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TdF 2013 – A Despedida

Turma do Fundão   |    22 de agosto de 2014

TDF

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Foram 12 meses de muito trabalho e muita troca de ideias, mas agora acabou. A Turma do Fundão 2013 se despede de sua gestão com boas histórias para contar e a sensação de dever cumprido. Nós aqui da redação vamos sentir muita falta deles!

Prepare o lenço e veja as despedidas da equipe:

Daniel Pini
Nos últimos 12 meses eu: Conheci várias pessoas com as quais eu me dei muito bem e que têm gostos muito parecidos com os meus. Desde a primeira vez que conversei com cada um deles, tive a impressão de que já os conhecia há muito tempo, e não digo isso só dos outros TdFs, mas de todos os que estão por trás de toda a criação da Mundo Estranho. Também aprendi sobre como funciona um ambiente de trabalho e sobre como ele pode ser descontraído e prazeroso de participar. Aprendi que a palavra “emprego” pode ser sinônima de algo muito legal.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: O post do blog Conheça a saga Os Legados de Lorien. Por esta ser uma das minhas séries de livro favoritas, tive o prazer de sentir que pude apresentá-la para outras pessoas para, possivelmente, criar outros fãs de Pittacus Lore.

Para mim, a Mundo Estranho é: Antes de uma revista, é uma família, no sentido de que todos se dão bem, compartilham os mesmos interesses e se ajudam, pois a criação da revista precisa da ajuda de cada um ali. Essa visão de uma “comunidade” dentro da redação me mostrou como é importante a união de um grupo, algo que vou levar para toda a vida. E, como revista, ela é diferente de todas as outras, transformando qualquer tipo de conteúdo que na escola seria chato em algo muito interessante e curioso.

Para mim, ser um TdF foi: Essencial para minha formação de vida, pois aumentou minha cultura, minhas responsabilidades e me incentivou à leitura por meio dos livros que foram mandados. Melhorei também minha escrita, tanto contribuindo para o blog quanto escrevendo para o Debate. Mas o mais importante de tudo foram as novas visões de vida que posso ter, sem me preocupar em conviver com um trabalho que poderia ser chato.

Eduardo Britto
Nos últimos 12 meses eu: Me diverti muito, conheci muita gente bacana, aprendi e inventei um monte de apelidos: o Baiano 1.0 e o 2.0, o outro Edu, a NYC, o Ica, Celly, Helô (moça justa), Pedro dos cubos, Dani, Ian, Fran, Rafa, Lau, Elton do Acre, Gabe, Gus, Zoé(ra)ga, Sensei. E não foram só eles: ainda tive a honra de conversar com TdFs de antigas gerações (que obviamente foram superadas pela geração 2013-2014). Conheci o pessoal da ME, ri de péssimas piadas que rondam a família TdF, ganhei um monte de livros novos, vi vários filmes, escrevi algumas resenhas, aprendi bastante e desenvolvi meus argumentos sobre diversos assuntos.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Escolher só uma é impossível, então peguei minhas três favoritas, que são: 5 filmes de terror baseados em fatos reais, 5 melhores dragões para treinar e 10 melhores armas para os Jogos Vorazes. Gostei muito de fazê-las, pois foram diferentes das resenhas comuns. Várias pesquisas foram necessárias para poder formar cada uma dessas três listas e fiquei um pouco assustado com algumas das histórias de terror (bem verdadeiras!). Montei uma estratégia para os Jogos Vorazes, afinal nunca se sabe, né?

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista de todas, que sempre está em busca de maneiras de melhorar e chamar a atenção de novos leitores. Se me pedissem para descrever a ME com uma palavra, a resposta seria “inovação”. À medida que novas edições são lançadas, é impossível não ficar boquiaberto com a habilidade que a equipe tem de se superar mensalmente e ainda manter a própria identidade. A ME também é uma família, composta não só por TdFs e redação, mas por todos os mais de 500 mil leitores espalhados por todo o país.

Para mim, ser um TdF foi: Uma experiência fenomenal. Fiz amizades que quero manter por toda a vida, ganhei livros grátis, tive a chance de expor minhas opiniões para os leitores e indicar jogos, livros e filmes no blog. Também tive a oportunidade de aprender mais sobre o jornalismo. As vantagens são imensas, mas caso você que está lendo não tenha conseguido passar esse ano, tente de novo. Vai que, assim como eu, você dê sorte na segunda tentativa?

Eduardo Victor Souza
Nos últimos 12 meses eu: Fiz parte de uma revista de circulação nacional que me deu a oportunidade de contribuir para a sua criação. Aprimorei minha habilidade de escrita, conheci pessoas incríveis e criei laços tanto com os membros da redação quanto com os outros TdFs, que, surpreendentemente, se tornaram grandes amigos para mim. Amadureci, saí do ensino médio e comecei minha carreira jornalística trabalhando como repórter em um jornal. Respirei séries, absorvi livros e me apaguei a filmes. Errei e acertei. Ainda não decidi que carreira quero seguir, mas aguardo por muitos outros meses que contornarão o tempo da minha vida. Bem poético mesmo.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Seria puxa-saquismo dizer que eu gostei de participar de tudo? Porque é a pura verdade. Desde as sugestões de pauta até as resenhas de filmes e livros, todas tiveram grande relevância para mim. Mas adorei ter sugerido a matéria Como funciona o organismo de uma planta carnívora?, que foi publicada na edição 155 (julho/2014) e até ganhou destaque nas chamadas laterais de capa. Também curti muito participar de todos os Debates, pois pude pesquisar sobre vários temas distintos e, é claro, contribuir para o meu senso crítico.

Para mim, a Mundo Estranho é: Parte de mim. Acredito que as experiências que tivemos contribuem para sermos o que somos, e, metaforicamente, parte dessa revista corre em minhas veias. Além de ser minha revista favorita, a Mundo Estranho mostra o lado do jornalismo na qual me encaixo e penso em futuramente seguir. Ela é o cenário no qual se encontram nos bastidores pessoas como eu!

Para mim, ser um TdF foi: Uma das experiências mais incríveis da minha vida. Acho que não há uma definição existente para descrever o quão grato e feliz eu sou por ter participado de algo tão maravilhoso como estar nos bastidores dessa revista. Fazer o que eu gosto para minha revista favorita e estar em contato com pessoas talentosíssimas não tem preço! Vou levar para a minha vida toda essa experiência e, com certeza, preservar todos os laços que fiz! Sim, despedida com sentimentalismo é comigo mesmo. Mas é o que dizem: uma vez TdF, sempre TdF, não é? Obrigado, Mundo Estranho!

Elton Sarah
Nos últimos 12 meses eu:
Entrei para a TdF, algo de que já tinha vontade há um bom tempo. Tive a oportunidade de fazer parte da Mundo Estranho sugerindo matérias e opinando nos Debates e Duelos. Aprendi como uma revista é feita e quem faz parte da sua produção. Recebi livros incríveis, os quais lia e resenhava para o blog da ME. E o mais importante: apareci na minha revista preferida!

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: A resenha de Laços de Sangue, já que não gostava desse tipo de livro antes de tê-lo lido. Por meio dele, comecei a ler tipos diferentes de livros, o que ajudou a diversificar minha leitura.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista do mundo, não só por conceder uma enorme participação ao leitor, mas também por fazer todas suas matérias de forma divertida, legal, e clara, além de muitas curiosidades sobre os mais variados temas. A ME já era uma parte de mim, agora também será uma parte de minha história!

Para mim, ser um TdF foi: Uma experiência única e extraordinária que, com toda a certeza, levarei para o resto de minha vida. Sendo um TdF, construí um senso crítico mais apurado, formei opiniões próprias (principalmente por pesquisar para opinar nos Debates) e, acima de tudo, aprendi valores que nunca irei esquecer.

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Gabriel Garcia
Nos últimos 12 meses eu:
Vivi incríveis experiências que só a Mundo Estranho poderia me proporcionar, conheci muitas pessoas, criei laços de amizades muito fortes, apareci na minha revista favorita e ainda pude opinar e ajudá-la! Nos últimos 12 meses, eu fiz parte de uma família e equipe muito especial que irá ficar para sempre na minha memória.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Os posts da BGS no blog da Turma do Fundão. Foram dias muito especiais e que nunca pensei que poderia viver. Conheci muitas pessoas, fiz muitas amizades, joguei incansavelmente e ainda pude escrever duas postagens incríveis, das quais me orgulho muito.

Para mim, a Mundo Estranho é: A minha revista predileta, que coleciono e a qual tive a honra de poder ajudar.

Para mim, ser um TdF foi: Uma honra, uma das melhores experiências da minha vida. Li, escrevi, participei, fui a eventos, fui à redação, aproveitei o máximo. Ser TdF foi, sem dúvidas, algo que eu gostaria de viver novamente. Tem como se inscrever de novo, produção?

Gustavo Birolini
Nos últimos 12 meses eu:
Mudei. Não sei se foi pra melhor ou pior, mas o fato é que, nesse ano que passou, muitos dos conceitos que eu tinha sobre muitas coisas foram alterados. Eu diria até que cresci um pouco. E a Mundo Estranho teve um papel fundamental nisso. Eu conheci pessoas que pensavam exatamente como eu por vezes e, por outras, diferiam completamente do que eu pensava – o que sempre coloca os pontos de vista em cheque e cria novas opiniões. Eu também fiz a temida decisão que nos obrigam a fazer nessa idade e que pode mudar todo o ruma de nossa vida: decidi-me por Jornalismo. O contato com uma redação de verdade me encantou completamente e eu quero fazer o que fiz por esse ano por muito mais tempo.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: É sempre bom fazer o que se gosta, mas falar sobre o que se gosta pras outras pessoas é melhor ainda. Por isso, adorei poder escrever sobre Doctor Who na Semana de Séries! Foi uma excelente desculpa pra entrar ainda mais no universo dessa série que eu amo. E, sem dúvida, adorei ter sido eu a sugerir a matéria Por que os ruivos foram perseguidos ao longo da história? para a revista, que foi escrita pela então estagiária Dani, também ruiva, e que eu carrego por aí pra contar a todos sobre as violências sofridas pelo meu povo.

Para mim, a Mundo Estranho: Representa o mesmo que a Recreio e TV Cultura representaram pra mim em minha infância: uma fonte sucinta de conhecimento útil, aplicável na vida ou, no mínimo, que provoca algum interesse. Algo que a escola sempre se mostrou absolutamente contra em ensinar e em que a internet é muito suspeita na maioria dos casos. Hoje a ME tornou-se muito maior pra mim. Eu a vejo como uma grande e mutável família espalhada pelo país todo.

Para mim, ser um TdF foi: Uma oportunidade de falar pra todo mundo: “olha, eu tô numa revista”, haha. Não, sério, foi um jeito de colocar meus objetivos em ordem, uma forma de entrar na minha revista preferida e a melhor maneira pra embarcar no mundo editorial ao qual eu quero pertencer em breve. Foi muito bom participar de todos os eventos de imprensa e, acima de tudo, ser reconhecido por pessoas que compram a revista!

Heloisa  Justo
Nos últimos 12 meses eu:
Mudei muito! Quando a TdF começou, ela me pegou num momento muito pra baixo da minha vida. E graças às amizades que eu fiz, às paixonites que eu tive e a todas as experiências pelas quais eu passei, eu superei uma época ruim e consegui melhorar a minha vida radicalmente. Tudo graças à TdF.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Foi na segunda edição de julho de 2014. Eu sugeri uma pauta baseada em um episódio de Friends e não só ela foi escolhida, mas a ilustração inteira da matéria foi feita baseada na série. Desde o day one na TDF, todo mundo sabe que uma das coisas que eu mais amo no mundo – perdendo só pra minha mãe e pra Harry Potter, talvez – é Friends, e ter a minha cara sorridente estampando uma matéria com Friends me deixou muito feliz. E claro, eu não podia deixar de mencionar o quão incrível foi ver de perto o Patrick Stewart e o James McAvoy na cabine de X-Men, além de, graças à ME, ter conhecido e abraçado o Sr. Barriga.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma família! As pessoas que veem a revista pronta não imaginam como é a redação e como são as pessoas que trabalham lá. Todo mundo é tão legal e todo mundo é amigo de todo mundo. Mesmo quando você ainda não os conhece, é impossível não se sentir confortável perto deles. Desde a diretora de redação carioca, passando pelo editor gordelícia até a estagiária de texto anã, todo mundo é incrível (te amo Patty).

Para mim, ser um TdF foi: Maravilhoso. A TdF chegou na minha vida numa época em que eu estava muito triste e muito abalada por um monte de coisas pessoais. As pessoas que eu conheci, as amizades que eu fiz, os eventos que eu cobri, os livros que eu li, os filmes que eu assisti, tudo foi incrível. Se eu pudesse, eu faria de novo (e eu tentei, é que não aceitaram a ficha falsa que eu mandei esse ano).

Ian  Caetano
Nos últimos 12 meses eu:
A Turma do Fundão muda todo ano e eu, com certeza, fui mudado por ela. Estar por dentro e participar da produção de uma revista que eu sempre admirei foi uma das coisas mais legais que já me aconteceram. Tentar resumir a experiência toda é quase impossível mas eu vou tentar (senão o Victor me bota de volta na jaula que ele me coloca quando não entrego as resenhas) já que, das inúmeras coisas que aprendi nesses últimos meses, uma delas foi como escrever textos dotados de maestria jovem, ao melhor estilo Mundo Estranho possível.

Para mim, ser um TdF foi: A provável palavra que melhor descreve essa enxurrada de experiências com a qual fui bombardeado desde que recebi o telefonema dizendo que fui escolhido entre jovens do Brasil todo para compor um seleto grupo de pessoas estranhas é simplesmente “empolgação”. Sim, é quase abstrato, mas é verdade, cada segundo que passei ao lado da redação e dos TdFs foi uma descarga de adrenalina, e acima de tudo um aprendizado enorme, dotado de experiências que vou levar comigo o resto da vida. Fazer parte da Turma do Fundão é uma honra e uma responsabilidade, e é uma das melhores coisas que me aconteceu.

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Icaro  Belem
Nos últimos 12 meses eu: Pude participar da minha revista favorita, visitar a redação, conhecer pessoas tão malucas como eu, ganhei livros \o/, fiz vários amigos. Zoamos uns aos outros (porque a zoeira não pode acabar), como o Birolini e suas ruividades, o Zédson e sua voz de negão, a estagiaria anã Gabi, o Sensei (o gordo mais fofo do Brasil) e sua banda lixo (sim, tive que fazer essa piada horrível) e várias outras.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Gostei de fazer todas, mas teve quatro que eu gostei mais. A matéria do pop-up de Game Of Thrones para o blog, livro que ganhei por um sorteio entre os TdFs (único sorteio que eu ganhei), as resenhas dos livros Extraordinário e Pequena Abelha (sendo que Extraordinário foi a minha primeira resenha e ambos são livros que significam muito para mim) e, finalmente, As 5 Melhores Aberturas de Séries, que foi a mais trabalhosa de todas. Não é fácil você ver mais de 200 aberturas, várias sensacionais, e escolher somente cinco.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma família com quem você sempre pode contar e que dirá o que está certo e o que está errado. Não podemos esquecer que é a melhor revista do Brasil, além de ser também a minha revista favorita. E também é o melhor meio de entender várias coisas que você sempre quis saber e ninguém sabia a resposta.

Para mim, ser um TdF foi: Uma das melhores coisas que eu provavelmente vou ter feito na minha vida. Fiz novas amizades com essa incrível pequena grande família, com os TdFs da minha geração e das gerações anteriores e com o pessoal da redação, que tenho certeza que guardarei pelo resto da minha vida. Pude melhorar meus argumentos, conhecer a redação da ME em São Paulo e ver como é feita uma revista. Pude amadurecer e consegui ter um senso de responsabilidade, coisas que são essenciais na vida de qualquer pessoa. Para mim, foi incrível e inesquecível. Quero poder ler minhas resenhas e, principalmente, esse texto, daqui a um, dois, cinco, trinta, quarenta, cinquenta anos, e poder me lembrar de que pude fazer parte dessa família. Não consigo acreditar que esta é a minha despedida. Sensei, você é legal (pronto, já falei, hahaha).

Jose  Edson
Nos últimos doze meses eu:
Fiz amigos, perdi amigos, ganhei um ano (na idade), perdi um ano (no colégio), ganhei muitos livros, perdi muitas palhetas, ganhei cabelo e quase perdi a cabeça com uns problemas, além de ter começado a trabalhar. Nos últimos doze meses eu ganhei e perdi muitas coisas, mudei drasticamente o meu estilo de viver, mas acredito que saio da TdF com um saldo positivo. Nos últimos doze meses eu conheci pessoas que interferiram totalmente na minha vida, tive os dois melhores chefes do mundo (o Victor e a Barriga dele. Desculpa Marcel, eu não podia perder essa), viajei de cruzeiro e de avião pela primeira vez. Em um ano, muitas mudanças vieram, tanto pra melhor quanto pior, e muitas outras ainda estarão por vir ao longo de mais doze anos.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar:
Como eu sou uma anta que não dá nenhuma ideia boa pra fazer matéria e nem tenho bons argumentos pro Duelo, muito menos uma opinião bem construída para um Debate, me restou apenas umas participações no Xis Tudo (que, por sinal, é a minha parte favorita da revista, então eu estou feliz apenas com isso). Então, como eu não fiz muita parte das matérias, quero passar as resenhas que eu mais gostei de fazer, que foram, por sinal, de dois de meus jogos e livros favoritos: Journey e Jogador Número 1. Me diverti bastante fazendo, mesmo com o editor chato cortando umas partes da segunda resenha pra poder postá-la no blog.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista que existe! Sério, sem puxa-saquismo. Eu já gostava bastante dela e, no momento em que eu passei a conhecer todas as pessoas que fazem parte dela, que fazem ela ser o que é, eu fiquei apaixonado. Apaixonado por tudo, pelos editores, designers e até pelos estagiários (UM SALVE PARA TODOS OS ESTAGIÁRIOS DO BRASIL, AMO VOCÊS!). Guardo todos os meus exemplares numa caixa pra poder passar esse legado pros meus filhos um dia (isso é sério).

Para mim, ser um TdF foi: Nossa, a melhor experiência da minha vida. Não me julguem, foi sim! Conheci pessoas maravilhosas, amigos que eu vou levar pra vida inteira, arranjei hospedagem nos quatro cantos do país e ainda consegui entrar de graça na Bienal de Salvador como imprensa! Parece pouca coisa, mas pra quem quer fazer Jornalismo como eu, isso é um sonho realizado (o crachá vive pendurado na minha prateleira). Só tenho a agradecer a todo mundo que fez parte disso comigo.

Laura  Tanure

Nos últimos 12 meses eu: Tive a oportunidade de participar e ajudar a fazer a revista com que eu mais me identifico e amo. Aprendi que cumprir prazos é essencial para melhor desempenho. Conheci pessoas de todos os cantos do Brasil, mas por ser um pouco mais reservada, não cheguei a me enturmar muito. Mas sei que todos são pessoas bacanas, afinal eles curtem tanto a ME como eu. Descobri que, para que a ME chegue linda na minha casa todo mês, é porque há muito esforço e dedicação, aos quais antes eu não dava o devido valor. Acho que, em um ano de ME, poderia ter me dedicado melhor, mas com felicidade deixo meu “lugar” de TdF para os novatos.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Foram as duas P&Rs que sugeri, as quais sempre quis que fossem respondidas na ME e onde pude aparecer como TdF Sugeriu. E também o post sobre os filmes de terror para assistir em uma sexta-feira 13.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma excepcional revista que junta curiosidades, assuntos sérios e matérias que já me ajudaram muito na escola com textos fáceis e rápidos.

Para mim, ser um TdF foi: Receber muitos livros e não conseguir ler todos a tempo, participar de eventos representando a sua revista, poder bater um papo com os criadores dela e ter orgulho de ver nas bancas algo que tenha uma parcela de participação sua, mesmo que pequena.

Leonardo Barbosa
Nos últimos 12 meses eu:
Quando li a Revista Mundo Estranho pela primeira vez, percebi que o slogan “pra quem é louco por curiosidades” não se encaixava apenas aos seus leitores, mas também aos editores, redatores e estagiários. Nesses últimos 12 meses, me senti parte de algo vivo. Mesmo sendo impressa, feita de papel e publicada em bancas de revista e livrarias, a ME é fruto de uma combinação de loucura e trabalho muito bem feitos. Nestes 12 meses como TdF, consegui contatos que nunca poderia antes e conheci pessoas maravilhosas. Percebi como é difícil levar uma revista mensalmente para todo o Brasil, ganhei livros e fiz amigos, estes que levarei (ou tentarei levar) pro resto da vida.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Não tenho uma matéria especial na qual eu participei. Todas as coberturas de evento que fiz e toda vez que vi minha foto em uma edição foram algo gostoso. Uma edição legal que teve muita contribuição da TdF foi a das Mentiras do Cinema. Percebi ali que nosso trabalho estava sendo utilizado.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma revista que me fez ter vontade de ser jornalista. Estava em processo de escolha profissional quando entrei para a Turma do Fundão. Mesmo querendo seguir a carreira de Engenheiro Químico, hoje em dia não me vejo sendo feliz a não ser cursando Jornalismo. A Revista Mundo Estranho nada mais é do que um lugar onde um dia eu quero estar no futuro. Quem sabe?

Para mim, ser um TdF foi: Uma das melhores experiências da minha vida. Conheci pessoas muito legais e divertidas e que ficarão em minha memória para o resto da minha vida. O contato com o Marcel e o Victor, que são profissionais que admiro muito, foi de um aprendizado e tanto. Criamos senso de responsabilidade para a entrega de matérias e opiniões e desenvolvemos nossa escrita e interpretação.

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luizfelipe
Nos últimos 12 meses eu: Sugeri pautas para a revista, criei conteúdo para o blog, interagi com todos da redação e, por isso, fiz amizades que, com certeza, levarei para o resto da vida.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Foi o Duelo entre Cavaleiros do Zodíaco vs. Naruto, pois sou muito fã dos dois animes e foi muito difícil escolher um para defender. Além disso, era muito gratificante ver os comentários positivos e os “likes” que se recebia ao publicar alguma resenha ou matéria que tinha feito para o blog.

Para mim, a Mundo Estranho é: Simplesmente incrível. Sou leitor desde 2005, quando tive o meu primeiro contato com a revista, e pretendo continuar aumentando minha coleção a cada ano que passa, sem deixar faltar uma revista sequer!

Para mim, ser um TdF foi: Uma experiência única e inesquecível. Eu recomendo a todos os fãs da revista e a todos que têm vontade que se inscrevam! Ser TdF significa conhecer todos os bastidores. Poder ajudar a compor as matérias da revista de que você tanto gosta é uma sensação indescritível.

Marcelly Nascimento
Nos últimos 12 meses eu:
Conheci muita gente interessante, até um neto bastardo do meu bisavô (risos). Agora, falando sério. Acho que, nesses doze meses, eu me descobri. Aqui estou, cursando Direito, mas tendo a certeza de que vou atuar na área de Jornalismo. Uma experiência maravilhosa que eu poderia ter aproveitado melhor, e esse é meu arrependimento. Tive um gostinho do que vou ter de aturar em meu ambiente de trabalho: entrei em contato com pessoas maravilhosas, e outras nem tão legais, mas, de qualquer forma, inesquecíveis. Fiz resenhas e amei fazê-las. Participei um pouco da minha revista favorita e conheci parte dos bastidores dela. E o melhor: mesmo morando longe, tive uma oportunidade maravilhosa, conseguir credenciamento para a Bienal através dela. Recebi livros, como A Ilha dos Dissidentes e Divergente, que se tornaram meus livros favoritos. Enfim, foi um ano maravilhoso enquanto TdF – mas que eu definitivamente poderia ter aproveitado mais. Essa é minha dica para os TdF futuros: aproveitem, amigos. Dura só um ano (e vocês não têm noção do quanto passa rápido).

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Sem dúvida a matéria sobre as creepypastas mais assustadoras! Amei fazer, simplesmente amei. Fiquei mais empolgada ainda de ver a repercussão! Fiquei toda orgulhosa. Além disso, amo creepypastas, foi uma coisa divina poder compartilhar minhas favoritas com vocês. Obrigada pela retribuição!

Para mim, a Mundo Estranho é: Foi, é e sempre será a mais maravilhosa revista do mundo. Coisa linda de se ver por dentro e por fora. Experiência que eu nunca vou esquecer. Para ficar completa, só falta visitar a redação!

Para mim, ser um TdF foi: Uma oportunidade que, repito, poderia ter aproveitado muito mais. Ainda assim foi maravilhoso. Um sonho que sempre tive, sempre invejando (inveja branca né gente) os selecionados que saíam na revista. Então um dia, BAM: lá está a Marcelly. Se fiquei feliz? Chorei no telefone ao receber a notícia. Foi maravilhoso. O dia em que ouvi aquelas palavras de que estava dentro ficará guardado com muito carinho pra sempre na minha memória. TdF amanhã, TdF hoje, TdF sempre!

Nycole  De Gennaro
Nos últimos 12 meses eu:
Aprendi o que é amizade de verdade e o que é ter em mãos uma oportunidade única. Na TdF, você visualiza um mundo completamente diferente do seu. Conheci pessoas e vivenciei momentos que eu nunca teria vivenciado se não tivesse entrado pra turma mais divertida do Brasil. Aqui é a prova de que não importa cor, raça e gosto pra se criar um laço permanente. Queria voltar esses 12 meses e poder viver tudo novamente, desde o preenchimento do formulário até a ligação informando que havia sido selecionada. Momentos únicos que guardarei no meu coração pra sempre.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: A matéria que eu mais gostei de fazer foi a entrevista com o Pedro Gabriel, autor do famoso Eu Me Chamo Antônio. Foi ótima! Me senti numa verdadeira experiência jornalística. Além do entrevistado ter sido exemplar e extremamente simpático e atencioso, aquela oportunidade foi sensacional. Nunca me esquecerei daquele dia ao lado da TdF Rafaela Haddad e do escritor de uma das minhas obras favoritas. Dia para guardar no lado esquerdo do peito.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma família. Vai muito além de ser uma das melhores revistas do Brasil. Com uma equipe extremamente atenciosa, não tem como não se sentir em casa. A Mundo Estranho também pode ser considerada uma plataforma de realização, pois foi lá mesmo que eu realizei um dos meus maiores sonhos, ser TdF.

Para mim, ser um TdF foi: Fazer parte de algo essencial. Foi uma experiência fora da realidade! Já estou preparando minha inscrição fake para 2015. Queria, e muito, poder fazer parte da TdF de novo, até para poder aproveitar e participar mais. #volta2013

Pedro  Ullian
Nos últimos 12 meses eu:
Tive a honra de contribuir de diversas maneiras para a minha revista favorita. Pude entender como ela é feita, ler um monte de livros novos e legais e ainda poder compartilhá-los por meio das resenhas. Conheci muitas outras pessoas de vários estados brasileiros que curtem as mesmas coisas que eu e melhorei minha argumentação. Além disso tudo, amadureci, aprendi a organizar meu tempo e a evitar a procrastinação. E, claro, treinei com o cubo mágico!

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Foi a resenha de Ataque dos Titãs – Shingeki no Kyojin. Pois amei fazer as resenhas dos livros e afins. Era algo que nunca havia feito e que aprendi como fazer. Em especial essa sobre esse super anime, com titãs no topo da cadeia alimentar que devoram humanos. Também adorava escrever para os Debates! Assim pesquisei sobre variados assuntos que, muitas vezes, depois trabalhei na escola.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor e mais completa revista em circulação no Brasil! Depois que comecei a lê-la, fiquei mais informado sobre as séries, filmes e livros do momento e adquiri milhares de informações que me proporcionaram uma explicação fácil e divertida sobre os acontecimentos desse planeta. Também é uma ótima consultoria para trabalhos e apostas tira-teima e, sem dúvidas, uma amiga para as horas de ócio.

Para mim, ser um TdF foi: Uma experiência única e sensacional de que me recordarei para sempre! Ajudar a montar cada edição da ME com minhas ideias e dúvidas e depois ver minha foto na página foi uma sensação incrível. Algo que me levou a pensar “Isso não é meio que ser famoso?”. Também pude entender melhor essa arte que é o jornalismo, conhecer gente nova e ver como é bom ajudar o que você ama ler todo começo de mês. Obrigado pela oportunidade, ME!

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Rafaela Haddad
Nos últimos doze meses eu:
Conheci pessoas novas, tive a oportunidade de fazer entrevistas e conhecer uma redação. Li livros muito bons (sem pagar nada) e, acima de tudo, melhorei minha escrita de modo indescritível (hehe). Além disso, vi minha cara em uma revista mais de uma vez e me senti famosa por alguns segundos!

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Não é exatamente uma matéria, mas amei participar de cada um dos Debates. Pesquisava bastante a acabei aprendendo muito. Além disso, você aprende a ser flexível com seu texto e as informações, já que temos um tamanho específico.

Para mim, a Mundo Estranho é: Não é só uma revista (ok, isso foi clichê, mas é serio). A ME é um dos melhores meios de informação casada com diversão e, acima de tudo, é uma das únicas, senão a única, que apoia e motiva jornalistas mirins como nós da TdF. É também, e principalmente, uma grande família, dessas que abre as portas todo ano para que você faça parte da empreitada deles.

Para mim, ser um TdF foi: Uma honra. E não é brincadeira. Acima de todo o conhecimento e a experiência que pude receber nesses doze rápidos meses, está o reconhecimento das pessoas. É gratificante ser lembrado e reverenciado por gente que respeita e admira o que fazemos (esse grupo vai além da minha mãe, pode crer). E nada como entrar em uma livraria e ver sua foto numa revista, não? Todos deveriam passar por isso.

Victor Francesco
Nos últimos 12 meses eu:
Conheci pessoas muito boas, com interesses parecidos, que vou levar para o resto da minha vida, além de poder sentir a pressão de fazer uma matéria para um público enorme ler.

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: Foi a cobertura da BGS, na qual participei de duas matérias sobre o evento. Além de jogar games antes de seu lançamento, pude entrevistar pessoas influentes e muito importantes nesse meio gamer.

Para mim, a Mundo Estranho é: Um grupo de pessoas com grandes ideias que as transforma em uma revista bem escrita e um blog bem organizado. É uma família.

Para mim, ser um TdF foi: Uma das melhores experiências que já tive na minha vida. Estar ali, no meio de pessoas geniais e de adolescentes com grande potencial me revigorou e me mostrou que seguir seus sonhos pode dar muito certo.

Vinicius Resende
Nos últimos 12 meses, eu:
Acabei riscando uma boa quantidade de sonhos da minha lista, podem acreditar! Nesse meio tempo, vivi a experiência de um verdadeiro jornalista, com prazos, metas, deveres e prazeres. Escrevi matérias e dei as caras nos lugares mais divertidos, tive encontros inesperados com famosos e deixei a minha estante um bocado mais cheia com as remessas mensais de livros. Participei de coisas que não tem como não deixar saudade, e tudo graças a essa redação pra lá de estranha! Foi um prazer trabalhar com eles, de verdade. Onde assina pra efetivar a vaga, gente?

A matéria que eu mais gostei de fazer/participar: A entrevista que fiz com Daniel Ribeiro é, sem duvida, memorável. Tenho uma admiração grande por esse promissor diretor de cinema, por isso foi uma honra e tanto usar meu crachá VIP de TdF pra bater um papo com ele, um encontro muito bom mesmo! Sabe quando você vê alguém e acha que nunca vai cruzar caminho com ele? Bom, a gente não sabe de nada!

Para mim, a Mundo Estranho é: A casa das bizarrices mais acolhedora. Digamos que no Meet & Greet, a ME é a Rihanna, não uma Avril Lavigne da vida! Desde a revista até a própria experiência de TdF, ela é um meio que te ouve. É extremamente preocupada com seus leitores. Eu mesmo costumava participar muito da avaliação online da revista pelo Facebook. Defino essa grande família como pessoas que realmente dão o seu melhor, que sabem o que explorar e quando explorar, e que mantêm a relação com os fãs pra valer.

Para mim, a TdF foi: Uma porta aberta. Todo mundo já falou das oportunidades, experiências, e etc. Mas TdF é isso! É degustar por um ano muitos novos sabores, e aquilo que talvez só se alcançasse na carreira, a gente teve aqui! Além disso, amadureci e tive um ótimo aprendizado. A Turma do Fundão representa páginas da minha história e, mesmo tendo que virá-las, ainda vou reler muitas vezes. Obrigado, do fundo do meu coração.

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As atrações humanas do “Circo dos Horrores”

Turma do Fundão   |    21 de agosto de 2014

Eduardo Victor Souza Marcelly Nascimento

Phineas Barnum

Phineas Barnum

As atrações dos circos não foram sempre animais treinados, malabaristas e palhaços. No fim do século 19 e início do século 20, anomalias humanas foram destaques nos shows, que ficaram conhecidos como “Circo de Horrores” (em inglês: “freak shows”). Esses circos eram muito populares nos EUA, com elencos que incluíam anões, albinos e qualquer tipo de pessoa que fosse deformada por doenças.

O norte-americano Phineas Barnum é considerado o pioneiro do ramo. Ele começou fazendo caravanas de animais adestrados e apresentações falsas e, em 1881, fundou seu circo com James Bailey e L. James Hutchinson, chamado Barnum & Bailey’s.

O Barnum & Bailey’s era uma espécie de Cirque du Soleil do século 19, com uma diferença importante: no lugar de animais, curiosidades humanas eram apresentadas. Pessoas pagavam para sentar-se sob a lona e ver, ao vivo e em cores, aquelas que eram consideradas “aberrações da natureza”. O circo tornou-se o maior do mundo.

Essas pessoas com deformidades eram abandonadas ao nascer devido a suas condições. Por isso, as apresentações nos circos acabavam sendo sua única fonte de renda e de sobrevivência. Como ainda não havia o conceito de direitos humanos, os espetáculos mostravam cenas horrendas que, de tão curiosas, chamavam a atenção.

O declínio da exibição do circo começou com o avanço da medicina e também com as mudanças na cultura popular e do entretenimento. As anomalias foram explicadas como doenças ou mutações genéticas e, então, a sociedade começou a ver essas pessoas como iguais, e não bichos. Além disso, foi proibida a exibição dessas pessoas em shows que tivessem fins lucrativos.

Dentre os mil artistas que fizeram parte do elenco (um número incrível para os padrões daquele século), estavam entre os mais famosos a mulher barbada e o menor homem do mundo. Relembre algumas das mais célebres atrações:

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

O Homem Cachorro
Você sabe o nome da doença que provoca crescimento excessivo de pelos no rosto? Hoje a conhecemos: é chamada hipertricose. Extremamente rara nos dias atuais, imagine naquela época! Fiodor Jeftichew, ao lado, era trilíngue, mas foi apresentado ao público como uma besta. Latia para assustar a plateia, enquanto Barnum narrava a história de como Fiodor havia sido capturado por um caçador que seguiu sua família de homens-cães até uma caverna.

 

 

 

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

A Família Lucasie
Sim. Albinos já foram considerados aberrações humanas. Estranho imaginar, né? Hoje em dia, existem até páginas no Facebook venerando a beleza dos albinos, mas, naquela época, eles eram vistos como pessoas extremamente bizarras. Os Lucasie nasceram na Holanda, mas no script do show de horrores, eram apresentados como sendo de Madagascar. Além disso, também era dito que tinham “olhos quadrados” e que dormiam de olhos abertos.

 

 

 

 

 

 

 

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

O Homem Coruja
Talvez esta seja a mais curiosa “bizarrice”, mesmo para os padrões atuais. Martin Laurello alegou ter treinado por três anos até conseguir o feito de girar sua cabeça 180º – e o cara realmente conseguia! Andar nessa posição, no entanto, era difícil, pois lhe faltava ar. A foto ao lado foi feita pela revista Life em 1940.

 

 

 

 

 

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

A Mulher Barbada
Essa talvez seja a mais famosa da lista. Annie Jones Elliot já possuía uma barba aparente desde os nove meses de idade. Barnum levou-a em turnê após a condição imposta pelos pais de que a mãe a acompanhasse. Após sair do Barnum & Bailey’s, Annie realizou uma turnê pela Europa onde se apresentou inclusive ao Czar russo e outras famílias reais. Quando retornou ao circo de Barnum, passou a ganhar US$ 500 (mais que o próprio presidente dos EUA).

 

 

 

 

 

Foto: Progress Studio

Foto: Progress Studio

As Irmãs Siamesas
Daisy e Violet foram as mais bem-sucedidas irmãs siamesas do freak show. Unidas no quadril e nas nádegas, compartilhavam apenas a circulação sanguínea. Eram gêmeas pygopagus: idênticas que se fundiram pela pélvis no útero. Adotadas aos dois meses pela patroa da mãe, foram logo levadas ao Circo de Horrores e cresceram apresentando-se. Violet e Daisy participaram de alguns filmes e lutaram a vida inteira contra o preconceito devido à sua “anormalidade”. Seus corpos foram encontrados em 1969; padeceram da Gripe de Hong Kong, que matou um milhão de pessoas na época. Daisy morreu primeiro e Violet, 3 dias depois.

 

 

Foto: Divulgação

Foto: Divulgação


O Garoto Lagosta

Grady Franklin Stiles Jr. não possuía os dedos centrais das mãos e dos pés, e por isso estes se assemelhavam a garras de lagosta. O nome da deformidade é ectrodactilia e Grady foi o sexto de sua família a apresentá-la, evidenciando seu caráter hereditário. Apesar da deformidade, Grady teve uma vida normal: casou-se duas vezes e gerou quatro filhos, sendo que dois nasceram com ectrodactilia. Mas era alcoólatra e abusivo. Foi condenado a 15 anos de regime aberto (a cadeia não o aceitou já que não estava preparada para receber alguém em suas condições) após atirar na cabeça do namorado da filha, pois havia reprovado o casamento destes e a filha o enfrentou. Foi morto por um funcionário de um circo onde trabalhava sob as ordens de sua segunda esposa.

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

O Jogador de Futebol de 3 Pernas
Francesco A. “Frank” Lentini nasceu com 3 pernas e 2 órgãos sexuais na ilha de Sicília, Itália. Seus pais o rejeitaram acreditando que era uma obra do tinhoso. Nos dias atuais, sabe-se que Frank possuía a condição conhecida como gêmeo parasita. Ou seja, o feto de seu irmão gêmeo alojou-se na coluna, por isso tentar removê-lo poderia paralisar o garoto. Aprendeu a andar, patinar no gelo e pular corda. Aos oito anos, entrou para o show business. Sua terceira perna era usada para chutar uma bola, daí o nome artístico que recebeu.

 

 

 

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

A Mulher Mais Feia do Mundo

Mary Ann Webster começou a apresentar acromegalia, um gigantismo progressivo que provoca distorção óssea facial, logo após o casamento. Além disso, também sofria de dores de cabeça, dores musculares e notou a perda da acuidade visual. Apesar de tudo, teve quatro filhos e permaneceu com o marido até sua própria morte.

 

 

 

 

 

 

Foto: Wikimedia

Foto: Wikimedia

O Homem Elefante
Por muito tempo, acreditou-se que Joseph Merrick possuía elefantíase. O crescimento anormal de seus ossos teve início aos cinco anos de idade, quando começou a apresentar-se no Barnum & Bailey’s. Sua doença não o permitia dormir deitado, apenas sentado, pois poderia morrer sufocado – e foi o que aconteceu quando Merrick tinha 27 anos. O que ele possuía era Síndrome de Proteus, condição extremamente rara que provoca crescimento exagerado de tumores subcutâneos pelo corpo.

 

 

 

 

 

Divulgação

Divulgação

Gostou do assunto?
Que tal conhecer a Saga de Darren Shan? Apesar de o tema principal ser o envolvimento de Darren Shan, o protagonista, com o mundo dos vampiros, a primeira trilogia da série aborda um Circo dos Horrores. Darren e seu melhor amigo, Lucas, vão ao misterioso circo que está se apresentando na cidade. A vida de ambos então muda para sempre. No primeiro livro, Circo dos Horrores, você conhecerá as atrações e verá como elas vivem e se relacionam. A narração é feita pelo próprio Darren.


Dica TdF – A Família

Turma do Fundão   |    14 de agosto de 2014

Eduardo Victor Souza

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Já disponível em DVD, o filme A Família, dirigido por Luc Besson e produzido por Martin Scorsese, faz uma combinação perfeita de dois grandes gêneros do cinema: ação e comédia. O roteiro conta a história da família mafiosa ítalo-americana Manzoni, liderada pelo mafioso Giovanni (Robert De Niro) que delatou os companheiros e agora tem sua cabeça valendo 20 milhões de dólares.

Para se proteger dos futuros ataques, o gângster entra com sua mulher Maggie (Michelle Pfeiffer) e seus filhos Belle (Dianna Agron) e Warren (John D’Leo) no Programa de Proteção para Testemunhas do FBI, sob o controle de Stansfield (Tommy Lee Jones), que faz de tudo para manter a família sã e salva.

Com isso, a cada três meses, a família tem que se habituar a uma nova casa, a uma nova cidade e, muitas vezes, a um novo país. Quando chegam à Normandia, pequena cidade da França, os membros da família precisam mudar de nome – agora sendo denominados como os Blake – e adaptar-se ao novo idioma e país. No entanto, eles mostram que podem se acostumar com a nova vida, mas não deixar de lado os velhos hábitos da máfia, o que dificulta a proteção do FBI.

Enquanto Giovanni se dedica a um novo hobby – a escrita – para disfarçar sua verdadeira identidade, Maggie cuida da casa e dos filhos adolescentes. Porém o casal tem pavio curto: Giovanni dá uns bons tratos em quem lhe falta com o respeito e Maggie incendeia supermercados quando a insultam por ser norte-americana.

Os filhos não são diferentes: calculistas e extremamente inteligentes, adaptam-se ao ensino médio de forma peculiar. Warren estuda os colegas de classe e os manipula, fazendo uso da corrupção para sobreviver na selvageria. Já Belle extrapola nos métodos defensivos ao espancar um nerd pseudotarado com uma raquete de tênis.

De forma espetacular, o filme retrata a vida divertida dos gangsteres, mesclando explosões, socos e tiros com situações cômicas. São nesses momentos que podemos ver a belíssima atuação do forte elenco que esse filme possui. Robert De Niro e Michelle Pfeifer atuam de forma incrível e honram suas famas, enquanto Dianna Agron mostra que é capaz de encarar qualquer gênero: suas cenas de ação têm destaque e grande importância no filme.

Como o longa é uma coprodução norte-americana e francesa, as piadas e a rivalidade entre as nações não passam despercebidas no roteiro, encaixando-se na trama de forma divertida e incansável.

Reúna a sua família e assista esse divertido e inteligente filme!

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Dica TdF – Os 10 melhores games no estilo corrida infinita para celular

Turma do Fundão   |    13 de agosto de 2014

Eduardo Victor Souza Pedro  Ullian

Uma das melhores maneiras de passar o tempo na fila do banco, no plantão do hospital ou simplesmente quando se está com vontade, são os games para celular. Principalmente os no estilo Endless Running (“Corrida Infinita” em português), que nos proporcionam partidas rápidas e muito divertidas. A seguir, selecionamos os 10 melhores – em nossa opinião – para correr a maior distância que conseguir a qualquer hora do dia.

1. Pitfall!

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Considerado um dos jogos de corrida infinita mais antigos, o Pitfall ganhou novas versões, como esta para dispositivos portáteis. O personagem do jogo é um arqueólogo aventureiro correndo em uma floresta cheia de perigos. Os obstáculos variam, como pular buracos enormes, enfrentar cobras e passar por vãos estreitos, além de coletar objetos que aparecem no decorrer do jogo.

Um ponto forte do jogo são os cenários que, com cores vibrantes e realistas, possuem alta nitidez e são muito bem desenhados. A música que acompanha o herói também vai de acordo com a temática do jogo.

2. TheEndApp

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O game TheEndApp explora uma temática diferente entre os jogos de corrida infinita: uma cidade apocalíptica destruída. Apesar de o personagem não ter motivo nenhum para correr, o jogo é atraente e possui desafios que são impostos conforme o jogo acontece.

Com uma trilha sonora misteriosa, o jogador deve conduzir o único sobrevivente do local e desviar dos obstáculos que, em termos de jogabilidade, parecem ser muito reais, como carros capotados.

3. Subway Surfers

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Jake, Tricky e Fresh são os personagens surfistas de Subway Surfers, game supercolorido e com gráficos excelentes em 3D de alta definição. Nesse jogo, a missão é correr entre os trilhos de uma estação de trem para fugir de um inspetor e de seu cachorro pitbull. Os obstáculos presentes são os trens – que passam constantemente – e fios, dos quais o gamer precisa desviar para não morrer. Coletar moedas, voar com o jetpack e realizar acrobacias no ar são ações possíveis.

4. Agent Dash

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No game de ação Agent Dash, é possível encontrar vários agentes secretos como personagens. O jogo é cheio de fases em diferentes localizações, o que deixa o jogador mais entretido e a jogabilidade mais diversificada. Com a missão de capturar diamantes, o gamer deve ter cuidado com os obstáculos – que são variados e aparecem com muita frequência nas fases. Além disso, é possível utilizar armas para atirar em algumas regiões. Novos agentes podem ser desbloqueados conforme o jogador se esquiva dos obstáculos e captura os diamantes.

5. Minion Rush

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Os adoráveis minions da animação Meu Malvado Favorito ganharam um jogo! Nele, o jogador controla um minion na base secreta do ex-supervilão Gru com o objetivo de impressionar seu chefe e receber o prêmio de “Minion do Ano”. Na corrida para vencer o desafio, obstáculos aparecem no caminho, como bombas. Quanto mais bananas forem obtidas durante a corrida, maior a quantidade de power-ups que podem ser conquistados.

6. Jetpack Joyride

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Após roupar um jetpack em formato de metralhadora – que é impulsionado pela força das balas disparadas – de um laboratório secreto, você deve ajudar Barry Steakfries a fugir dali com seu inédito jetpack. Para desviar dos lasers, paredes elétricas e mísseis, além do jetpack, você conta com veículos inusitados, como uma máquina de teletransporte e um dragão robótico. Completando as missões e recolhendo as moedas, é possível comprar outros jetpacks, roupas (tem até a do Goku) e os chamados gadgets, que ajudam bastante durante as partidas.

7. Hill Climb Racing

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Neste game de fácil jogabilidade, você desafia as leis da física em todas as ladeiras possíveis no controle do piloto sem ossos Newton Bill. Apenas com um botão de acelerar e um de frear, é preciso fazer acrobacias e não capotar. Conta com uma grande variedade de veículos, de um monociclo a um tanque, e cenários que podem ser aqui mesmo na Terra ou até em Marte. Para percorrer toda a distância dos cenários, é preciso ter certa habilidade e melhorar o veículo por meio das moedas coletadas, de flips e do maior tempo possível no ar.

8. Temple Run

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Num dos primeiros games desse estilo para celulares, você faz as manobras para desviar de troncos de árvores, chamas e buracos no caminho. O objetivo é não deixar que criaturas estranhas parecidas com gorilas alcancem o caçador de relíquias que acabou de furtar o ídolo de um templo.

A coleta de power-ups durante a fuga é de grande ajuda, além das moedas que servem para incrementá-los e comprar novos personagens. Já foram produzidos outros três jogos do título: Temple Run 2, que conta com o personagem pago e corredor jamaicano Usain Bolt, Temple Run: Brave e Temple Run: Oz, ambos inspirados nos respectivos filmes da Disney.

9. Robot Unicorn Attack

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Um unicórnio robô que solta arco-íris ao correr. Essa frase define o game. Ao som de “Always” do grupo Erasure, o jogador deve saltar pelas rochas flutuantes, capturar fadas e destruir estrelas de cristal durante suas três tentativas, chamadas de desejos. Parece fácil, mas a velocidade aumenta rapidamente e é preciso um pouco de treino para não deixar seu unicórnio robô cair no abismo. O segundo game do título é ainda mais colorido e permite fazer melhorias em seu unicórnio, como adicionar asas. No entanto, a incrível trilha sonora do game original só está disponível por compra.

10. Zombie Tsunami

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O jogador inicia a corrida com apenas um zumbi e, ao longo dela, começa a contaminar todos os cidadãos que vê pela frente, formando uma horda numerosa de mortos-vivos. Conforme aumenta a quantidade de cérebros devorados por sua horda, carros e até aviões são destruídos e liberam mais vítimas.

Porém, quanto maior a horda, mais difícil fica pular os penhascos e desviar das bombas! Missões e especiais, como zumbis ninjas e um tsunami devastador, tornam as partidas mais competitivas e divertidas. Isso sem falar nos belos cenários, que mudam durante a corrida.

 


10 filmes para lembrar de Robin Williams

Turma do Fundão   |    12 de agosto de 2014

Eduardo Victor Souza Vinicius Resende

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O ator norte-americano Robin Williams foi encontrado morto na manhã de ontem (11/8). Aos 63 anos, o artista deixou um enorme legado para trás, com filmes que marcaram gerações e inspiraram muitas pessoas.

Nós, da Turma do Fundão, não poderíamos deixar de prestar uma última homenagem ao ator listando, entre os seus inúmeros filmes, os dez que nos marcaram mais. Acreditem, foi difícil escolher em meio a tantas produções fantásticas.

1.
Sociedade dos Poetas Mortos

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Dirigido por Peter Weir, o drama de 1989 conta a história de John Keating (Robin Williams), um professor de poesia que leciona em uma escola preparatória para jovens. Em meio aos ensinos conservadores da academia, o professor inspira seus alunos a aproveitarem a vida com o lema “Carpe Diem”, perseguindo seus desejos e gostos individuais e não se tornando jovens alienados.

Com generosas doses de poesia e lições filosóficas, o filme recebeu o Oscar de melhor roteiro original em 1990, sagrando-se um marco tanto na carreira de Williams como na história do cinema norte-americano.

2.
Férias no Trailer

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Um filme de comédia para assistir com toda a família reunida, Férias no Trailer é uma típica produção na qual o telespectador chora de rir com cenas hilárias e muito bem feitas. Na trama, Bob Monroe decide levar sua família ao Havaí. Porém, a fim de fechar um novo negócio na empresa em que trabalha, ele conduz sua mulher e seus filhos para o Colorado em uma viagem de trailer, que acaba sendo batizado de Grande Bosta Ambulante. Ao longo do filme, eles passam por situações bizarras e familiares, redefinindo o significado de união, amor e família.

3.
Uma Babá Quase Perfeita

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Dirigido por Chris Columbus, Uma Babá Quase Perfeita conta a história de Daniel Hillard, um homem que passa por uma fase difícil em sua vida ao perder o emprego e se divorciar da mulher. Não podendo ver sua prole, Hillard tem a grande ideia de se vestir como uma senhora escocesa a fim de poder trabalhar como babá dos seus próprios filhos.

Não sendo uma babá perfeita, o pai vai à busca de uma aproximação maior dos filhos em seu antigo lar. Engraçado e comovente, o filme venceu o Oscar na categoria de melhor maquiagem em 1994 e foi um marco na vida de muitas crianças e jovens que cresceram assistindo a comédia.

4.
Jumanji

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O filme de 1995 é baseado no livro infantil de mesmo nome, no qual a história se desenvolve em um jogo de tabuleiro com temática de selva. A versão cinematográfica conta a história de duas crianças que encontram o jogo e acabam libertando Alan Perrish (Williams), que esteve preso no jogo por mais de vinte anos.

Em meio a plantas assassinas, caçadores de humanos e animais selvagens, os jogadores precisam permanecer no jogo e evitar que a cidade, em caos, seja destruída. Além disso, eles precisam encontrar uma antiga jogadora de Jumanji para poderem terminar o jogo. O filme mágico é um típico longa de sessão da tarde. No entanto, é muito bem recomendado pelos amantes de filmes de fantasia.

5.
Flubber – Uma Invenção Desmiolada

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Esse filme é um daqueles que não arrecadou muito para os cofre do estúdio, não foi sucesso de crítica e nem teve nomeação pra prêmios. Injustiçado? Talvez, mas o importante é saber que o longa é um dos mais divertidos que Williams já fez!

O ator interpreta um professor mais do que atrapalhado na década de 90. Na tentativa de aperfeiçoar um de seus experimentos, acaba criando uma gosma verde viva – o dito cujo que dá nome ao enredo e leva todo mundo às situações cômicas e trágicas da história. Tem até um triângulo amoroso entre humanos e máquina.

6.
O Homem Bicentenário

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No filme norte-americano de 1999, Williams é Andrew Martin, um robô programado com as três leis da robótica. Atendendo uma família com serviços domésticos, Andrew é capaz de fazer muitas das funções realizadas pelo ser humano – só não é dotado de emoções.

Ao longo da trama, porém, começam a despertar características de seres humanos no robô, como curiosidade, inteligência e até mesmo sentimentos. Com uma mistura de drama, comédia e ficção científica, o longa dirigido por Chris Columbus passa uma mensagem tocante e inteligente sobre o mundo sensível em meio às máquinas.

7.
Patch Adams – O Amor é Contagioso

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Esqueça A Culpa é das Estrelas agora! Williams emocionou todo mundo com sua interpretação nesse filme, que é de um bom humor mais contagiante do que qualquer doença. Patch, o personagem de Williams, tem a chance de recomeçar seu rumo depois de uma tentativa de suicídio mal-sucedida. E é na faculdade de medicina que o futuro doutor explora os sorrisos e as risadas em busca do combate a todos os problemas de saúde.

O expectador vai acompanhando o resultado, e é incrível e muito gostoso de assistir a diferença que uma dose de amor pode fazer. Diagnóstico: um longa que vale a pena ficar na memória.

8.
O Pescador de Ilusões

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Indicado, premiado e recomendado! Jeff Bridges vive um ex-locutor de rádio que, quando ainda exercia a profissão, era totalmente inconsequente no que falava. Quando um desastre aconteceu por causa disso, ele largou a carreira e se entregou à bebida. É aí que Williams dá as caras. O ator interpreta um mendigo que salva o personagem de Jeff de ser espancado. Os dois cruzam seu caminho agora, mas, na verdade, a história deles já estava conectada há muito tempo. Williams ganhou o Globo de Ouro de Melhor Ator em Comédia pelo papel.

9.
Gênio Indomável

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Um jovem encrenqueiro e com ficha na polícia (Matt Damon) está a um passo da cadeia. Mas, quando acaba se revelando um gênio da matemática, a proposta do seu responsável é que ele passe a frequentar sessões de terapia. Até que não é má troca, e as coisas começam a funcionar depois do encontro com o psiquiatra vivido por Williams. Ele, que tem um passado sofrido, desperta certo interesse pelo novo expert das exatas. Williams ganhou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante e o longa também venceu a estatueta de Melhor Roteiro Original.

10.
Bom Dia, Vietnã

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Um bocado mais novo aqui, Robin Williams leva outra vez o Globo de Ouro de Melhor Ator de Comédia. A história fala sobre um DJ (Williams) que é escolhido para ficar à frente de um programa de rádio no Vietnã.

Não é uma estação de música pop, mas sim um espaço dedicado às forças armadas. A popularidade dele acaba crescendo tanto entre soldados e altos escalões que acaba sendo um sério problema para os incomodados com a direção da rádio.


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