Venho aqui com uma dica quente para os maníacos por séries.
Estreou, recentemente, a série Homeland, uma versão americana de Hatufim – produção israelense de sucesso que, em sua primeira temporada, já levou o prêmio Globe Golden para melhor série e melhor atriz dramática.
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A história gira em torno de Carrie Mathison (Claire Danes), uma agente da CIA responsável por identificar e caçar terroristas em território americano. Ela recebe a informação de que Abu Nazir (o terrorista mais perigoso aos olhos dos EUA) havia convertido um prisioneiro de guerra para o seu lado. Dez meses depois, um sargento da marinha, sumido há 8 anos, é salvo pelo exército americano em uma base secreta de Nazir.
O sargente resgatado é Nicholas Brody (Damian Lewis), que é recebido como herói e tenta se readaptar à sua vida e à sua família – dos quais ele não se lembra.
Carrie suspeita que Brody é um terrorista e passa a investigá-lo, mesmo que seus superiores duvidem de sua teoria.
Juntando o distúrbio psicológico da personagem e um circo de conspiração, você terá: paranoia, ações arriscadas e julgamentos que nos deixam sem saber qual será o próximo passo, sempre com um ar de suspense.
Para nossos amigos leitores de plantão, que estão por dentro da onda de Vlogs, eis aqui uma boa surpresa. Consegui uma entrevista exclusiva para o blog TdF com Danilo Leonardi, o Dudu, criador e apresentador do Cabine Literária, um vlog sobre livros. Conversamos sobre de tudo um pouco durante quase uma hora nos estúdios do cabine, junto de seu pequeno acervo pessoal.
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Para quem não conhece, dá só uma olhada no trabalho dos caras:
Agora, a entrevista!
#TdF Gabriel Pinheiro: Como começou o Cabine Literária? De onde veio a ideia?
Danilo Leonardi: Bom, havia um vlog chamado Cabine Celular que era sobre cinema, feito por Maurício Saldanha. Essa foi a origem do nome, porém a ideia em si veio do fato de eu ter me afastado muito da lelitura. Sempre gostei muito de ler e esse afastamento dos livros me preocupou. Então me ocorreu a ideia de que caso eu postasse algo na Internet, como um vídeo, me incentivaria a manter esse hábito. Foi assim que surgiu o Cabine.
#TdF: Você compra os livros?
D: A grande maioria deles são comprados, principalmente os mais pops, de editoras maiores. Até porque o canal é relativamente pequeno ainda, então isso afasta as grandes editoras. Porém, alguns autores, principalmente os mais desconhecidos, tem começado a me enviar seus livros, até pela questão de divulgação.
#TdF: Como é a escolha das obras? Como você sabe qual o próximo a ser resenhado?
D: Geralmente, os fãs do Cabine apontam e também sabemos quais são os autores preferidos, tais como Rick Riordan [da Série Percy Jackson] ou a própria série de Crônicas de Gelo e Fogo [a de Guerra dos Tronos]. Quando não há algum que entre nessas categorias, que é bastante raro, eu dou uma olhada na lista dos livros mais vendidos na semana e vejo qual pode ser interessante para resenha também.
#TdF: Muitos livros são gigantes e detalhados e, dificilmente, são terminados em uma semana. Como você faz para manter a periodicidade do canal?
D: Já pensei em estocar resenhas, mas eu acho que perde o feeling do momento, já que eu fico pensando que poderia ter feito isso ou aquilo de forma diferente. Recentemente eu tenho gravado especiais, tais como o sobre o que é um bom livro, sobre vilões da literatura, entre outros. Isso ajuda bastante quando não termino de ler um livro a tempo.
#TdF: Quais gêneros de livros você geralmente escolhe pro Cabine?
D: Sempre Ficção. Acho que seria ridículo resenhar uma Biografia, já que a pessoa não tem culpa de ter tido uma vida monótona. Geralmente os livros mais chamativos, ou aqueles que há filmes previstos.
#TdF: Até agora, quantos livros aproximadamente vc já leu?
D: Não faço a Mínima ideia. Sei que desde o começo do programa foram 45, que são o número de programas, mas antes disso não sei.
#TdF: Hoje, o estúdio é seu quarto. Você tem planos de aumentar esse espaço?
D: Tenhoplanos parapelo menos uma sala a prova de som. Uma das maiores dificuldades de gravar aqui em Guarulhos é a proximidade ao aeroporto. Vários vídeos ficaram cheios de cortes, mas pouca gente sabe que isso foi causado por barulhos que atrapalham a filmagem! Nesse ponto eu agradeço ao PC Siqueira, que também por ser guarulhense, faz esse monte de corte pelo mesmo motivo.
#TdF: Dos livros que você já resenhou, você tem algum preferido?
D: Gosto muito de Fúria dos Reis, falando só dos que resenhei. Gostei muito dele, tanto que li suas 600 páginas em 2 dias. Mas minha série favorita é o Desventuras em Série.
#TdF: Você leria algum livro que leu antes do cabine novamente pra resenhar?
D: Olha, ler novamente acho que não, mas quero muito fazer um especial de Desventuras como fiz o de Harry Potter.
#TdF: O YouTube te limita a 15 minutos por vídeo?
D: Não mais, minha conta está habilitada a enviar esses vídeos mais longos.
#TdF: Como foi feita a vinheta do Cabine?
D: Foi feita pelo Rodrigo Eba, o animador do “Peixonauta”. Eu fiz a proposta pra ele e ele gostou bastante. Ele se propôs a fazer como ele queria e eu concordei. Ela veio pronta exatamente como vocês conhecem agora e eu me apaixonei por ela a primeira vista. Pra completar, a música é da banda dele.
#TdF: Alguma capa de livro foi ferida na montagem da Vinheta?
D: Não, eram imagens escaneadas.
#TdF: Você decora o que vai falar nos vídeos ou você cola de algum roteiro?
D: Na verdade, fora do ângulo da câmera fica meu notebook com um pequeno roteiro só pra não dar branco. Eu decoro pequenos pedaços, mas não tudo.
#TdF: Você tem alguma intenção de legendar em outro idioma seus vídeos?
D: Já pensei nisso sim, mas como dá muito trabalho, não é uma proposta para tão cedo.
Hoje eu estou aqui para falar de um livro que eu li recentemente, mas que já tem mais de 50 anos! E mesmo assim continua inovador para os dias de hoje.
O nome do livro é On The Road, de Jack Kerouac.
Jack Kerouac, escritor norte-americano do século 20, é o mais importante personagem da chamada Beat Generation, surgida nos anos 50, após a Segunda Guerra Mundial.
A Beat Generation buscava romper com os padrões literários da época, e propunha uma escrita inovadora e livre. Ela teve influência de diversas outras tendências artísticas, como o Jazz, o Bop, o Modernismo. ( A ME, inclusive, já fez uma matéria sobre o assunto! Clique aqui para ler a matéria.
O livro conta a história de Sal Paradise e seu amigo, Dean Moriarty. Ambos vivem uma vida agitada, atravessando todo os EUA desde o cinzento e obscuro Leste, em Nova Iorque, passando por Denver, no meio do país, e chegando a São Francisco, no Oeste americano, para depois refazer o caminho inúmeras vezes.
Cada cidade que a dupla passa (ou apenas Sal, já que o livro é cheio de encontros e desencontros), é uma nova história.
Embora seja um romance, é uma espécie de diário autobiográfico. Kerouac coloca diversas experiências em forma de narrativa.
Esse é um daqueles livros que não pode ser lido rapidamente. É preciso tentar imaginar o que está acontecendo, essa é a verdadeira experiência que o livro propõe.
O livro é uma importante obra americana, sendo constantemente citado em rankings de os 100 melhores livros da literatura de língua inglesa.
Além disso, com ele é possível ter um panorama de como era a sociedade americana naquela época: drogas, meios de comunicação e tendências.
O livro possuí também uma fama de revolucionário : dizem que depois de lê-lo, Bob Dylan fugiu de casa e Jim Morrison resolveu criar o The Doors.
Esse ano, será lançada a adaptação cinematográfica de On The Road, dirigida pelo brasileiro Walter Salles e estrelada por Sam Rilley, Garrett Hedlund e Kristen Stewart (sim, a Bella de Crepúsculo). O elenco também conta com Viggo Mortensen (o Aragorn de O Senhor dos Anéis), Kirsten Dunst (a Mary Jane de Homem Aranha)), Amy Adams (de O Lutador) e a brasileira Alice Braga. Vamos torcer para que seja tão bom quanto o livro, né?
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E é isso, galera. #FicaDica de uma leitura sensacional e alucinante!!!
Em sua primeira edição, o concurso teve mais de 600 inscritos (entre roteiristas, artistas, desenhistas e designers), que apresentaram boas ideias. Os vencedores, Lucas Lima (cartunista) e Fabrício Pretti (designer) viram o seu trabalho se tornar realidade. Já estão nas bancas as HQs UFFO – Uma Família Fora de Órbitae O Garoto Vivo.
Imagem: Divulgação/ recreio.com.br/uffo
Imagem: Divulgação/ recreio.com.br/garoto-vivo
Neste ano, a busca por novos talentos continua. O vencedor terá uma HQ com seus personagens publicada pela Abril e receberá R$ 5 mil como prêmio.
Para participar, faça a sua inscrição pelo site do prêmioaté o dia 30 de abril.
Quem pode participar?
Pessoas jurídicas ou físicas acima de 18 anos.
Como participar?
Desenvolva uma história de qualquer gênero – humor, aventura, ação, mistério, etc. -, com personagens voltados para crianças de ambos os sexos, entre 7 e 12 anos. O participante deve apresentar um projeto, a descrição do personagem principal e três argumentos de histórias em quadrinhos.
Como funciona a seleção?
Uma comissão formada por organizadores do evento irão julgar o material e farão uma pré-seleção. Três finalista serão divulgados em agosto.
Hoje venho com mais uma dica de game, mas para os nintendistas de plantão.
Como vocês já devem saber, em julho de 2011, a Nintendo anunciou seu mais novo portátil, o Nintendo 3DS. A partir disso, seu antecessor, o Nintendo DS, se tornou obsoleto, mas ficou marcante na história dos games pelos seus incríveis jogos de puzzle ou RPGs como Professor Layton e Advance Wars; um desses, é claro, é a fantástica série Ace Attorney.
Ace Attorney é uma visual novel da empresa de games Capcom, que também é responsável por séries como Mega Man ou Street Fighter.
Em sua primeira trilogia, você encarna Phoenix Wright, um recém-formado advogado de defesa, que conta com a ajuda de Mia Fey, sua mentora. Conforme o desenvolver do jogo, Wright vai adquirindo mais experiência no tribunal e conhecendo novos parceiros, como Maya Fey, a irmã de sua mentora que o ajuda na maioria dos casos e Miles Edgeworth, um promotor de elite que, num passado distante, fora amigo de infância de Wright.
A partir do quarto game, Wright se aposenta e você passa a controlar Apollo Justice, um outro advogado recém-formado que conta com um dispositivo capaz de detectar mentiras de acordo com a leitura corporal.
A série conta atualmente com quatro jogos principais (Phoenix Wright: Ace Attorney, Phoenix Wright: Ace Attorney – Justice for All, Phoenix Wright: AceAttorney – Trials and Tribulations e Apollo Justice: Ace Attorney) e dois spin-off (Miles Edgeworth: Investigations e Miles Edgeworth: Investigations 2, apenas em japonês). Sua premissa é simples – em côrte, você deve procurar as contradições nas testemunhas da promotoria e prová-las por meio das evidências encontradas em investigação. Em alguns casos, você pode fazer análise de pegadas, digitais e outras informações que o ajudem em sua investigação em busca do culpado real.
Imagem: Reprodução
O jogo não é muito realista de acordo com o sistema penal de muitos países, mas em seu modo, tem uma história atraente e gráficos que combinam com seu gameplay. Caso não tenha total entendimento do inglês, suas versões europeias saíram em espanhol, francês e italiano – escolha o idioma que mais lhe agrada e aproveite a diversão.
Nota Final: 9,5
História envolvente e puzzles inteligentes. Com certeza, um dos melhores jogos de Nintendo DS