Mundo Estranho

Turma do Fundão

#DicaTdF: Homeland!

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Giselle Hirata   |    21 de março de 2012

Oi, galera! Tudo bom?

Venho aqui com uma dica quente para os maníacos por séries.

Estreou, recentemente, a série Homeland, uma versão americana de Hatufim – produção israelense de sucesso que, em sua primeira temporada, já levou o prêmio Globe Golden para melhor série e melhor atriz dramática.

Imagem: Divulgação

A história gira em torno de Carrie Mathison (Claire Danes), uma agente da CIA responsável por identificar e caçar terroristas em território americano. Ela recebe a informação de que Abu Nazir (o terrorista mais perigoso aos olhos dos EUA) havia convertido um prisioneiro de guerra para o seu lado. Dez meses depois, um sargento da marinha, sumido há 8 anos, é salvo pelo exército americano em uma base secreta de Nazir.

O sargente resgatado é Nicholas Brody (Damian Lewis), que é recebido como herói e tenta se readaptar à sua vida e à sua família – dos quais ele não se lembra.

Carrie suspeita que Brody é um terrorista e passa a investigá-lo, mesmo que seus superiores duvidem de sua teoria.

Juntando o distúrbio psicológico da personagem e um circo de conspiração, você terá: paranoia, ações arriscadas e julgamentos que nos deixam sem saber qual será o próximo passo, sempre com um ar de suspense.

Homeland passa todo domingo, às 22h, na FX.
#FicaDica, pessoal!
Por Mahara Zamban (@tchauMZ)

#Entrevista: Cabine Literária!

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Giselle Hirata   |    19 de março de 2012

Olá, pessoal.

Para nossos amigos leitores de plantão, que estão por dentro da onda de Vlogs, eis aqui uma boa surpresa. Consegui uma entrevista exclusiva para o blog TdF com Danilo Leonardi,  o Dudu, criador e apresentador do Cabine Literária, um vlog sobre livros. Conversamos sobre de tudo um pouco durante quase uma hora nos estúdios do cabine, junto de seu pequeno acervo pessoal.

Imagem: Reprodução

Para quem não conhece, dá só uma olhada no trabalho dos caras:

Agora, a entrevista!

#TdF Gabriel Pinheiro: Como começou o Cabine Literária? De onde veio a ideia?

 

Danilo Leonardi: Bom, havia um vlog chamado Cabine Celular que era sobre cinema, feito por Maurício Saldanha. Essa foi a origem do nome, porém a ideia em si veio do fato de eu ter me afastado muito da lelitura. Sempre gostei muito de ler e esse afastamento dos livros me preocupou. Então me ocorreu a ideia de que caso eu postasse algo na Internet, como um vídeo, me incentivaria a manter esse hábito. Foi assim que surgiu o Cabine.

#TdF: Você compra os livros?

D: A grande maioria deles são comprados, principalmente os mais pops, de editoras maiores. Até porque o canal é relativamente pequeno ainda, então isso afasta as grandes editoras. Porém, alguns autores, principalmente os mais desconhecidos, tem começado a me enviar seus livros, até pela questão de divulgação.

#TdF: Como é a escolha das obras? Como você sabe qual o próximo a ser resenhado?

D: Geralmente, os fãs do Cabine apontam e também sabemos quais são os autores preferidos, tais como Rick Riordan [da Série Percy Jackson] ou a própria série de Crônicas de Gelo e Fogo [a de Guerra dos Tronos]. Quando não há algum que entre nessas categorias, que é bastante raro, eu dou uma olhada na lista dos livros mais vendidos na semana e vejo qual pode ser interessante para resenha também.

#TdF: Muitos livros são gigantes e detalhados e, dificilmente, são terminados em uma semana. Como você faz para manter a periodicidade do canal?

D: Já pensei em estocar resenhas, mas eu acho que perde o feeling do momento, já que eu fico pensando que poderia ter feito isso ou aquilo de forma diferente. Recentemente eu tenho gravado especiais, tais como o sobre o que é um bom livro, sobre  vilões da literatura, entre outros. Isso ajuda bastante quando não termino de ler um livro a tempo.

#TdF: Quais gêneros de livros você geralmente escolhe pro Cabine?

D: Sempre Ficção. Acho que seria ridículo resenhar uma Biografia, já que a pessoa não tem culpa de ter tido uma vida monótona. Geralmente os livros mais chamativos, ou aqueles que há filmes previstos.

#TdF: Até agora, quantos livros aproximadamente vc já leu?

D: Não faço a Mínima ideia. Sei que desde o começo do programa foram 45, que são o número de programas, mas antes disso não sei.

#TdF: Hoje, o estúdio é seu quarto. Você tem planos de aumentar esse espaço?

D: Tenho planos para pelo menos uma sala a prova de som. Uma das maiores dificuldades  de gravar aqui em Guarulhos é a proximidade ao aeroporto. Vários vídeos ficaram cheios de cortes, mas pouca gente sabe que isso foi causado por barulhos que atrapalham a filmagem! Nesse ponto eu agradeço ao PC Siqueira, que também por ser guarulhense, faz esse monte de corte pelo mesmo motivo.

#TdF: Dos livros que você já resenhou, você tem algum preferido?

D: Gosto muito de Fúria dos Reis, falando só dos que resenhei. Gostei muito dele, tanto que li suas 600 páginas em 2 dias. Mas minha série favorita é o Desventuras em Série.

#TdF: Você leria algum livro que leu antes do cabine novamente pra resenhar?

D: Olha, ler novamente acho que não, mas quero muito fazer um especial de Desventuras como fiz o de Harry Potter.

#TdF: O YouTube te limita a 15 minutos por vídeo?

D: Não mais, minha conta está habilitada a enviar esses vídeos mais longos.

#TdF: Como foi feita a vinheta do Cabine?

D: Foi feita pelo Rodrigo Eba, o animador do “Peixonauta”. Eu fiz a proposta pra ele e ele gostou bastante. Ele se propôs a fazer como ele queria e eu concordei. Ela veio pronta exatamente como vocês conhecem agora e eu me apaixonei por ela a primeira vista. Pra completar, a música é da banda dele.

#TdF: Alguma capa de livro foi ferida na montagem da Vinheta?

D: Não, eram imagens escaneadas.

#TdF: Você decora o que vai falar nos vídeos ou você cola de algum roteiro?

D: Na verdade, fora do ângulo da câmera fica meu notebook com um pequeno roteiro só pra não dar branco. Eu decoro pequenos pedaços, mas não tudo.

#TdF: Você tem alguma intenção de legendar em outro idioma seus vídeos?

D: Já pensei nisso sim, mas como dá muito trabalho, não é uma proposta para tão cedo.

O que acharam? Curtiram a ideia do Dudu?

#FicaDica para  quem curte uma boa leitura!

Por Gabriel Pinheiro (@gabpin72)


#DicaTdF: On the road!

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Giselle Hirata   |    16 de março de 2012

E aí pessoal!

Hoje eu estou aqui para falar de um livro que eu li recentemente, mas que já tem mais de 50 anos! E mesmo assim continua inovador para os dias de hoje.

O nome do livro é On The Road, de Jack Kerouac.

Jack Kerouac, escritor norte-americano do século 20, é o mais importante personagem da chamada Beat Generation, surgida nos anos 50, após a Segunda Guerra Mundial.
A Beat Generation buscava romper com os padrões literários da época, e propunha uma escrita inovadora e livre. Ela teve influência de diversas outras tendências artísticas, como o Jazz, o Bop, o Modernismo. ( A ME, inclusive, já fez uma matéria sobre o assunto! Clique aqui para ler a matéria.
O livro conta a história de Sal Paradise e seu amigo, Dean Moriarty. Ambos vivem uma vida agitada, atravessando todo os EUA desde o cinzento e obscuro Leste, em Nova Iorque, passando por Denver, no meio do país, e chegando a São Francisco, no Oeste americano, para depois refazer o caminho inúmeras vezes.
Cada cidade que a dupla passa (ou apenas Sal, já que o livro é cheio de encontros e desencontros), é uma nova história.
Embora seja um romance, é uma espécie de diário autobiográfico. Kerouac coloca diversas experiências em forma de narrativa.
Esse é um daqueles livros que não pode ser lido rapidamente. É preciso tentar imaginar o que está acontecendo, essa é a verdadeira experiência que o livro propõe.
O livro é uma importante obra americana, sendo constantemente citado em rankings de os 100 melhores livros da literatura de língua inglesa.
Além disso, com ele é possível ter um panorama de como era a sociedade americana naquela época: drogas, meios de comunicação e tendências.
O livro possuí também uma fama de revolucionário : dizem que depois de lê-lo, Bob Dylan fugiu de casa e Jim Morrison resolveu criar o The Doors.
Esse ano, será lançada a adaptação cinematográfica de On The Road, dirigida pelo brasileiro Walter Salles e estrelada por Sam Rilley, Garrett Hedlund e Kristen Stewart (sim, a Bella de Crepúsculo). O elenco também conta com Viggo Mortensen (o Aragorn de O Senhor dos Anéis), Kirsten Dunst (a Mary Jane de Homem Aranha)), Amy Adams (de O Lutador) e a brasileira Alice Braga. Vamos torcer para que seja tão bom quanto o livro, né?
Imagem: Divulgação
E é isso, galera. #FicaDica de uma leitura sensacional e alucinante!!!
Por Pedro Mostaco (@Mostaco)


Prêmio Abril de Personagens 2012!

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Giselle Hirata   |    15 de março de 2012

Hey, galerinha do Fundão! Tudo bem?

Temos uma boa novidade para todos os que curtem desenhar, escrever histórias e criar personagens.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Abril de Personagem!

Imagem: Divulgação

Em sua primeira edição, o concurso teve mais de 600 inscritos (entre roteiristas, artistas, desenhistas e designers), que apresentaram boas ideias. Os vencedores, Lucas Lima (cartunista) e Fabrício Pretti (designer) viram o seu trabalho se tornar realidade. Já estão nas bancas as HQs UFFO – Uma Família Fora de Órbita e O Garoto Vivo.

Imagem: Divulgação/ recreio.com.br/uffo

Imagem: Divulgação/ recreio.com.br/garoto-vivo

Neste ano, a busca por novos talentos continua.  O vencedor terá uma HQ com seus personagens publicada pela Abril e receberá R$ 5 mil como prêmio.

Para participar, faça a sua inscrição pelo site do prêmio até o dia 30 de abril.

Quem pode participar?

Pessoas jurídicas ou físicas acima de 18 anos.

Como participar?

Desenvolva uma história de qualquer gênero – humor, aventura, ação, mistério, etc. -, com personagens voltados para crianças de ambos os sexos, entre 7 e 12 anos. O participante deve apresentar um projeto, a descrição do personagem principal e três argumentos de histórias em quadrinhos.

Como funciona a seleção?

Uma comissão formada por organizadores do evento irão julgar o material e farão uma pré-seleção. Três finalista serão divulgados em agosto.

Informações e dúvidas: escreva para premioabrildepersonagens@abril.com.br

Artistas de plantão, #FicaDica.

Boa sorte e não percam a oportunidade.

Até!

Por Giselle Hirata (@gisellehirata)


#DicaTdF: Ace Attorney!

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Giselle Hirata   |    14 de março de 2012

Olá, pessoal.

Hoje venho com mais uma dica de game, mas para os nintendistas de plantão.

Como vocês já devem saber, em julho de 2011, a Nintendo anunciou seu mais novo portátil, o Nintendo 3DS. A partir disso, seu antecessor, o Nintendo DS, se tornou obsoleto, mas ficou marcante na história dos games pelos seus incríveis jogos de puzzle ou RPGs como Professor Layton e Advance Wars; um desses, é claro, é a fantástica série Ace Attorney.

Ace Attorney é uma visual novel da empresa de games Capcom, que também é responsável por séries como Mega Man ou Street Fighter.
Em sua primeira trilogia, você encarna Phoenix Wright, um recém-formado advogado de defesa, que conta com a ajuda de Mia Fey, sua mentora. Conforme o desenvolver do jogo, Wright vai adquirindo mais experiência no tribunal e conhecendo novos parceiros, como Maya Fey, a irmã de sua mentora que o ajuda na maioria dos casos e Miles Edgeworth, um promotor de elite que, num passado distante, fora amigo de infância de Wright.
A partir do quarto game, Wright se aposenta e você passa a controlar Apollo Justice, um outro advogado recém-formado que conta com um dispositivo capaz de detectar mentiras de acordo com a leitura corporal.

A série conta atualmente com quatro jogos principais (Phoenix Wright: Ace Attorney, Phoenix Wright: Ace Attorney – Justice for All, Phoenix Wright: AceAttorney – Trials and Tribulations e Apollo Justice: Ace Attorney) e dois spin-off (Miles Edgeworth: Investigations e Miles Edgeworth: Investigations 2, apenas em japonês). Sua premissa é simples – em côrte, você deve procurar as contradições nas testemunhas da promotoria e prová-las por meio das evidências encontradas em investigação. Em alguns casos, você pode fazer análise de pegadas, digitais e outras informações que o ajudem em sua investigação em busca do culpado real.

Imagem: Reprodução

O jogo não é muito realista de acordo com o sistema penal de muitos países, mas em seu modo, tem uma história atraente e gráficos que combinam com seu gameplay. Caso não tenha total entendimento do inglês, suas versões europeias saíram em espanhol, francês e italiano – escolha o idioma que mais lhe agrada e aproveite a diversão.

Nota Final: 9,5
História envolvente e puzzles inteligentes. Com certeza, um dos melhores jogos de Nintendo DS
Por Pedro Yoshimatu (@PedroWizzie)
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