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Posts da categoria ‘games’

Dica TdF – Super Smash Bros. Brawl

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Victor Bianchin   |    6 de junho de 2013

Lançado em 2008 para Nintendo Wii, Super Smash Bros. Brawl é a realização dos sonhos de muitos gamers. Dando sequência à famosa série de jogos de luta (que já havia tido dois outros episódios em plataformas anteriores).o game traz personagens de diversos jogos da Nintendo lutando uns contra os outros.

Há um elenco bem variado para usar: Mario, Bowser, Link, Zelda, Snake (de Metal Gear Solid), Fox (de Star Fox), Kirby, Donkey Kong, Sonic, Samus (de Metroid), Ike (de Fire Emblem) e muitos outros: são 39 personagens no total. As batalhas podem contar com até 4 participantes e há diversos itens malucos para usar, sempre baseados em outros games. Além disso, os cenários também são retirados de franquias conhecidas.

Ou seja, é possível escolher o Mario para lutar contra o Link e o Kirby em uma arena Pokémon. A jogabilidade é ótima e cada personagem tem seu próprio ataque especial, obtido espancando uma bola flutuante que surge no meio da luta. O objetivo das batalhas pode variar de acordo com sua vontade, indo desde uma competição de caça a moedas até uma luta violenta na qual quem tirar mais adversários da tela ganha.


Squirtle: “eu sei que esse pessoal do Mushroom Kingdom treme ao ver um casco” 

Os desafios do modo solo são ótimos e é possível fazer torneios totalmente customizados, controlando quais itens aparecem para os lutadores e com qual frequência. O jogo te dá o controle de tudo, e é você que cria o seu próprio mundo Nintendo de lutas.

Em minha opinião, mesmo após cinco anos, Super Smash Bros. Brawl continua ótimo e muito viciante. É um bom jeito de se distrair com o Wii. Recomendo!


Sebo nas canelas: Samus descobre que a princesa está em outro castelo 


Dica TdF – Point Blank

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Victor Bianchin   |    20 de maio de 2013

 


Aí você tá lá no ataque terrorista e de repente surge um T-rex: “surprise, motherf***ers!”

Oi, gente! Estamos aqui para falar do jogo de FPS online exclusivo para PC Point Blank, que se assemelha muito a Counter-Strike, mas é melhor em vários aspectos. Ele é grátis e você pode baixar no site oficial.

Todos os jogos de Point Blank são multiplayer online, ou seja, não existe a opção de Bots. Há dois times: o azul, chamado de OTP (equivale aos CTS do Counter-Strike) e o time vermelho, os Rebeldes (que equivalem aos terroristas do CS).

No Point Blank, você pode, com uma grande variedade de armas, derrotar seus inimigos em vários mapas diferentes, em vários modos de jogos. Esses modos incluem Destruição, em que você tem que destruir o mapa com uma bomba (time vermelho) ou impedir essa destruição (time azul), Deathmatch (o famoso mata-mata), Especial (onde você é um humano que deve atravessar o mapa em segurança, ou um dinossauro, que deve impedir a travessia dos humanos), Sabotagem (onde você deve proteger seu objeto e destruir o do inimigo) e Defesa, onde você tem que destruir o tanque inimigo (time vermelho) ou impedir essa destruição (time azul).

Dentro desses modos de jogo, podem existir variações que especificam a arma que você deve utilizar. Existem cinco tipos: a arma principal (rifle, shotgun, sniper, submachine e metralhadora), a secundária (pistolas em geral), a arma branca, as granadas explosivas e as granadas de fumaça. Além disso, há vários mapas diferentes que simulam cidades, florestas e até reproduções de lugares famosos, como a cidade antiga de Machu Picchu, no Peru, e o Monte Rushmore, nos EUA, onde foram esculpidos os rostos de presidentes norte-americanos.


“Con los terroristas” no metrô: segundos depois, esta batalha virou um Harlem Shake 

No começo do jogo, você começa com quatro armas principais (limitadas por 100 utilizações), além de uma pistola, uma faca, uma granada explosiva e uma de fumaça, e pode comprar mais dessas armas enquanto joga. As armas podem ser usadas por um determinado período de tempo ou por um número-limite de utilizações.

Além de comprar armas, você também pode adquirir novos personagens com atributos diferentes (como rapidez e agilidade), utensílios diversos (como capacetes e coletes) e até dinossauros da fase especial diferentes, que possuem ataques melhorados. Dá para comprar com gold (dinheiro que se ganha no decorrer do jogo) ou cash (dinheiro que você compra, liberando itens melhores).

Quanto mais você joga, mais experiência você ganha, passando de nível ou ranking, o que te permite fazer novas coisas, como comprar armas melhores ou criar um clã, que é um grupo de jogadores que se une para derrotar outros clãs. Você também pode cumprir diversas missões que te dão dinheiro, experiências e novas habilidades.

É um jogo leve, que você pode baixar com facilidade. Recomendamos! Se quiser jogar, nos adicione: xXMiguiliXx e JuniorBarbato.


Armada e seminua: terroristas gatinhas dispensam essa besteira de kevlar 


TdF Entrevista – Marcelo Tavares, colecionador de games e criador da Brasil Game Show

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Victor Bianchin   |    12 de abril de 2013

Marcelo Tavares tem 33 anos e é um dos maiores colecionadores de games do Brasil – seu acervo conta com 230 consoles e mais de 3000 jogos/acessórios. Natural de Niterói (RJ), ele começou a coleção aos 7 anos.

Em 2009, Marcelo transformou a paixão em negócio: a partir de um escritório em casa, montou a Brasil Game Show, que atualmente é a maior feira de jogos da América Latina – em 2012, recebeu mais de 100 mil visitantes em quatro dias de evento em São Paulo.

A Turma do Fundão entrevistou o empresário e colecionador. Confira:

 Quanto espaço a coleção ocupa na sua casa? Sua esposa aceitou numa boa que você mantivesse esse espaço, bem como o hábito de gastar dinheiro em jogos de videogame?

Marcelo Tavares: Atualmente, minha coleção ocupa cerca de 50 metros quadrados e fica distribuída em cerca de 20 módulos de estante, construídos especialmente para essa finalidade. Hoje em dia, não tenho nenhum problema com a manutenção desse espaço e nem com o gasto mensal em games. No passado, quando realmente havia uma pressão dos meus pais para que eu não levasse tão a sério meu hobby, foi justamente quando resolvi começar a trabalhar no setor de games.
Você ainda joga tudo? Ou esquece um pouco dos games antigos conforme compra novos?

Marcelo: A maior parte eu jogo, sim. Infelizmente, pelo volume da coleção, é praticamente impossível jogar tudo que faz parte do acervo. Como colecionador, e também pelo fato de jogar videogame desde os sete anos de idade, sempre valorizei muito os consoles e jogos clássicos, como Atari, Master System, Mega Drive, Nintendinho 8bits, PSone. Por outro lado, é claro que a geração atual é fascinante, principalmente pela possibilidade de jogar em modo multiplayer online, algo que não era possível no passado. Na minha opinião, os games novos conseguem dividir a minha atenção junto aos antigos.
Você já fez alguma loucura ou passou por uma situação cômica ao tentar adicionar mais um console/acessório à sua coleção?

Marcelo: A maior “loucura” foi a compra de um acervo de um colecionador por cerca de R$ 15 mil, um investimento que, na época, seria próximo ao de um carro popular 0 Km. Mas, na verdade, não considero uma loucura, e até acho que o valor pago foi interessante, já que foi levada em consideração a amizade do vendedor comigo. Poucas vezes consegui adquirir de uma só vez tantos consoles e jogos clássicos e raros.

Qual foi o primeiro game que você jogou? E qual foi o seu primeiro console?

Marcelo: O primeiro game que eu joguei na minha vida foi Missile Command, para o Atari 2600, que foi o meu primeiro console. Eu também jogava bastante títulos como Pacman, Enduro, River Raid e Pitfall.


Torneio de League of Legends na edição 2012 da Brasil Game Show 

Existe algum xodó no meio da sua coleção toda?

Eu tenho alguns xodós, principalmente quando penso em consoles. Se eu precisasse escolher um, seria difícil. Mas, eu poderia citar dois: o 3DO 32 bits, que acabou não emplacando pelo seu preço elevado, mas era uma plataforma fascinante, e o Sega Nomad, console portátil que rodava todos os jogos do Mega Drive.

Foi difícil trazer um evento como a Brasil Game Show para o nosso país? O que falta para o mercado brasileiro de games deslanchar?

Marcelo: A Brasil Game Show é um projeto que começou do zero, com a sua primeira edição, em 2009, reunindo 4 mil pessoas e 20 empresas dentro de um ginásio esportivo. Hoje, é a maior feira de jogos eletrônicos da América Latina, com a expectativa de reunir mais de 150 mil visitantes e cerca de 150 empresas no mês de outubro deste ano, em São Paulo. No meio do caminho, realmente tivemos muitas dificuldades, principalmente na primeira edição, quando não tínhamos nenhum tipo de patrocínio e todo o projeto foi desenvolvido em um escritório caseiro. A partir da segunda edição, a cada ano, o evento dobrou de tamanho.
Na minha opinião, o mercado brasileiro de videogames já começou a deslanchar nos últimos dois anos, principalmente no momento em que a Microsoft começou a produzir o Xbox 360 no país. Acredito que a anunciada produção da plataforma PlayStation no Brasil, a partir de 2013, irá contribuir ainda mais para esse crescimento.

Qual o game que você acha que todo mundo tem que jogar antes de morrer?

Marcelo: Há mais de um. Entre eles, eu citaria: Super Mario Bros 3Pong e os títulos das séries God of War e Halo.

Quando você montou a BGS, quais foram seus maiores medos em relação ao evento?

Marcelo: Na verdade, não tive muitos medos ao montar a feira. O cenário naquela época era de um país com um imenso número de fãs que, como eu, eram carentes de um evento de games. A primeira preocupação foi a de criar algo que não existia no Brasil e que não ia tomar o espaço de nenhuma outra iniciativa. Os maiores desafios foram, principalmente, relacionados à captação de determinados patrocinadores, que julgávamos fundamentais para o sucesso da BGS. Além disso, é claro que um evento desta magnitude reúne um grade contingente de profissionais, que deve estar extremamente bem entrosado, para que tudo dê certo.


O apresentador Tiago Leifert joga Fifa 13 com um visitante da BGS 2012

Fotos: divulgação Brasil Game Show


Dica TdF – Superbrothers: Swords & Sworcery EP

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Victor Bianchin   |    4 de março de 2013


Garganta profunda: este game tem o mais repugnante exame de amídalas que você já viu

Superbrothers: Swords & Sworcery EP, que pode ser adquirido pela Steam por R$ 13,99, é um daqueles games que você começa a jogar e reza para não ter fim. O game de ação e aventura narra a história de The Scythian, uma exploradora que descobre um estranho livro em uma caverna.

Após descobrir que o livro não é nada menos do que o Megatome, um tomo que até então só existia nas histórias contadas pelos anciãos, The Scythian é orientada por um estranho homem de terno (The Archetype) a obter a força dos três Golden Trigons, estranhas forças espirituais douradas em forma de triângulo (qualquer referência à saga Zelda não é mera coincidência!).


Triângulos: coletando todos, você vira uma estrela do rock  com direito a renas no palco

O que chama a atenção é a mecânica do jogo: todos os movimentos da protagonista podem ser feitos com o mouse. Em certa altura do jogo, você pode interagir com quase todos os objetos do ambiente.

Com cenários e personagens pixelados, uma trilha-sonora de tirar o fôlego, referências à cultura da internet e um sistema de luta simples, porém bem-feito, S&S é uma ótima pedida. É aconselhável o uso de headphones, pois o som ambiente dá várias dicas para ter progresso dentro do jogo!


Dica TdF – Halo 4

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Victor Bianchin   |    6 de fevereiro de 2013



Master Chief encontra Cortana: “não sabia que body art já chegava nesse nível”

Lançado no final do ano passado, Halo 4 tem feito jus ao sucesso da franquia. Logo nas primeiras horas após seu lançamento, o game faturou US$ 220 milhões!

Com armas novas, gráficos potentes e inovadores e uma jogabilidade simples e fácil de dominar, o jogo possui o melhor modo multiplayer online de todos da franquia, e o melhor de todos os games que já joguei até hoje. Ele possui vários modos, como o comum Time vs. Time, o Capturar a Bandeira e até um em que você pode se tornar um alien monstruoso e caçar seus amigos. Mas o modo online mais legal, e que foi adicionado somente nesse jogo, é o Regicida, onde é cada um por si e você tem que matar mais para vencer.


Capacetes defeituosos: nenhum personagem consegue mirar direito nesse jogo 

O modo campanha também não deixa a desejar, com uma trama envolvente e cativante. Nela, você é Master Chief, que ficou perdido no espaço no final de Halo 3. Chief acorda nos destroços de uma nave e só encontra Cortana, uma inteligência artificial que, no decorrer da história, aparenta ter uma quedinha por ele. Chief cai no planeta Requiem, habitado pela raça Forerunner, e tem que detonar tudo sozinho por lá! Mas acaba despertando Didact, um antigo inimigo que quer aniquilar a raça humana.

Um jogo perfeito para todos aqueles que curtem um bom FPS. E uma novidade: aqueles que possuem um dinheirinho a mais no bolso devem comprar o jogo no Brasil, pois ele foi totalmente traduzido para o português! Apesar de a dublagem ter ficado meio robótica, é bem satisfatório poder entender a história sem precisar se preocupar com o inglês.


Go go Power Rangers: se as armas não funcionarem, eles chamam o Megazord 


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