la (lembrou rama ramama-ah Gaga uh la alguém?). A letra é bem básica, mas bem gostosa. 

8-    I Don’t Give A (feat Nicki Minaj): Faixa com toques apelativos, e outra parceria com a melhor rapper da atualidade. Apelativa pelo título sugestivo e pela última frase: “Só há uma Rainha. E é a Madonna…”. Lady Gaga sentiu essa indireta de longe, ai! 

9-    I’m a Sinner: Começa com uma batida pesada, e depois se torna mais leve e dançante. É hora da Madge voltar com seus laços com a religião, e repetindo: “Eu sou uma pecadora. Eu gosto desse jeito”. 

10- Love Spent: A faixa com a melhor melodia começa com um violão delicioso e parte para os vocais maravilhosos. O refrão inteiro é uma preciosidade. E ainda foi lançada a versão acústica exclusiva pro iTunes. Madonna acertou em cheio. 

11- Masterpiece: A música é tema de W.E. – O Romance do Século, filme dirigido pela Madonna, e ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Canção Original. O nome não é por acaso, ela é realmente uma obra de arte. 

12- Falling Free: Segunda balada seguida tem uma melodia lindíssima. Madonna mostra que domina também as músicas fora das pistas.

Agora segue as faixas da versão Deluxe:

Imagem: Divulgação

1-    Beautiful Killer: Divertidíssima, dá vontade de sair andando na rua ao som do lindo assassino. Tem um tempero a mais que dá um sabor inigualável.

 2-    I F*cked Up: Começa lenta, densa, aí lá no meio dá uma agitada contagiante. Os vocais são muito bons, e Madge admite: eu ferrei com tudo. Com o amor pode até ser, porque nessa música você acertou, e muito. 

3-    B-day Song (feat M.I.A.): Madonna aproveitou a promoção do contrato que fez em Give Me All Your Lovin’ e jogou a M.I.A. aqui. Na primeira vez que você ouve a Madge cantando que “hoje é meu aniversário, eu sou uma garota feliz, sei que vai ser um bom dia” você para e se pergunta: Isso é sério?! Sim, tão sério que a faixa vicia absurdamente. O novo Parabéns Pra Você. 

4-    Best Friend: Sinceramente, não sei qual foi o elemento mágico que Madonna colocou aqui, porque ela tem uma letra triste, porém, é extremamente deliciosa – o refrão é perfeito. Não deveria ser apenas uma faixa-bônus. Aconselho ouvi-la num som stereo, já que aqui tem efeitos sonoros imperdíveis.

5-    Give Me All Your Lovin’ (Party Rock Remix) (feat LMFAO & Nicki Minaj): Madge + Minaj + L.U.V. MADONNA + LMFAO = farofa transbordando. Cuidado para não se engasgar.

O retorno às pistas do mundo Pop de Madonna foi muito bem concebido. Ela participou da composição de todas as faixas (o que é importante) e trabalhou com excelentes profissionais, o que nos deu um resultado muito satisfatório. MDNA revolucionou o Pop? Não. O ápice de um artista é apenas uma vez (raras vezes isso foge à regra), e o de Madonna já passou, mas isso não significa que ela está ultrapassada, muito pelo contrário. O Pop precisa da Material Girl. No DNA do Pop, gostando ou não, tem uma letra “M” tatuada.

 Por Gustavo Guimarães (@hausofgust)


#DicaTdF: Lana Del Rey!

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Giselle Hirata   |    9 de março de 2012

Oi, pessoal.

Como viciado em música, dedico meu post de hoje a outra cantora que eu curto muito: Elizabeth Grant.

A cantora norte-americana faz o estilo indie pop, e adotou o nome artístico Lana Del Rey – uma mistura da atriz Lana Turner com o carro sedan de luxo da Ford, Del Rey. Ela conseguiu seu espaço por meio da internet e se tornou um ícone musical.

Born To Die é seu álbum de estreia (ou re-estreia, já que ela lançou o álbum Lizzy Grand antes de incorporar a persona Del Rey). Como o próprio nome já mostra, o CD tem uma pegada “amor e morte andam lado a lado”. Não tão fundo como Adele em 21, mas ainda assim, forte.

Conseguiu colocar cinco faixas (Video Games, Born To Die, Blue Jeans, Off To The Races e National Anthem) no Top 20 do site de música Last.fm, alcançando a incrível marca de subir com uma só canção 3703 posições e ainda deixar pra trás outras que reinavam a tempos.

Imagem: Divulgação

Aqui vai uma análise faixa a faixa com os videoclipes dos singles já lançados.

1– Born To Die: A faixa-título abre o álbum de forma magistral. Uma música densa, linda, que gruda e não larga jamais.

2– Off To The Races: Caminhando para se tornar o provável terceiro single, essa música é  divertida e tem um vocal rasgado, quase um hip-hop.

3– Blue Jeans: A faixa mais poderosa do álbum, uma salva ao amor incondicional, é uma obra-prima a ser cantada em plenos pulmões.

4– Video Games: O single de estreia é a mais pura nostalgia existente. A música conseguiu a proeza de ser a faixa mais tocada do mundo no badalado site Last.fm, ultrapassando Foster The People, Rihanna e até Adele com  Rolling In The Deep,

5– Diet Mountain Dew: Melodia super envolvente e deliciosa.

6- National Anthem: Hino. Essa é a palavra simples e pura que traduz a música. Começa com fogos de artifício e desemboca numa letra apoteótica. Perfeita.

7– Dark Paradise: Outra obra-prima do álbum, que vai ficar como seu vício por umas duas semanas, no mínimo. Com um refrão a ser ouvido no volume máximo, tem uma das melhores melodias do cd.

8– Radio: Uma das melhores letras, que joga na cara do mundo que o amor é puro interesse.

9– Carmen: Provavelmente sobre uma garota de programa, tem uma batida encantadora, só comparada com a própria Carmen.

10- Million Dollar Man: Deliciosa, sensual, arrebatadora. Música para ouvir com fones de ouvido e olhos fechados. E deixe-se levar.

11- Summertime Sadness: Minha faixa favorita; tem uma melodia perfeita, letra perfeita, vocal perfeito e refrão perfeito. Uma orquestra completa.

12- This Is What Make Us Girls: Conta como é a vida de garotas destruídas por desilusões amorosas, o que, para Lana, é o “o que nos faz meninas”

A partir de agora segue as três faixas da versão Deluxe:

13- Without You: Mais uma música que entra pro hall das “Porque ela é só uma faixa-bônus???”. Lana canta brilhantemente que já tem tudo que quer, mas falta seu amor, mesmo que o cara seja mortal. O refrão inteiro é de derramar lágrimas.

14- Lolita: Mais agitada, faz menção ao livro e filme Lolita, que conta a história de uma menina sexy que atrai olhos cobiçadores por onde passa. Só que a Lolita de Lana não está interessada nisso.

15- Lucky Ones: Uma balada com vocais carregados! Tem uma pegada Florence + The Machine. Fecha o álbum de forma sutil e singela.

Born To Die foi uma jogada brilhante de Lana para vir ao mundo. Com vendas bastante fortes, inclusive fora dos Estados Unidos (na semana de lançamento, vendou mais que todo o Top 10 do Reino Unido), Lana Del Rey já pode ser considerada um ícone. Da mesma forma massificada que Adele foi do quase-anonimato à rainha, Lana caminha no mesmo rumo

É isso, espero que tenham gostado.

Por Gustavo Guimarães (@hausofgust)


#BirthdayCake: Rihanna feat… Chris Brown?

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Giselle Hirata   |    27 de fevereiro de 2012

Como eu havia dito na resenha do álbum Talk That Talk da Rihanna (clique aqui para ler), o interlude Birthday Cake iria ganhar uma versão completa, graças ao apelo dos fãs. Tudo ia bem até Rihanna postar no twitter que a participação da versão completa iria chocar o mundo. E chocou! (Abaixo, para quem quiser ouvir, segue o remix)

Pois é, o feat. da música é ninguém menos que Chris Brown. Para quem não se recorda, Brown é o ex-namorado da Rihanna. Eles terminaram depois que ele a espancou em 2009, fato que abalou o mundo da música e revoltou a todos. Ela mesma disse que ele era um monstro e que queria distância.

Imagem: Divulgação

Então, qual o significa da parceria? A resposta é simples: ganhar a mídia. No momento que Rihanna a disponibilizou, a música virou o assunto mais comentado do mundo no Twitter. Fãs se revoltaram com a participação de Brown na música e ela foi logo perdendo Likes no Facebook, além de casos mais extremos, como um fã que quebrou todos os CDs e postou na internet.

“Fale mal, mas fale de mim” é o ditado que parece ser filosofia de Rihanna.

O acontecimento de 2009 fez como que ela se tornasse uma espécie de símbolo contra a agressão feminina, e agora?

O que ninguém esperava é que a gravadora da cantora se recusou a lançar a música no iTunes, maior meio musical da atualidade. Ou seja, o tiro saiu pela culatra. A música virou motivo de piada e trocadilhos.

Para Rihanna, parece que basta apagar as velas do bolo, porque no escuro não verá nossas caras de reprovação.

Eu que sou fã, fiquei perplexo.

E vocês? O que acharam?

Por Gustavo Guimarães (@hausofgust)


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