Mundo Estranho

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Dica TdF – 300: A Ascensão do Império

Turma do Fundão   |    17 de julho de 2014

Eduardo Victor Souza

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Já está disponível em DVD e Blu-ray o filme 300: A Ascensão do Império. A trama se inicia do ponto em que acabou o filme 300 (sim, aquele de 2007), abordando o que acontece antes e depois. Como se trata da mesma guerra, o filme não é considerado uma continuação, e sim um “outro olhar” sobre o mesmo período. Com a direção de Noam Murro e roteiro de Kurt Johnstad, o longa também é baseado nos quadrinhos de Frank Miller.

Na trama, enquanto Leônidas e seu exército enfrentam o poderoso Xerxes, Temístocles protege a costa contra a destemida comandante da marinha, Artemísia, que lidera tropas persas. Com o exército persa querendo atacar os atenienses, Temístocles tenta juntar toda a Grécia para a batalha, inclusive os espartanos.

O roteiro conta exatamente como começou o rancor de Xerxes pelos gregos ao ter seu pai morto por Temístocles em uma batalha. Também é abordado o processo em que Xerxes se transforma em um semideus por incentivo de Artemísia (que, a cada cena, se torna mais vingativa e sedenta por sangue).

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Xerxes e o banho de beleza: “nada como um pouco de magma para acabar com as rugas”

O oceano é o grande campo de batalha no filme, que traz efeitos visuais e sequências de batalhas excelentes. Além disso, deve ser destacada a fotografia de Simon Duggan, que se sobressai nas tomadas em alto mar.

A francesa Eva Green é o grande destaque do longa no papel de Artemísia. De forma brilhante, a atriz consegue muito bem conduzir a trama e gerar ódio nos telespectadores. Ela se mostra extremamente vingativa para com os gregos, e o filme faz muito bem ao contar os motivos de haver tanto rancor. Sullivan Stapleton e Lena Headey nos papéis de Temístocles e Gorgo, respectivamente, também dão um show de interpretação.

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Temístocles luta seminu, mas não abre mão do capacete. Parabéns (y)

Batalhas sangrentas e decapitações são palavras de referência para o longa, que não economiza em sangue e nem em mortes. Para a alegria brasileira, Rodrigo Santoro retorna ao papel de Xerxes, que, em grande parte do tempo, se encontra irreconhecível na forma de semideus.

Para os amantes de confrontos sangrentos e períodos históricos, com certeza essa continuação é recomendada!

nota4


Dica TdF – Perguntados

Turma do Fundão   |    30 de junho de 2014

Eduardo Victor Souza

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Se você já jogou os jogos de tabuleiro Master ou Perfil, provavelmente vai se sentir familiarizado com Perguntados, jogo de perguntas e respostas criado pela Etermax e disponível para Android e iOS. Juntar a família em um domingo para jogá-lo é uma opção bem divertida.

O objetivo do jogo é desafiar os amigos em partidas de conhecimento. Ao girar uma roleta, a sorte está lançada. Perguntas de seis categorias distintas – História, Geografia, Ciência, Arte, Esporte e Entretenimento – aparecem aleatoriamente conforme o jogador vai acertando. Se errar, a vez é do oponente.

A cada três perguntas corretas – ou simplesmente quando a roleta parar no desenho de uma coroa – o jogador se depara com uma escolha: pode optar entrar em um duelo com o seu oponente para receber um personagem da categoria escolhida, ou então pode escolher coroa e responder uma pergunta específica da categoria escolhida para ganhar um personagem.

O jogador que obter os seis personagens primeiro – de história, geografia, ciência, arte, esporte e entretenimento – vence o jogo. Mas caso nenhum os obtenha em 25 jogadas, vence quem tiver feito melhor aproveitamento durante a partida.

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Cada jogador possui um perfil no jogo, no qual são expostas estatísticas com a porcentagem de acertos em cada categoria. Nessa área, você pode ter uma noção de onde está indo bem e onde está fazendo feio. No perfil também consta o número de partidas ganhas e perdidas.

Ao iniciar uma nova partida, ou aceitar a solicitação de um amigo, o jogador perde uma das três vidas. Quando não restar mais nenhuma, é possível pedir vidas aos amigos por meio do Facebook ou esperar. Cada nova vida no jogo demora uma hora para chegar.

Além de jogar, você pode criar suas próprias perguntas, que serão avaliadas por outros jogadores. Você também pode revisar as perguntas criadas por outras pessoas.

O único ponto negativo do jogo é a quantidade de publicidade que aparece após as rodadas, o que afeta a jogabilidade e o ritmo. Além disso, o game tende a travar. No entanto, os pontos positivos se sobressaem. O jogo é uma ótima escolha para os vestibulandos do país, pois exige a ativação da memória e dos conteúdos aprendidos desde o ensino básico.

Sem complicações, o jogo é recomendado desde para crianças do ensino fundamental até para adultos. Fascinante e dinâmico, é um game inteligente e muito viciante!

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nota4

 

 


Dica TdF – Os Goonies

Turma do Fundão   |    27 de junho de 2014

Eduardo Victor Souza

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Os Goonies é um filme de 1985 dirigido por Steven Spielberg e escrito por ele e por Chris Columbus. Naquele mesmo ano, o longa foi adaptado para livro pelo escritor James Kahn. Essa versão em romance foi intitulada com o mesmo nome e conta a mesma história. Recentemente, ela chegou às livrarias brasileiras pela DarkSide Books (R$ 29,90, 240 pgs.). Há também uma versão de luxo que inclui mapa e pôster e sai por R$ 59,90.

A história do livro se passa nas docas Goon, região próxima às docas da cidade norte-americana Astoria. Várias famílias estão tendo suas casas ameaçadas por uma hipoteca, com o objetivo de construir um grande campo de golfe no local. Com a pressão de ter que se mudar, o garoto Mickey só consegue pensar que terá que se separar dos amigos Dado, Bocão e Gordo (os “Goonies”).

No entanto, as esperanças do menino crescem quando ele e seus amigos encontram no sótão da casa de Mickey artigos antigos do museu em que seu pai trabalha. Entre as quinquilharias, um mapa que leva a um tesouro, o tão famoso tesouro do pirata Willy Caolho. Os Goonies se veem aptos a seguirem o mapa e encontrar o tesouro. Com a riqueza encontrada, eles pretendem pagar a hipoteca e permanecer em suas devidas casas.

Mas o tempo é inimigo: aquele é o último dia que têm para ficar em suas residências. Em um ímpeto, os meninos vão atrás do tesouro. Com a ajuda de Brand, irmão de Mickey, e das garotas Stef e Andy, o grupo não hesita em seguir para o incerto desconhecido.

Ao longo da aventura, eles passam por diversos desafios. Entrar em cavernas, pular nas águas e enfrentar uma gangue fugitiva são apenas parte do caminho, e sobreviver acaba sendo um dos focos principais.

Mas antes que se torne apenas uma história sobre conquistas e aventuras, o livro mostra um conteúdo muito mais amplo nas entrelinhas. Amizade, cumplicidade, garra e força de vontade são valores que os Goonies são somente aprendem, mas também exercem e se orgulham. Eles precisam muito mais do que achar um tesouro: precisam salvar suas famílias e serem os heróis das docas.

O livro é previsível quanto à trama: os perigos encontrados já são um pouco óbvios e esperados. Na metade da história, o autor se perde na narração e acaba enrolando, o que torna o livro maçante, não por sua escrita, mas pela série de acontecimentos inacabáveis. No entanto, a trama conduz o leitor para um fim inesperado e emocionante, que fecha com chave de ouro.

Os Goonies é um livro para os amantes do filme, para as crianças que hoje são adultas e para todos que acompanharam essa fantástica história na telinha. Mas também é voltado para o público dos dias de hoje, cativando tanto crianças quanto adultos.

nota3.5


Dica TdF – 6 filmes para ver nesta sexta-feira 13

Turma do Fundão   |    13 de junho de 2014

TDF

Hoje é sexta-feira 13! Conforme é tradição aqui no blog, selecionamos alguns filmes de terror e suspense legais para ver hoje. Então coloque um dreamcatcher na varanda, faça um círculo de sal em volta do sofá e vem com a gente!

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Icaro  Belem

Jogos Mortais – O Final (Saw 3D, 2010)
O último filme de uma das mais populares franquias de terror foca em Bobby Daggen (Sean Patrick Flanery), que precisa salvar entes queridos em pouco tempo. Remontando às origens da saga, o filme conta com personagens dos filmes anteriores como o detetive Hoffman e o Dr. Gordon. Se você reparar bem nos filmes, verá que eles possuem questões filosóficas que vão além da simples extinção da vida. O filme nos leva a questionar o valor da vida, a responsabilidade das nossas escolhas e, principalmente, o sentido real da morte.

 

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Jose  Edson

Nosferatu (Nosferatu, Eine Symphonie des Grauens, 1922)
Esse clássico de 1922 faz muita gente morrer de medo até hoje. Conta a história de Hutter (Gustav von Wangenhein), um agente imobiliário que resolve viajar para visitar o Conde Orlok (Max Schrek) , que quer vender a sua casa nos Montes Cárpanos. Após receber vários pedidos do Conde, Hutter acaba passando a noite no castelo e acorda com dois furos no pescoço. Depois de ver a foto da esposa da vítima em um medalhão, Orlok fica totalmente apaixonado por ela e, no tempo em que está no castelo, Hutter descobre que há um meio de deter o vampiro, mas somente com a ajuda da amada, Ellen (Greta Shroder). Ele então arranja meios de fugir do cárcere e pedir a ajuda da mulher.

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Pedro  Ullian

Terror em Silent Hill (Silent Hill, 2006)
Se você já jogou o game, sabe como é o enredo dessa ótima adaptação para o cinema. Mas, se ainda não jogou, prepare-se para ter um susto sempre quando ouvir a sirene! Na trama, Sharon (Jodelle Fernand) é uma garota sonâmbula que, ao ter pesadelos, grita o nome da cidade fantasma Silent Hill. Decidida a resolver o sono de sua filha, Rose (Radha Mitchell) viaja até Silent Hill e perde a filha. Na busca para reencontrá-la, criaturas horrendas e aterrorizantes, como o famoso Pyramide Head, a perseguem por todo o canto. O clima de suspense aumenta a cada instante, como nossa curiosidade de desvendar os mistérios.

 

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Eduardo Victor Souza

Os Estranhos (The Strangers, 2008)
Os Estranhos, filme norte-americano de horror e suspense, é recomendado para os amantes do gênero que preferem um terror mais realista, sem criaturas sobrenaturais, mas que tenha um enredo inteligente e criativo. No longa de 2008, Kristen e James viajam para a remota casa de veraneio dos pais dele, procurando descanso. No entanto, são surpreendidos de madrugada por três mascarados, que invadem o local sem explicações e com as piores intenções. Os estranhos sentem prazer ao aterrorizar o casal, que se encontra encurralado. Além do horror do filme, a história tem pontos verídicos. O diretor Bryan Bertino confirmou que a inspiração para o filme veio de uma série de arrombamentos que aconteceram em seu bairro quando era criança. Além disso, os assassinatos cometidos nos anos 60 por Charles Manson, líder de uma seita, também serviram de inspiração para criar o enredo.

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Eduardo Britto

A Profecia (The Omen, 2006)
Robert Thorn é um diplomata brilhante que leva uma vida bem-sucedida e tem uma esposa linda que está grávida. Mas o que era para ser um sonho acaba se tornando um pesadelo: o bebê não sobrevive e o útero acaba ficando inutilizável. Para não decepcioná-la, Robert decide pegar um bebê (que perdeu a mãe) e trocá-lo sem sua esposa saber. Aos poucos, o menino vai crescendo e demonstrando alguns sinais estranhos. Quando mortes começam a acontecer na família, Robert descobre que seu querido filhinho pode ser o Anticristo. Sinais do fim do mundo aparecem aos poucos e surge a questão: será que isso é o suficiente para tirar a vida de uma criança? Apesar de ser um filme tenso, eu não o classificaria como assustador.

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Vinicius Resende

13 Sins (2014)
Telefonemas estranhos fazem parte de alguns dos clichês do horror, certo? Mas, neste filme, a pessoa da outra linha, aparentemente, não quer te matar a sangue frio, muito pelo contrário. Elliot é um vendedor azarado que foi demitido com um filho a caminho, dívidas passadas e ainda prestes a se casar. Ele recebe um misterioso telefonema informando-lhe que está em um jogo de câmeras escondidas e que deve executar 13 tarefas para receber um prêmio em dinheiro de milhões de dólares. Mas, para cada recompensa maior, mais sinistras e perigosas são as missões.


Dica TdF – A Culpa é das Estrelas

Turma do Fundão   |    10 de junho de 2014

Eduardo BrittoEduardo Victor SouzaNycole  De Gennaro

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Finalmente a tão aguardada adaptação do livro A Culpa é das Estrelas, de John Green, chega às telas de cinema. Depois de várias especulações e críticas sobre as escolhas dos personagens, o longa-metragem dirigido por Josh Boone superou as expectativas dos fãs e mostrou que, apesar da temática adolescente, o filme pode agradar públicos de todas as idades.

Hazel, interpretada pela atriz Shailene Woodley, é uma jovem que sempre esteve cercada pela morte, pois aos 13 anos foi diagnosticada com um câncer de nível 4 que quase a matou. Graças a um milagre, ela sobreviveu, e é aí que a história tem início. Ela entra num grupo de apoio para portadores de câncer e conhece o garoto que a tira de seu círculo doloroso, carregando-a numa trajetória de superação e de alegria, o incrível Augustus Waters, ou só Gus.

O filme gira em torno do romance e da amizade entre Hazel e Gus. A química entre os dois é envolvente, pois Gus cria uma atmosfera cômica e faz várias piadas referentes à doença dos dois. É simplesmente impossível assistir a uma cena de interação do casal sem achar divertido. Eles transformam uma situação que envolve dor em algo hilário.

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Hazel lê Crepúsculo: “então o lobisomem se apaixona pela filha recém-nasciZzzZZzZZzzzz”

A semelhança com o livro de John Green é impressionante. Diálogos, personagens, detalhes, tudo lembra o espectador da obra de capa azul. De acordo com as características físicas, Shailene é muito parecida com Hazel. Já Ansel é completamente diferente de Gus. Mas, ao vermos sua atuação, a aparência é ignorada, pois não conseguimos imaginar outro Gus do nível de Ansel Ergot!

Outras atuações que impressionaram bastante foram as de Laura Dern e de Nat Wolf, mães de Hazel e Isaac, respectivamente. Os diálogos entre Hazel e sua mãe são lindos, os pontos altos do filme.

Definitivamente, você entenderá o porquê de A Culpa é das Estrelas ser um dos filmes mais esperados deste ano. Um romance envolvente, dramático, mas positivo. Com certeza, recomendações para ver a adaptação do livro do autor John Green não faltarão.

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Hazel: “Mô, peidei”. Gus: “Apenas continue olhando pro horizonte como se nada tivesse acontecido”

Com um enredo cativante, o filme te ensinará que viver às custas do futuro é um erro, pois o presente, o agora e este exato momento são o que definem sua vida. Você sairá do cinema pensando “putz, como pude deixar que aquilo me abatesse e me jogasse pro canto?”. Uma verdadeira lição para todas as idades. Então, caro leitor, se você tem entre 10 e 130 anos, não perca essa chance de se emocionar com um filme realmente bom.

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