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TdF Explica – 11 motivos para fazer parte da Turma do Fundão

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Victor Bianchin   |    18 de junho de 2013

A Turma do Fundão 2013 começa seu mandato em setembro. Ainda dá tempo de se inscrever: clique aqui para enviar sua ficha.

Enquanto o resultado não sai, a turma de 2012 reuniu 11 ótimas razões para você querer ser TDF e fazer parte da equipe da melhor revista jovem do Brasil. Confira abaixo!

Aprenda como é feita uma revista

Uma das vantagens de participar da Turma do Fundão é que você aprende de pertinho como é feita a sua revista favorita. Você pode visitar a redação quando quiser, mas, mesmo não estando diretamente lá, você conhece um pouco da rotina da ME, como as pautas são organizadas e como tudo é pensado para agradar o leitor.

Tudo isso, é claro, dentro de um prazo. Enquanto você lê a revista deste mês, editores e designers já estão pensando e preparando uma outra edição que você só lerá daqui a alguns meses. E o mais legal é que você, fazendo parte da TdF, está incluído nesse processo toda vez que sugere matérias, opina no Debate, no Duelo, etc. Para quem quer seguir carreira na área de Jornalismo, é uma ótima experiência.
Participe de matérias

Todo o mês, o TdF pode enviar uma opinião para o Debate da edição seguinte – uma ótima oportunidade para pesquisar sobre temas atuais e polêmicos e elaborar argumentos convincentes para que o seu texto seja um dos dois escolhidos.

O TdF também mostra as caras no Duelo. É um pouco mais difícil aparecer nesse, pois apenas uma opinião é escolhida por mês, então capriche ao analisar a história de celebridades, países e até de grupos terroristas para ajudar a escolher quem leva a disputa.

Temos bastante espaço para mostrar nossa habilidade de achar apetrechos inovadores na seção “Eu Quero”. Pode parecer simples achar na internet produtos que não estão no circuito, mas essa é uma das tarefas que exige mais tempo (e criatividade). Fique atento para enviar presentes que representem as ocasiões especiais do mês.

Além disso, até dezembro, tínhamos uma seção na revista, na qual tratávamos de um assunto diferente a cada mês. A página acabou sendo retirada, mas foi apenas um incentivo extra para capricharmos ainda mais nas matérias para o blog e pesquisar por sugestões mais inovadoras para a revista.

 Visite a redação

Não são apenas os leitores da Mundo Estranho que são estranhos: a redação também é! Ser um TdF te dá o privilégio de conhecer a redação da ME na sua entrevista, caso você compareça pessoalmente. Se morar longe da capital paulista, a entrevista é por telefone.

Além dessa primeira visita, você pode ir de vez em quando para acompanhar o trabalho da redação – é só avisar antes. E, mesmo fora da redação, há muito contato com todo mundo que cuida da sua revista predileta, deixando você por dentro de todos os detalhes. A redação da ME é provavelmente um lugar onde qualquer pessoa com criatividade e disposição gostaria de trabalhar.

 Ganhe livros

Como um integrante da TdF, você recebe livros periodicamente (uma vez por mês, mais ou menos) de presente da redação. Esses livros são enviados à ME por editoras que estão buscando divulgação para seus lançamentos – algo muito comum em qualquer revista. A diferença da ME é que eles não ficam com os livros: em vez disso, enviam para nós.

Para mim, essa é a parte mais legal, já que sou um amante da leitura. Várias vezes, eu chegava do colégio e encontrava em casa um pacote da Mundo Estranho com alguns livros. E eles são sempre fantásticos: livros de terror, fantasias, romances, etc.

Você também pode fazer resenhas para o blog sobre a sua leitura nova. E, às vezes, a redação permite que você mesmo escolha o livro que quer ganhar. Isso é ótimo, porque te abre um leque de opções. Próximos TdFs, aproveitem seus bons livros!

 Apareça em um veículo de circulação nacional

Com a TdF, os leitores da MUNDO ESTRANHO participam de uma publicação de circulação nacional que tem mais de meio milhão de leitores. Não é pouco: como o mercado de Jornalismo está em transformação (algo que vem sendo causado pela internet há alguns anos), muitos veículos fecharam ou enxugaram suas equipes. Muitos jornalistas já formados, inclusive, ainda buscam uma oportunidade de serem publicados na grande imprensa.

Você cria conteúdo ao seu gosto e ainda ganha uma visibilidade imensa dentro de uma das principais revistas da editora Abril.

 Sugira matérias

Já pensou em algum tema ou pergunta que se encaixaria direitinho na ME? Todo mês, a galera da TdF recebe e-mails do pessoal da redação pedindo nossas sugestões de pautas, desde perguntas para a seção P&R até ideias para as outras partes da revista. Quando uma delas é aproveitada, nossa foto sai na matéria em questão com o selo “TdF Sugeriu”. E não é difícil nossas sugestões serem escolhidas: a maior parte dos 20 integrantes da turma atual já propôs alguma matéria grande que acabou sendo publicada.

Além disso, é bom ficar antenado no Facebook, onde temos um grupo privado, pois sempre pinta uma oportunidade de sugerir algo para as seções do X-Tudo, como Eu Quero e Legalzômetro.

 Escreva para o Blog da TdF

Quem acompanha o site e as redes sociais da ME sabe que o Blog da TdF é um dos locais mais movimentados da revista na internet. E é o maior espaço que você vai ter se entrar para a turma!

Se você curte escrever textos, fazer críticas ou sonha em um dia ser jornalista, essa é uma ótima oportunidade para você ir treinando. No blog, você pode publicar resenhas de livros que leu (especialmente dos que recebe da redação), filmes que assistiu, games que curte, eventos de que participou e até entrevistas que você mesmo terá de preparar!

Isso sem falar nas semanas especiais como a do Halloween, a de séries e a do apocalipse, onde todos os TdFs se juntam para criar posts temáticos que sejam, ao mesmo tempo, divertidos e informativos. É um verdadeiro trabalho em equipe pra trazer os melhores posts para os leitores da ME.

 Desenvolva seus argumentos

Com os Debates que os redatores mandam todo mês para você e os outros opinarem, você desenvolve sua capacidade de argumentar. Com o passar do tempo, seus argumentos vão melhorando até que você se torne muito bom nisso.

Eu percebi muito isso em mim. Antes, eu era péssimo em argumentos. Agora, com os Debates e mais pesquisas, eles melhoraram, e muito! Isso é uma das vantagens de ser TdF.

Entreviste personalidades

Sabe aquele(a) cara famoso(a) que você curte pra caramba, mas não procura por ser uma “pessoa normal”? Pois é, sendo um TdF, você poderá entrevistá-lo! Afinal, você tem a ME por trás do seu nome, o que te dá uma visibilidade maior e aumenta suas chances.

O processo de entrevistar alguém para o Blog é igual ao de qualquer jornalista calouro na faculdade: você procura o contato na internet, manda um e-mail (ou liga) e torce para a pessoa te responder. Se responder, você marca a entrevista. Normalmente, você mesmo formula as perguntas, mas pode pedir ajuda aos outros TdFs.

Aos futuros TdFs: honrem sua vaga. Você, com certeza, conhecerá as pessoas mais loucas e legais do mundo. Contamos com vocês para nos substituírem bem.

Contribua com seu próprio futuro

Além de ser divertido, ser um TdF tem uma repercussão extremamente positiva no futuro. Afinal, não é todo mundo que escreve tanto para um blog quanto para uma revista de circulação nacional. Imagine isso no seu currículo!

Nós temos prazos para entregar matérias, sugerir pautas e opinar nos Duelos e Debates. Como nada disso pode ser feito sem uma pesquisa prévia, você cria um senso de responsabilidade para não deixar as coisas acumularem e não ter que fazer tudo em cima da hora, até porque tem gente contando com você.

É possível ainda desenvolver sua habilidade na escrita e na leitura, já que temos que ler e resenhar muitos livros, e também a habilidade de trabalhar em grupo, já que outros TdFs estarão trabalhando em conjunto com você, opinando e te ajudando com as suas matérias (às vezes, nós nos dividimos em grupos para fazê-las).

 Faça amigos

Quando você entra para a TdF, conhece várias pessoas épicas. A relação que você tem com elas tende a ser uma coisa duradoura, afinal, na maioria dos casos, seus colegas têm um gosto parecido com o seu! Além disso, os outros TdFs podem te indicar vários filmes, séries e games bons, o que também conta pontos.

Dentro da Turma do Fundão, você amadurece, conhece o mundo de uma forma nova e começa a apreciar coisas que antes não curtia tanto. E ganha uma das coisas mais importantes da vida: amigos.


TdF 2011: a despedida – parte 5

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Victor Bianchin   |    24 de agosto de 2012

É doloroso, mas é verdade: hoje é o dia da despedida definitiva da TdF 2011.  Foi um ano muuuito divertido com essa galera e dá um aperto no coração vê-los deixar a vaga.

Confira as últimas despedidas desse grupo que foi tão importante para a ME nos 12 meses que passaram. E fique atento: a terceira geração vem aí!

Imagem: Arquivo pessoal

Matheus Costa

Eu me tornei TdF porque: Queria participar e ajudar no que sei pra tornar minha revista favorita ainda melhor, e acabou dando certo!

Nos últimos 12 meses…: Entrei para a TdF e conheci muita gente legal, conheci a redação da ME, conheci melhor todo o processo de produção da revista, viajei, fui ao Lollapalooza Brasil e vi o Foo Fighters ao vivo (as duas horas e meia mais cansativas e mais incríveis da minha vida), um amigo me pediu para autografar uma ME e professores zoaram minha careta na edição onde todos os TdF foram apresentados. Foram meses divertidos!

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: A matéria do “E se?” que saiu na edição com a capa do homem grávido foi a mais divertida, quebrei a cabeça bastante para bolar uma sugestão legal.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma revista divertida, inteligente, informativa e atrativa pra leitores novos e antigos.

Para mim, ser um TDF foi: Uma experiência incrível e divertida! Trouxe informações e coisas que levarei para o resto da vida! Aos futuros TdFs, digo que não irão se arrepender e que aproveitem, é uma grande experiência. E, a aqueles que não passaram, digo que continuem tentando, pois garanto a vocês que valerá a pena!

Imagem: Patricia Stavis

Rafael Gomes

Eu me tornei TdF porque: Adorava a revista e a acompanhava há muito tempo. Curti muito a participação da TdF passada e queria fazer parte daquilo, ajudando os leitores e contribuindo com a revista com matérias ou opiniões. Achei que nunca iria dar certo, mas aconteceu e eu estou muito feliz em participar dessa turma!

Nos últimos 12 meses…: Tive a oportunidade de conhecer pessoas fantásticas, ser reconhecido pelos amigos por causa da ME. Pude conhecer o ambiente de trabalho de mais uma redação, pois já visitei algumas outras, e a ME me “atrapalhou” na minha escolha profissional: por um momento, de uma hora para a outra, pensei em mudar de carreira e sair de engenharia para a área de comunicação, mas decidi continuar em exatas. Espero algum dia estudar e trabalhar com essa outra área.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Pra falar a verdade, não sei, mas a minha primeira matéria foi a da visita à Feira do Guia do Estudante. Além de poder tirar as minhas dúvidas, pude compartilhar essa minha escolha com o leitor da ME, e acho que muitos se identificaram com ela.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista que existe para o público jovem/adolescente, me identifico muito com ela, principalmente nas Perguntas & Respostas.

Para mim, ser um TDF foi: Aparecer na revista, hahaha. Agora, falando sério, foi uma experiência única participar de uma revista, poder ajudá-la e ser reconhecido por isso. E ainda fazer amizades que vou levar para a vida toda.

Imagem: Patricia Stavis

Rafael Gonçalves

Eu me tornei TdF porque: Vi ali uma chance de conhecer mais a fundo a revista de que eu mais gostava. A chance de poder colaborar com as matérias, escrever resenhas e participar de cabines parecia um sonho distante, mas eu tive a chance de realizá-lo.

Nos últimos 12 meses…: Pude conhecer muita gente nova, pude ser abordado na rua por ser um TdF e “curtir” alguns segundos de “fama”. Pude conhecer um ambiente de trabalho que eu não imaginava como era. O contato com a comunicação me fez voltar atrás e pensar duas vezes sobre minha vida. Assim, tomei coragem para largar a faculdade de Física e comecei a estudar Comunicação.

A matéria de que eu mais gostei de participar: Escrever a resenha do filme Os 3. A primeira cabine de que eu pude participar, acho que nunca vou esquecer. O próprio filme adquiriu esse valor emocional pra mim.

Para mim, a Mundo Estranho é: A revista ideal. A chance que a ME dá de os leitores poderem fazer parte da rotina da revista, e até mesmo a interatividade que ela oferece na internet, é algo genial e inovador.

Para mim, ser um TdF foi: Fantástico. Foi um ano em que eu pude aprender muito e fazer amigos que poderei guardar pra sempre.

Imagem: Patricia Stavis

Rafael Pires

Eu me tornei TdF porque: Acompanho a Mundo Estranho desde quando ela era um especial da Super. Cresci aprendendo, me divertindo e ficando curioso com as matérias, digamos que tenho um DNA estranho. Também queria dar ideias e sugestões para a minha revista favorita, ter uma mãozinha minha ali e poder conhecê-la mais a fundo.

Nos últimos 12 meses…: Conheci como funciona a revista por de trás das entrelinhas, os bastidores de tudo. Conheci pessoas que me ensinaram, passaram experiências e tiraram dúvidas: Gi, Marcel, Bernardo, entre outros. Não fiz apenas colegas da Turma do Fundão, mas sim amigos que levarei comigo ao decorrer da vida.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Foi a página da TdF, por estar ao lado dos outros TdFs. A matéria de que mais gostei de fazer parte foi aquela em que falei sobre o final de série que me marcou. Poder compartilhar minha paixão por Friends foi o máximo.

Para mim, a Mundo Estranho é: …e sempre será a melhor revista, aquela que diverte, ensina e nos deixa intrigados e ansiosos pela próxima edição.

Para mim, ser um TDF foi: A melhor experiência da minha vida, um sonho que eu almejava muito alcançar, e consegui. Nunca me esquecerei da ligação do Marcel me avisando que eu era um TdF, foi um dos melhores dias da minha vida. Ali começava uma nova jornada de realizações. Foi ótimo poder ficar pertinho daqueles que todos os meses nos levam uma informação nova e nos ensinam tanto.


TdF 2011: a despedida – parte 4

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Victor Bianchin   |    23 de agosto de 2012

E as despedidas da Turma do Fundão 2011 continuam! Hoje é dia de dizer adeus aos três Pedros que integraram nossa equipe nos últimos doze meses. Sim, foi bem confuso ter três ao mesmo tempo. Valeu, galera!

 

Imagem: Patricia Stavis

Pedro Gaspar

Eu me tornei TdF porque: Sempre achei a ME aquela revista de bater o olho e querer levar, mas, quando vi que podia fazer parte disso, corri para tentar. E olha que, quando me ligaram, eu achei que era uma piada! Me tornei TdF porque gosto de indicar coisas novas, mas prezando por tudo que é clássico. Sinto que a ME gosta desse caminho também.

Nos últimos 12 meses…: Acabei o colégio há pouco tempo, tive cursinho, estágio… tudo vira uma bagunça, mas você não pode parar, né? Fiz amizades legais entre os TdFs, me envolvi o máximo que pude com o pessoal. É uma experiência que eu vou levar até meus netos!

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Adorava quando eu aparecia no X-Tudo, gosto daquele brainstorm de coisas interessantes. São as coisas que eu mais fuço na internet e é legal vê-las numa revista.

Para mim, a Mundo Estranho é: Um centro bem ponderado de cultura jovem útil, traz curiosidades de todos os tipos sem banalizar pra chamar atenção. Indico para todo mundo que queira um material interessante para ler e passar o tempo. Por muitos anos, quando você levar uma ME para uma sala de aula – desculpa, professores –, ela vai ser o centro de atenção.

Para mim, ser um TDF foi: Gratificante, divertido e um aprendizado. Quando eu contava para os amigos, era uma coisa maravilhosa, começaram a me pedir indicações de tudo, e eu adoro mostrar coisas legais pras pessoas. Faria tudo de novo, mas sempre tem pessoas diferentes por aí, com ideias diferentes. Que venham os novos TdFs continuar essa equipe incrível!

Imagem: Patricia Stavis

Pedro Mostaco

Eu me tornei TdF porque: Sempre curti muito a Mundo Estranho, sempre adorei o estilo da revista e achava que poderia participar de alguma forma dela por conhecê-la há bastante tempo. Como TdF, eu queria contribuir mais ativamente para a revista, mostrando o que mais curtia, e também o que achava que deveria ter um enfoque maior, o que de novo ainda poderia ser explorado.

Nos últimos 12 meses…: Bom, minha vida, durante o período TdF, foi bastante atarefada, devida a um aumento na carga de estudos. Acho que ser TdF ajudou a distrair-me quando achava que estava perdendo a concentração. Além disso, aprendi a curtir mais meu jeito nerd e a expandir minhas preferências quanto a entretenimento.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Sem dúvidas, as matérias em que os TdFs mais se ligam são aquelas em que participam ativamente. No meu caso, quando a ME mandou um robô da Lego para que eu montasse e programasse. Foi uma experiência superdivertida e que me fez pensar também sobre diferentes ramos profissionais que posso seguir no futuro.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista de curiosidades do Brasil. Uma revista que tive o privilégio de conhecer e saber que está sempre se esforçando para surpreender seus leitores e agradar o máximo do público possível. Mais que isso, um ambiente em que todos gostam do que fazem e do resultado final, o que só melhora a qualidade da revista.

Para mim, ser um TDF foi: Uma experiência muito gratificante. Conheci várias pessoas muito interessantes, mudei meu modo de pensar em alguns aspectos e conheci minha revista predileta. Além disso, pude participar de algumas matérias e só alimentei ainda mais minha paixão por curiosidades.

Imagem: Patricia Stavis

Pedro Yoshimatu

Eu me tornei TdF porque: Escrever foi uma coisa com que eu sempre me identifiquei, e a Mundo Estranho ainda é uma das minhas revistas favoritas de todos os tempos. Por que não unir o útil ao agradável? Me inscrevi primeiro para a TdF 2010, na qual não entrei, mas não desisti. Quando a Gi me ligou para me chamar para a pré-entrevista, eu tentei ao máximo me juntar ao pessoal para poder finalmente interagir com uma das minhas revistas favoritas.

Nos últimos 12 meses…: Passei a olhar tudo com uma visão mais crítica do que o comum. Antes da TdF, eu costumava gostar de quase todo filme que eu ia ver no cinema, mas percebo que meu senso de crítica está mais afiado depois de um ano com a ME. Eu procuro agora analisar mais a fundo todos os aspectos de uma obra e avaliar se aquilo é realmente bom ou não.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: A da forja das espadas, da edição 126 (Julho/2012). Desde pequeno, eu fui muito interessado no universo das espadas, por conta do kendô e do meu pai. Portanto, foi muito interessante ver aquilo que eu curto ser transformado em uma matéria da revista.

Para mim, a Mundo Estranho é: Atualmente, várias amizades. A revista me proporcionou ótimos amigos, os quais eu realmente tenho vontade de ver mais vezes e de sair junto mais comumente. A Mundo Estranho já faz parte de mim, e sem ela eu não poderia conhecer todas as pessoas incríveis que eu conheci nesses últimos 12 meses, tanto da TdF quanto da redação.

Para mim, ser um TDF foi: Uma experiência. Desenvolvi a escrita e a crítica, conheci novas pessoas, interagi mais a fundo com o universo do jornalismo… Foi uma oportunidade única, que eu (e aposto que todo mundo) não vou esquecer.


TdF 2011: a despedida – parte 3

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Victor Bianchin   |    22 de agosto de 2012

Continuamos com os depoimentos emocionantes da TdF 2011, que se despede da função agora no final de agosto. Valeu, galera!

Imagem: Arquivo pessoal

João Pedro Alves Neto

Eu me tornei TdF porque: Eu tinha visto os TdFs 2010 e fiquei com aquela vontade de me escrever. Fiquei com aquela pulga atrás da orelha: será que eu passaria? E não é que deu certo! Me tornei TdF porque eu amo a revista e queria um desafio, e ela com certeza alcançou as expectativas. Mas acho o que mais me chamou pra ser um TdF era querer matar minha sede por curiosidades e saber como minha revista era feita.

Nos últimos 12 meses…: Nossa… passou super-rápido, mas foi loucura TOTAL quando descobri que era TdF, contei pra todos. Acho que tudo o que fazemos são experiências e a ME foi com certeza uma experiência maravilhosa, não só porque eu escrevi, opinei e ajudei a revista, mas pelas pessoas que eu conheci, que, sem dúvida, ficarão comigo pra sempre. Sem contar que fui o único TdF doido que saiu de SC para ir para SP só pra conhecer os amigos de revista e também a redação. Isso é uma experiência que não dá para descrever. O rosto das pessoas com quem você só conversa pela internet e então vê pela primeira vez é maravilhoso. Essa viagem com certeza entrará para a história. Sendo TdF, também consegui amigos (virtuais) que admiram nosso trabalho. Isso sem falar naquele momento gostoso em que você conhece alguém e essa pessoa fica te encarando e pergunta: “Você não é o João Pedro da Mundo Estranho?” E você quase morre de tanta alegria, abre um sorriso e diz: “sou sim”.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Acho que foi “Qual a diferença entre andróginos e hermafroditas?”, porque me identifiquei bastante com essa matéria (não que eu seja um, hehe). Mas acho que ela mostrou meu lado doido sabe, o lado que adora uma curiosidade muito maluca, mais ou menos o que a ME faz mensalmente. Mas não posso deixar de mencionar a matéria que eu também sugeri sobre “Os segredos da nota de um dólar”, pois é uma emoção danada quando você vê que sua ideia saiu com chamada na capa! Mostra que não sou formado só de ideias bizarras, sou uma mistura louca de bizarrices e coisas sobrenaturais.

Para mim, a Mundo Estranho é: Um pedaço de mim. Além de fazer agora parte da minha historia, a ME sempre me ajudou na escola e matou curiosidades que eu mesmo não sabia que tinha. Mas, quando terminava de ler, pensava “nooossa, então é assim que acontece, sempre tive essa duvida, valeu mais uma vez, ME”. Sem contar que a revista é minha companheira, pois não saio nem pra ir na esquina sem minha ME na mochila – a gente nunca sabe o que pode acontecer, e se o marasmo bater ? Logo tiro minha revista da mochila e tchau marasmo! E naquele momento entro no mundo doido que é a Mundo Estranho, onde o único habitante sou eu.

Para mim, ser um TDF foi: Como dar uma barra de chocolate a um chocólatra, como dar banana a um macaco ou como ganhar um box da sua série preferida de surpresa no Natal! É inenarrável, só sendo pra sentir. A tensão da inscrição, a explosão de alegria quando você recebe a ligação dizendo que você foi pré-selecionado… (pode ter certeza, essa palavra te mata) e os fogos de artifício quando você descobre que foi escolhido. Você não sabe se grita, chora ou morre do coração. No meu caso, foi tudo junto e mais um pouco.

Imagem: Patricia Stavis

Leonardo Uller

Eu me tornei TDF porque: Sempre quis participar da ME. Leio a revista desde 2005, então foi como a realização de um sonho para mim. Além disso, por na época desejar fazer Jornalismo, queria conhecer um pouco mais sobre a profissão, pela qual me apaixonei mais ainda!

Nos últimos 12 meses…: Conheci pessoas maravilhosas de que nunca vou esquecer, amigos que ficarão para a vida toda. Além disso, pude visitar a redação da ME (mais de uma vez), o que também foi muito legal, definitivamente. Eu li muitos livros, dei minha opinião nos Debates, sugeri pautas, rezando para que alguma delas aparecesse na revista, e também participei de uma cabine, vendo Millenium quase um mês antes de todos, o que foi, sem dúvida, sensacional! Pude fazer inveja em todos meus amigos!

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: A matéria da última edição de julho, sobre a Gestapo, que eu sugeri. O mais legal foi a surpresa, pois havia sugerido essa pauta para a revista de novembro do ano passado, e apenas alguns dias antes fiquei sabendo que havia a possibilidade de a pauta entrar na revista de julho. Fiquei “WTF!?”, mas fiquei feliz assim mesmo, muito, pois antes tarde do que nunca!

Para mim, a Mundo Estranho é: A revista que marcou o final da minha infância e a adolescência e, provavelmente, a única de que li fielmente todos os exemplares, desde o primeiro até os que continuam saindo. Conhecer a equipe dessa revista só me fez amá-la mais ainda e valorizar o trabalho para torná-la possível.

Para mim, ser um TDF foi: Incrível! No começo, era só um sonho, mas, conforme fui passando nas entrevistas, esse sonho foi se tornando mais e mais real, até que, quando se tornou realidade, foi um momento único na minha vida. Ser TdF foi representar os leitores da ME, e isso não é fácil não! Em cada nova tarefa eu pensava sempre em como responder da melhor maneira, sempre falando a verdade, mesmo quando não tinha curtido determinados assuntos da revista. Enfim, foi demais!

Imagem: Patricia Stavis

Lucas Farah

Eu me tornei TDF porque: Porque, ao ler cada edição da ME, eu me via trabalhando nela, dando ideias e sugerindo algumas coisas. Quando eu vi a primeira TDF, pensei “Nossa, que legal, eles ‘trabalham’ pra ME, pena que eu nunca vou conseguir fazer isso”. Depois que eu recebi o telefonema da grande Gi, eu lembrei desse episódio e disse a mim mesmo: “putz, eu consegui”. Foi um momento muito gratificante pra mim.

Nos últimos 12 meses…: Conheci pessoas incríveis, com quem eu posso contar a qualquer hora. Foi com elas que conheci o mundo mágico das séries, uma coisa que virou vício!

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: A página TdF, que, a cada edição, trazia uma coisa diferente, cada vez mais interessante.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma escola de curiosidades. É a atenção que todo nerd quer ter, é uma revista incrível.

Para mim, ser um TDF foi: Uma experiência única. Com certeza, esse foi um dos melhores anos da minha vida. Conheci pessoas incríveis: não só os TdFs, como também a galera que faz a ME funcionar.

Imagem: Arquivo pessoal

Mahara Zamban

Eu me tornei TDF porque: Eu tenho a Mundo Estranho faz muito tempo, e sempre achei uma revista fantástica, sempre quis participar dela. Os temas da ME sempre foram sobre coisas que eu gostava/amava/me interessava. Com a criação da TdF, eu achei que era a oportunidade ideal pra conseguir fazer parte da ME. Dito e feito!

Nos últimos 12 meses…: Eu conheci bastante gente interessante, fiz bastantes contatos legais, participei do Amigo Secreto (ainda que eu morasse fora de São Paulo) e me diverti com os assuntos, comentários e histórias dos TdFs.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Todas em que escrevi sobre séries. Adoro séries e adorei o espaço que eu tive para colocar a minha opinião sobre elas, recomendar e avaliar.

Para mim, a Mundo Estranho é: Uma revista diferente das outras, levando a participação e as ideias dos leitores muito além. A redação é sempre muito preocupada em agradar todos, sempre escutando, tomando nota e querendo investir no que foi sugerido. São poucas as revistas que fazem tanto para o leitor como a ME.

Para mim, ser um TdF foi: Inesquecível. É um mundo muito legal, bem diferente, em que se aprende bastante sobre matérias e sobre a aceitação do publico. Além disso, a revista te dá uma outra visão sobre o Jornalismo, por ser visto de dentro. Os nossos “tios” sempre nos pediam e nos incentivavam a mandar matérias, resenhas e muitas ideias.


TdF 2011: a despedida – parte 2

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Victor Bianchin   |    21 de agosto de 2012

Continuamos hoje com a despedida da TdF 2011. Valeu, galera!

Imagem: Patricia Stavis

Eduardo Furlanetto

Eu me tornei TdF porque: Acompanhava a ME havia uns dois anos e já tinha tentado entrar na TdF 2010. Amava a revista. Ainda lembro de quando vi naquela edição dos Códigos Secretos a primeira propaganda da TdF 2011 e fiquei pensando como seria participar de um grupo tão legal. Entrei no site e me inscrevi, mesmo não acreditando muito que conseguiria. Queria ajudar a melhorar a melhor revista do mundo. Umas duas semanas depois, minha mãe falou que tinham me ligado de uma revista, pra uma tal de “turma de não sei o quê”. Pulava de emoção. Consegui chegar entre os finalistas e, um dia antes de anunciarem a turma completa, na pré-estreia do Lanterna Verde, lembro que fui cumprimentar o Marcel e recebi um “Oi, Eduardo”. Só passava na minha cabeça “como ele sabe meu nome? Como ele sabe meu nome?”. No dia seguinte, enquanto voltava da escola, a Gi me ligou dando a notícia. Foi assim que virei TdF.

Nos últimos 12 meses…: Tornei-me colaborador de minha revista favorita, passei pro último ano do fundamental, deixei de ser tão baixinho, fiz 14 anos (o que é muito legal por menos filmes serem proibidos pra minha idade no cinema, hehehe), comecei a ver mais minha irmã, que mora em São José do Rio Preto, emagreci, perdi um pouco do meu jeito crianção, virei um verdadeiro geek (graças à TdF), fui muito ao cinema, conheci a Galeria do Rock, fiz novos amigos e muitas outras coisas. Foram os meses mais importantes na minha vida, uma época que sempre lembrarei, principalmente por ter estado com esse grupo tão especial.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: A do Duelo dos piratas versus ninjas, pois foi a primeira, aquela de que eu nunca vou esquecer. Foi recebendo o e-mail dessa matéria que caiu a ficha: “eu faço parte da Turma do Fundão”.

Para mim, a Mundo Estranho é: Ainda a melhor revista do mundo, uma publicação de que qualquer criança ou adolescente não vai conseguir tirar o olho. Uma revista que te prende na banca. Uma mistura entre a melhor capa, o melhor conteúdo, as melhores ilustrações e as melhores ideias.

Para mim, ser um TdF foi: Uma das melhores experiências da minha vida. Me trouxe conhecimento e amigos e me mostrou novos sites, músicas e filmes. O mais importante foi me mostrar que sempre devo opinar sobre as coisas. Tudo tem um lado bom e ruim. Foi simplesmente incrível esse ano participando da TdF. É uma coisa de que nunca vou esquecer.

Imagem: Patricia Stavis


Gabriel Pinheiro

Eu me tornei TdF porque: A ME me escolheu para tal! Mas a ideia veio do fato de a ME ser uma parte de mim desde antes de haver TdF. Eu sempre gostei da revista e ela me ajudava muito em algumas situações complicadas da escola, principalmente quando eu não queria falar com ninguém. Era nas páginas da ME que eu mergulhava e nem sentia o tempo passar. Posso dizer que as MEs, para mim, são quase como o diário de Tom Riddle, tem uma parte minha em suas páginas. E eu tenho uma parte nelas. Eu me inscrevi por isso. Já me sentia tão unido com a revista que sabia em qual edição estava cada reportagem, e sentia que poderia ajudá-la a ser cada vez melhor. Arrisquei e passei. Foi emocionante receber as ligações. Lembro como se fosse ontem. Um dos maiores sonhos da minha vida estava por se concluir.

Nos últimos 12 meses…: Eu passei a confiar mais em mim mesmo e acreditar cada vez mais que eu conseguiria me superar em novas áreas. Cresci muito, me permiti ser mais confiante. Conheci pessoas que se tornaram muito amigas minhas e, principalmente, saí do casulo que me prendia do mundo. Nunca gostei muito de sair, mas notei que meu desgosto era baseado puramente na falta de companhia para tal. Ajudei a revista que mais gosto e pude ter experiências únicas. Realmente, foram os melhores 12 meses da minha vida e drasticamente mudaram minha relação com o mundo.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Caramba, gostei de todas. Em cada participação, dei meu máximo e me deixei curtir, mas acho que a que mais gostei foi a da Feira do Guia do Estudante. Gostei muito disso por ter sido bem no começo. Foi a primeira coisa que eu fiz para a revista e que me mostrou como seria minha vida no próximo ano. A ida foi ótima e poder cobrir um evento tão grande foi bem satisfatório. Foi também o primeiro contato que tive com outros colegas da ME, como a Bruna “Brubs” Fernandes e o Rafa Fonseca. Foi legal conhecer essas pessoas que tinham tanto em comum comigo, que liam a mesma revista que eu, que gostavam das mesmas coisas e por aí vai. Acho que talvez pela sensação de dever cumprido de ter passado, foi demais. Não esquecerei os momentos em que eu, Brubs e Rafa estávamos pela feira andando e, do nada, um dos nossos celulares tocaria e do outro lado da linha tinha uma Gi falando que tínhamos que procurar o fotógrafo para registrar a presença ou então que deveríamos ver mais stands e por aí vai. E, no final, que deveríamos esperar na porta. Foi uma experiência única.

Para mim, a Mundo Estranho é: Como disse acima, um pedaço de mim. Ela é uma fonte de pesquisa com textos leves e irreverentes, mas tão complexos e bem elaborados que me surpreendo com detalhes. É uma forma de eu ver coisas novas, de sanar dúvidas clássicas, enfim, um novo olhar para o nosso próprio Mundo Estranho. A ME é uma revista que não é só entretenimento, embora tenha disso, nem só informação, embora também tenha muito disso. A ME é uma revista sempre tentando ser a melhor que puder para sempre agradar seus leitores cada vez mais exigentes.

Para mim, ser um TdF foi: Ter um novo olhar na vida. Foi conhecer o backstage de uma revista que eu sempre li. Foi gratificante, foi sensacional. Ser TdF foi ter um gosto do que é ser ME, do que uma marca pode representar. Foi muito legal poder “representar” a ME em eventos e isso é ser TdF. Acho que cabe aqui: lembro que, antes de ser TdF, minha leitura das matérias da ME era: título, ~~pular os créditos~~, matéria. Isso era bem sem querer, eu nem notava, mas meus olhos não liam os nomes da redação. Agora, faço questão de ler todos os nomes e ainda penso: ahhh, esse eu conheço! Esse também! Esse nome é novo, quem será? Bom, acho que foi isso, foi uma questão de me integrar mais com a revista, de saber como ela é.

Imagem: Arquivo pessoal

Gustavo Guimarães

Eu me tornei TDF porque: Sempre gostei da área de jornalismo cultural e de entretenimento, e a TdF era a jogada certa pra entrar nesse mundo.

Nos últimos 12 meses…: Reviravolta. Conheci pessoas que levarei pelo resto da vida, aprendi muito como funciona uma revista e apaixonei-me ainda mais pela Mundo Estranho.

A matéria da revista de que eu mais gostei de participar: Os Duelos, sempre instigantes e divertidos, e as matérias do blog, que eram minhas paixões.

Para mim, a Mundo Estranho é: A melhor revista do país e uma casa agora.

Para mim, ser um TDF foi: Melhor que ganhar os dois milhões da Fazenda.


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