Hoje trago uma boa dica de leitura! É o livro Grace, de Richard Paul Evans.
Temos a história de Eric Welch, um adolescente que vive em Salt Lake City. Durante o seu expediente de trabalho, ele encontra uma garota, Grace, revirando o lixo a procura de comida. Comovido, ele a leva para sua casa – onde, escondido de seus pais, ele a mantém em seu clubinho.
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Pouco tempo depois, ele descobre que a garota fugiu de casa. A mãe de Grace, que é completamente apaixonada pelo novo parceiro, ignorava uma série de crueldades e abusos que a menina sofria nas mãos do padrasto.
O livro se inicia com a fábula A Vendedora de Fósforos, mas vai alternando as história de Grace e Eric – sempre com um trecho do diário da menina, que se intitula “Anne Frank”.
É uma obra contraditória – é profundo, pesado e chocante, mas ao mesmo tempo traz suavidade e doçura ao mostrar o verdadeiro valor da humanidade, do amor e da amizade. O mais legal é que tudo se passa nos anos 1960 e o autor faz inúmeras referências aos Beatles, a Joe DiMaggio e a Crise dos mísseis de Cuba.
Hoje eu estou aqui para falar de um livro que eu li recentemente, mas que já tem mais de 50 anos! E mesmo assim continua inovador para os dias de hoje.
O nome do livro é On The Road, de Jack Kerouac.
Jack Kerouac, escritor norte-americano do século 20, é o mais importante personagem da chamada Beat Generation, surgida nos anos 50, após a Segunda Guerra Mundial.
A Beat Generation buscava romper com os padrões literários da época, e propunha uma escrita inovadora e livre. Ela teve influência de diversas outras tendências artísticas, como o Jazz, o Bop, o Modernismo. ( A ME, inclusive, já fez uma matéria sobre o assunto! Clique aqui para ler a matéria.
O livro conta a história de Sal Paradise e seu amigo, Dean Moriarty. Ambos vivem uma vida agitada, atravessando todo os EUA desde o cinzento e obscuro Leste, em Nova Iorque, passando por Denver, no meio do país, e chegando a São Francisco, no Oeste americano, para depois refazer o caminho inúmeras vezes.
Cada cidade que a dupla passa (ou apenas Sal, já que o livro é cheio de encontros e desencontros), é uma nova história.
Embora seja um romance, é uma espécie de diário autobiográfico. Kerouac coloca diversas experiências em forma de narrativa.
Esse é um daqueles livros que não pode ser lido rapidamente. É preciso tentar imaginar o que está acontecendo, essa é a verdadeira experiência que o livro propõe.
O livro é uma importante obra americana, sendo constantemente citado em rankings de os 100 melhores livros da literatura de língua inglesa.
Além disso, com ele é possível ter um panorama de como era a sociedade americana naquela época: drogas, meios de comunicação e tendências.
O livro possuí também uma fama de revolucionário : dizem que depois de lê-lo, Bob Dylan fugiu de casa e Jim Morrison resolveu criar o The Doors.
Esse ano, será lançada a adaptação cinematográfica de On The Road, dirigida pelo brasileiro Walter Salles e estrelada por Sam Rilley, Garrett Hedlund e Kristen Stewart (sim, a Bella de Crepúsculo). O elenco também conta com Viggo Mortensen (o Aragorn de O Senhor dos Anéis), Kirsten Dunst (a Mary Jane de Homem Aranha)), Amy Adams (de O Lutador) e a brasileira Alice Braga. Vamos torcer para que seja tão bom quanto o livro, né?
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E é isso, galera. #FicaDica de uma leitura sensacional e alucinante!!!
Comecei a acompanhar uma série e curti muito. Por isso, resolvi compartilhar com vocês.
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The Secret Circle conta a história de Cassie Blake (Britt Robertson), uma adolescente normal e feliz. Tudo muda quando sua mãe, Amelia, morre em um incêndio. Após o “acidente”, Cassie vai morar com a sua avó, Jane, na pequena cidade de Chance Harbor, em Washington. Lá ela tem a sensação de que as pessoas sabem mais sobre sua vida do que ela mesma. A garota descobre, então, que sua família é descendente de bruxos. Juntos com alguns amigos, ela faz parte de um círculo secreto que aumenta seus poderes. A partir daí, coisas estranhas começam a acontecer… e cabe à Cassie e seus colegas unirem forças para enfrentar cada desafio.
O seriado, criado por Andrew Miller, é baseado no livro homônimo de L. J. Smith (o mesmo autor de The Vampire Diaries).
Bruxaria, romance, drama, suspense e aventura! Para quem curte séries assim, passa todas as quartas, às 21h00, na Warner.
Bom, assim como a ME costuma publicar “os piores do ano”, eu resolvi fazer um post com uma lista também. Mas, a minha é sobre os melhores álbuns de rock de 2011.
Amo música e adoro rock! E quero compartilhar um pouco dessa minha paixão com vocês.
Abaixo, os 11 melhores discos, na minha opinião. Espero que gostem!
Se você jogou Guitar Hero: Legends Of Rock talvez reconheça a capa: é o mesmo com quem você tocou “Bulls On Parade”. Em sua empreitada em carreira solo, Tom Morello traz novamente várias músicas com um alto teor crítico e político, mas agora bem mais animadas devido a inclusão de suas habilidades na guitarra. Pra quem gosta de folk, é uma ótima pedida.
Um instrumento utilizado em músicas típicas do Havaí e o frontman de uma das principais bandas do movimento grunge da década de 90. Some isso e você tem Ukelele Songs, um disco relaxante e gostoso de ouvir. É um ótimo aquecimento para seus ouvidos para esperar o material novo do Pearl Jam que veremos ano que vem.
O ultimo álbum antes da separação do R.E.M é bem morno comparado a seus trabalhos passados. Mas não deixa de ser legal: há faixas para todos os gostos, das mais agitadas às mais paradas, e conta até com a participação de vários músicos, dentre eles o célebre Eddie Vedder que também está na lista.
O punk rock do Rise Against continua afinado como nunca esteve, com suas letras politizadas voltadas a temas polêmicos. De canções falando do furacão Katrina até a defesa a causas homossexuais, o álbum foi bem distribuído entre a quantidade de músicas pesadas e as baladas.
Nunca fui muito fã de metal, mas tenho que admitir que Lulu foi uma dos projetos musicais mais diferentes que ouvi em tempos. A adaptação de uma produção teatral alemã “narrada” por Lou Reed e executada pelo Metallica deu um ar de negatividade e raiva tremenda. Não é música pra qualquer tipo de ouvinte, mas arrisque ouvir com as letras que você vai sacar a ideia por trás do disco.
É um album que faz jus ao nome: as dez faixas do álbum trazem diferentes rítimos e batidas, beirando à eletrônica ou a um rock no estilo dos anos 70, explorando diferentes estilos de se tocar. Julian Casablancas e seu grupo mandaram bem com o trabalho – talvez o melhor desde o seu primeiro álbum, o Is This It.
Nesse mundo do rock atual onde o que mais predomina são as guitarras distorcidas, um bom rock as antigas soa renovador. O segundo álbum de estúdio do supergrupo mostra que Joe Satriani está mais afiado do que nunca, mandando riffs poderosos um atrás do outro. Hard Rock puro e de qualidade.
The King Of Limbs é um disco deveras estranho: traz tanto canções com batidas frenéticas com o uso de sintetizadores visto em Bloom e Feral quanto baladas mais calmas como Codex e Give Up The Ghost. Talvez seja necessário vários replays para entender Thom Yorke de no meio de tanta confusão, mas o trabalho ficou bem legal como um todo.
O décimo album do Red Hot Chili Peppers evidencia o quanto Anthony Kiedis e Flea continuam moleques fazendo música apesar da idade, é incrível. Apesar da falta
que o guitarrista John Frusciante faz no grupo, Josh Klinghoffer mandou muito bem com seu som mais suave e discreto mas que fundiu com o enérgico funk rock. Não chega a ser um Blood Sugar Sex Magik da vida, mas é um álbum muito bom.
O grupo britânico que entrou pra mídia pela internet e suas redes sociais trouxe mais um de seus trabalhos recheado de indie rock. Suck It And See, além de ter um título meio tenso, é um álbum maduro mas ao mesmo tempo divertido, desde “She’s Thunderstorms” até “That’s Where You’re Wrong”.
Fazia tempos que o Foo Fighters não lançava um album tão consistente; arrisco a dizer que é o melhor desde The Colour And The Shape. Ao contrário do que se pensa, o retorno de Pat Smear como terceiro guitarrista não atrapalhou o grupo: o resultado foi um álbum que apesar de pesado, trouxe o ápice do trabalho de Dave Grohl como líder da banda. Super recomendado.
E é isso aí! Alguém já ouviu algum desses? Compartilhe a sua opinião!
Essa é para todos que, como eu, curte demais a seção Retrato Falado.
Navegando pela internet, descobri o blog “O Serial Killer“, escrito pelo psiquiatra Fernando César. O autor conta que se interessou pelo tema depois de trabalhar com psiquiatria forense – análise psiquiátrica de acusados que tenham cometido crimes por ter algum tipo de doença mental.
No blog você encontra notícias recentes sobre os assassinos em série, o perfil de vários deles, além de fotos, vídeos, histórias e uma análise do caso feita pelo psiquiatra.
Imagem: Divulgação/Reprodução - blog "O Serial Killer"
Ou seja, um prato cheio para quem se interessa pelo assunto e fica com aquela sensação de “quero mais” depois de ler o Retrato Falado da ME.
Ah! E além do blog, recomendo o especial “76 Serial Killers” – o especial hardcore da Mundo Estranho. É muito bom.