Bom, assim como a ME costuma publicar “os piores do ano”, eu resolvi fazer um post com uma lista também. Mas, a minha é sobre os melhores álbuns de rock de 2011.
Amo música e adoro rock! E quero compartilhar um pouco dessa minha paixão com vocês.
Abaixo, os 11 melhores discos, na minha opinião. Espero que gostem!
Se você jogou Guitar Hero: Legends Of Rock talvez reconheça a capa: é o mesmo com quem você tocou “Bulls On Parade”. Em sua empreitada em carreira solo, Tom Morello traz novamente várias músicas com um alto teor crítico e político, mas agora bem mais animadas devido a inclusão de suas habilidades na guitarra. Pra quem gosta de folk, é uma ótima pedida.
Um instrumento utilizado em músicas típicas do Havaí e o frontman de uma das principais bandas do movimento grunge da década de 90. Some isso e você tem Ukelele Songs, um disco relaxante e gostoso de ouvir. É um ótimo aquecimento para seus ouvidos para esperar o material novo do Pearl Jam que veremos ano que vem.
O ultimo álbum antes da separação do R.E.M é bem morno comparado a seus trabalhos passados. Mas não deixa de ser legal: há faixas para todos os gostos, das mais agitadas às mais paradas, e conta até com a participação de vários músicos, dentre eles o célebre Eddie Vedder que também está na lista.
O punk rock do Rise Against continua afinado como nunca esteve, com suas letras politizadas voltadas a temas polêmicos. De canções falando do furacão Katrina até a defesa a causas homossexuais, o álbum foi bem distribuído entre a quantidade de músicas pesadas e as baladas.
Nunca fui muito fã de metal, mas tenho que admitir que Lulu foi uma dos projetos musicais mais diferentes que ouvi em tempos. A adaptação de uma produção teatral alemã “narrada” por Lou Reed e executada pelo Metallica deu um ar de negatividade e raiva tremenda. Não é música pra qualquer tipo de ouvinte, mas arrisque ouvir com as letras que você vai sacar a ideia por trás do disco.
É um album que faz jus ao nome: as dez faixas do álbum trazem diferentes rítimos e batidas, beirando à eletrônica ou a um rock no estilo dos anos 70, explorando diferentes estilos de se tocar. Julian Casablancas e seu grupo mandaram bem com o trabalho – talvez o melhor desde o seu primeiro álbum, o Is This It.
Nesse mundo do rock atual onde o que mais predomina são as guitarras distorcidas, um bom rock as antigas soa renovador. O segundo álbum de estúdio do supergrupo mostra que Joe Satriani está mais afiado do que nunca, mandando riffs poderosos um atrás do outro. Hard Rock puro e de qualidade.
The King Of Limbs é um disco deveras estranho: traz tanto canções com batidas frenéticas com o uso de sintetizadores visto em Bloom e Feral quanto baladas mais calmas como Codex e Give Up The Ghost. Talvez seja necessário vários replays para entender Thom Yorke de no meio de tanta confusão, mas o trabalho ficou bem legal como um todo.
O décimo album do Red Hot Chili Peppers evidencia o quanto Anthony Kiedis e Flea continuam moleques fazendo música apesar da idade, é incrível. Apesar da falta
que o guitarrista John Frusciante faz no grupo, Josh Klinghoffer mandou muito bem com seu som mais suave e discreto mas que fundiu com o enérgico funk rock. Não chega a ser um Blood Sugar Sex Magik da vida, mas é um álbum muito bom.
O grupo britânico que entrou pra mídia pela internet e suas redes sociais trouxe mais um de seus trabalhos recheado de indie rock. Suck It And See, além de ter um título meio tenso, é um álbum maduro mas ao mesmo tempo divertido, desde “She’s Thunderstorms” até “That’s Where You’re Wrong”.
Fazia tempos que o Foo Fighters não lançava um album tão consistente; arrisco a dizer que é o melhor desde The Colour And The Shape. Ao contrário do que se pensa, o retorno de Pat Smear como terceiro guitarrista não atrapalhou o grupo: o resultado foi um álbum que apesar de pesado, trouxe o ápice do trabalho de Dave Grohl como líder da banda. Super recomendado.
E é isso aí! Alguém já ouviu algum desses? Compartilhe a sua opinião!
Para mim, a melhor série EVER! Recomendo a todos que ainda não assistiram.
Breaking Bad tem roteiros interessantes, bom desenvolvimento de personagens e muitas reviravoltas nas histórias – que fazem justiça à boa fama da série. Me lembra o tempo em que o cinema nos impressionava com melhores argumentos e menos efeitos especiais. Sai de cena o chato do “politicamente correto” para mostrar que na vida real não existem nem vilões e nem mocinhos. Enfim, é para um público que não tem medo de uma série mais pesada e instigante.
Imagem: Divulgação
Agora, um pouco do contexto da série (só para dar um gostinho!):
A história se passa em Albuquerque e narra a historia de Walter White (Bryan Cranston), um professor de química fracassado que vê sua vida virar ao avesso quando descobre que é portador de um câncer terminal. Com seu salário modesto ele sustenta a esposa Skyler (Anna Gunn), que está grávida, e seu filho Walter Jr (RJ Mitte), que sofre de paralisia cerebral.
Imagem: Divulgação
Diante de toda pressão psicológica e com medo que sua família passe necessidade após a sua morte, ele se junta a Jesse Pinkman (Aaron Paul), seu ex-aluno, e começa a fabricar e vender metanfetamina – a droga mais usada no Novo México. Ele usa suas habilidades em química para o crime e consegue criar a mentafetamina mais pura (90%). Cria um nome falso (Heisenberg) e faz muitos inimigos na região.
Imagem: Divulgação
E para dar uma emoçãozinha, seu cunhado (Hank) trabalha no departamento da Narcóticos e fica abismado com tamanha qualidade do produto e faz de “Heisenberg” seu procurado número um.
Curiosidades:
- Em três temporadas, Breaking Bad ganhou seis Emmys e mais inúmeros prêmios.
- A série foi bem recebida pela crítica, particularmente pelo seu roteiro e pela atuação Bryan Cranston.
- Cranston é ganhador dos últimos três Emmy por melhor atuação dramática. (Ele está para Walter assim como Hugh Laurie está para House! Rs.)
O filme, dirigido por Steven Soderbergh, fala sobre um apocalipse viral que se espalha pelo mundo e gera pânico nas pessoas. Boa parte do filme mostra médicos e cientistas lutando contra o tempo para controlar e deter a doença, mas também há histórias paralelas de traição e ajuda ao próximo (É, o humanismo sempre aparece em momentos trágicos).
Foto: Divulgação
O roteiro é mediano, mas o elenco impressiona (saiba mais sobre os personagens abaixo). Quando vi o trailer, criei uma grande expectativa. O filme é bem interessante, mas a história se prende muito nos cientistas e médicos, o que acaba deixando o enredo meio monótono. Para quem curte biologia e química, um prato cheio!
No final você sai com a sensação (e certo receio!) de que a humanidade jamais vai estar imune e preparada para uma guerra viral. E não é impossível que uma superbactéria ou um vírus letal apareça qualquer dia desses, né?
Quem é quem no filme:
Beth Emhoff (Gwyneth Paltrow): Executiva, uma das primeiras a ser infectada pelo vírus.
Micth Emhoff (Matt Damon): Marido de Beth. Ele faz de tudo para proteger sua filha do vírus e do caos.
Dr. Ellis Cheever (Laurence Fishburne): Líder dos controles de pesquisas que tenta combater o vírus.
Dra. Erin Mears (Kate Winslet): Agente do Serviço de Inteligência de Epidemias. Procura por pessoas infectadas para tratamento.
Dra. Leonora Orantes (Marion Cotillard): Epidemiologista que viaja a Hong Kong em busca da origem do vírus.
Alan Krumwiede (Jude Law): Repórter investigativo que busca levar a verdade à sociedade.
Só para ter uma noção de como a participação da Turma do Fundão é importante, vou contar como a galera atual nos ajudou a tomar várias decisões nos bastidores da produção da revista.
Acho que a mais legal foi a capa de março de 2010, a dos “Erros Históricos”. Lembram?
Pois é, ela “só” foi a mais vendida de todos os tempos na história da Mundo Estranho. E sabem quem escolheu os personagens que saíram na capa? TdFs!!
Nós mandamos um e-mail “Top Secret” com a seguinte pergunta: Qual personagem histórico vocês acham que a galera da sua idade reconheceria com mais facilidade? (Veja as opções abaixo). Eles votaram naCleópatra, no Napoleão e no Fidel, que empataram e dividiram a capa. Mandaram bem, né?
Também foram eles que elegeram os piores do ano que saiu na edição de dezembro de 2010.
E sabe a nota sobre os Mamonas Assassinas que saiu no X-Cult de maio? Só saiu porque os TdFs acharam bacana (pena que o filme atrasou…)
Perguntamos se eles sabiam o significado das palavras “escabrosa” e “newbie” para colocar na revista. E pedimos para escolherem entre os temas ponte de safena, lipoaspiração e cirurgia de redução do estômago. A mais votada vai sair como matéria na edição de agosto da ME (surprise!).
E para aquecer os futuros TdFs, hoje passo duas tarefas da ME. Inclusive, elas também foram lançadas para os atuais. Aí vai:
O que vocês acham de uma P&R sobre carros tunados?
E uma sobre a Turma da Mônica? Rola?
Se puderem justificar a resposta, melhor. Essa é chance de vocês mostrarem que merecem entrar para a tchurma estranha. Quem vai encarar?