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#DicaTdF: Os melhores álbuns de rock de 2011!

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Giselle Hirata   |    18 de novembro de 2011

Bom, assim como a ME costuma publicar “os piores do ano”, eu resolvi fazer um post com uma lista também. Mas, a minha é sobre os melhores álbuns de rock de 2011.

Amo música e adoro rock! E quero compartilhar um pouco dessa minha paixão com vocês.

Abaixo, os 11 melhores discos, na minha opinião. Espero que gostem!

11.  The Nightwatchman – World Wide Rebel Songs

Se você jogou Guitar Hero: Legends Of Rock talvez reconheça a capa: é o mesmo com quem você tocou “Bulls On Parade”. Em sua empreitada em carreira solo, Tom Morello traz novamente várias músicas com um alto teor crítico e político, mas agora bem mais animadas devido a inclusão de suas habilidades na guitarra. Pra quem gosta de folk, é uma ótima pedida.


10. Eddie Vedder – Ukelele Songs

Um instrumento utilizado em músicas típicas do Havaí e o frontman  de uma das principais bandas do movimento grunge da década de 90. Some isso e você tem Ukelele Songs, um disco relaxante e gostoso de ouvir. É um ótimo aquecimento para seus ouvidos para esperar o material novo do Pearl Jam que veremos ano que vem.


9. R.E.M – Collapse Into Now

O ultimo álbum antes da separação do R.E.M é bem morno comparado a seus trabalhos passados. Mas não deixa de ser legal: há faixas para todos os gostos, das mais agitadas às mais paradas, e conta até com a participação de vários músicos, dentre eles o célebre Eddie Vedder que também está na lista.


8. Rise Against – Endgame

O punk rock do Rise Against continua afinado como nunca esteve, com suas letras politizadas voltadas a temas polêmicos. De canções falando do furacão Katrina até a defesa a causas homossexuais, o álbum foi bem distribuído entre a quantidade de músicas pesadas e as baladas.

7. Lou Reed/Metallica – Lulu

Nunca fui muito fã de metal, mas tenho que admitir que Lulu foi uma dos projetos musicais mais diferentes que ouvi em tempos. A adaptação de uma produção teatral alemã “narrada” por Lou Reed e executada pelo Metallica deu um ar de negatividade e raiva tremenda. Não é música pra qualquer tipo de ouvinte, mas arrisque ouvir com as letras que você vai sacar a ideia por trás do disco.

6. The Strokes – Angles

É um album que faz jus ao nome: as dez faixas do álbum trazem diferentes rítimos e batidas, beirando à eletrônica ou a um rock no estilo dos anos 70, explorando diferentes estilos de se tocar. Julian Casablancas e seu grupo mandaram bem com o trabalho –  talvez o melhor desde o seu primeiro álbum, o Is This It.


5. Chickenfoot – III

Nesse mundo do rock atual onde o que mais predomina são as guitarras distorcidas, um bom rock as antigas soa renovador. O segundo álbum de estúdio do supergrupo mostra que Joe Satriani está mais afiado do que nunca, mandando riffs poderosos um atrás do outro.  Hard Rock puro e de qualidade.


4. Radiohead – The King Of Limbs

The King Of Limbs é um disco deveras estranho: traz tanto canções com batidas frenéticas com o uso de sintetizadores visto em Bloom e Feral quanto baladas mais calmas como Codex e Give Up The Ghost. Talvez seja necessário vários replays para entender Thom Yorke de no meio de tanta confusão, mas o trabalho ficou bem legal como um todo.


3. Red Hot Chili Peppers – I’m With You

O décimo album do Red Hot Chili Peppers evidencia o quanto Anthony Kiedis e Flea continuam moleques fazendo música apesar da idade, é incrível. Apesar da falta
que o guitarrista John Frusciante faz no grupo, Josh Klinghoffer mandou muito bem com seu som mais suave e discreto mas que fundiu com o enérgico funk rock. Não chega a ser um Blood Sugar Sex Magik da vida, mas é um álbum muito bom.

2.  Arctic Monkeys – Suck It And See

O grupo britânico que entrou pra mídia pela internet e suas redes sociais trouxe mais um de seus trabalhos recheado de indie rock. Suck It And See, além de ter um título meio tenso, é um álbum maduro mas ao mesmo tempo divertido, desde “She’s Thunderstorms” até “That’s Where You’re Wrong”.

1. Foo Fighters – Wasting Light

Fazia tempos que o Foo Fighters não lançava um album tão consistente; arrisco a dizer que é o melhor desde The Colour And The Shape. Ao contrário do que se pensa, o retorno de Pat Smear como terceiro guitarrista não atrapalhou o grupo: o resultado foi um álbum que apesar de pesado, trouxe o ápice do trabalho de Dave Grohl como líder da banda. Super recomendado.

E é isso aí! Alguém já ouviu algum desses? Compartilhe a sua opinião!

#Ficadica

Por Matheus Costa (@_mathcosta)


#TdFConferiu: VMB 2011

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Giselle Hirata   |    21 de outubro de 2011

Eu sempre assisto o VMB (Vídeo Music Brasil) e, neste ano, não foi diferente. Então, resolvi fazer um post contando como foi a noite de premiação.

Esse ano o Video Music Brasil resolveu fazer ‘algo de diferente”, citando Luisa Marillac.

Em novíssimo formato, o tão aguardado evento musical aconteceu ontem, quinta-feira (20/10), e deu o que falar.

O VMB surpreendeu a todos quando foram anunciados os indicados às doze categorias. A surpresa maior foi para nós, espectadores, que só poderíamos votar em quatro dessas categorias. Pela primeira vez haveria uma premiação musical sem o voto do público no Brasil.

Acredito que isso ocorreu por causa da dominação das “modinhas” nos últimos anos, o que estava tornando do VMB um evento maçante – que premiava os mesmos artistas e não abria portas para outros.

Neste ano, deixaram as categorias Melhor Música, Melhor Capa, Melhor Clipe, Artista Revelação, Aposta, Melhor Disco e Artista do Ano nas mãos de uma academia de especialistas.

E na hora das premiações foi evidenciado o espaço que o Rap está reconquistando na música: os dois artistas mais premiados foram Criolo e Emicida.

E sob a direção e produção musical de Miranda, famoso ex-jurado do programa Ídolos, atual jurado do programa Qual é o Seu Talento?, do SBT,  notou-se também a grande diversidade nos shows. Eram três palcos simultâneos em cada show. No show de entrada, Emicida, DJ Nyack, Macaco Bong, Seu Jorge, Nação Zumbi e Guizado fizeram um cover sensacional de “Eu e você, você e eu”, grande clássico do Tim Maia.

Outros shows que rolaram no evento foram:

- NxZero e Rancore tocando um medley de “Só Rezo”, do Nx, e “Jeito Livre”, do Rancore

- One Night Only e Di Ferrero tocando “Can You Feel It Tonight”, do ONO

- Arnaldo Antunes, Mallu Magalhães, Marcelo Jeneci, Laura Lavieri e Erasmo Carlos tocando “Preciso encontrar um amigo”

- Criolo e Caetano Veloso subiram ao palco para um dos shows mais esperados da noite, e tocaram o grande hit “Não existe amor em SP”, de Criolo

- Marcelo Camelo junto com a banda Hurtmold tocaram “Ô Ô”, de Camelo

- Marcelo D2 junto com a banda de seu filho, Stephan, a Start, Helinho do Ponto de Equilíbrio, a rapper revelação Karol Conká, Lurdez da Luz e Flora Matos, fizeram uma grande improvisação, misturando musicas de todos eles

- Marina Lima, Karina Buhr, Tulipa Ruiz, Nina Becker, Bárbara Eugênia e Edgard Scandurra tocaram “Pra começar”, da Marina Lima

E, finalmente, para encerrar a noite de premiações, humor e muita musica:

- Garotas Suecas, Banda Uó e Gabi Amarantos tocaram um mix de “Banho de Bucha”, “Shake de amor” e “Xirley”, respectivamente de cada banda.

Sem duvidas, uma premiação sensacional. O espaço que a MTV vem abrindo para bandas e músicos mais “underground” tem sido muito importante para a cena musical no Brasil. Devemos esperar que o formato do evento continue, e que somente a música volte a ser valorizada em tais premiações.

Se você não assistiu, e ficou curioso pra saber quem ganhou o que, se liga aí:

ARTISTA DO ANO:  Emicida

MELHOR DISCO: ‘Nó na Orelha’, Criolo (Obs.: Não encontrei um vídeo para este! #fail)

MELHOR MÚSICA: ‘Não Existe Amor em SP’, Criolo

CLIPE DO ANO: ‘Então Toma’, Emicida

HOT DO ANO: ‘Me Acorde pra Vida’, CW7

REVELAÇÃO: Criolo (Obs.: Não encontrei um vídeo para este! #fail)


WEBCLIPE: ‘Shake de Amor’, Banda Uó

MELHOR CAPA: ‘A Coruja e o Coração’, Tiê


APOSTA: Tono

WEBHIT: ‘Sou Foda’, Vitinho

ARTISTA INTERNACIONAL: Lady Gaga

Para quem assistiu, uma pergunta: curtiram?

Por Rafael Gonçalves (@RHGoncalves)