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Gibi “Disney Jumbo nº5″ traz seis HQs raras do Morcego Vermelho

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Lorena Dana   |    17 de maio de 2013

Se você é disneymaníaco, vai pirar com este lançamento. A Editora Abril acaba de colocar nas bancas o gibi Disney Jumbo nº5, que traz 30 HQs incríveis com as confusões de Mickey, Pateta, Tio Patinhas, Pato Donald e outros personagens queridos da Disney.

O melhor é que a edição tem seis HQs raríssimas do Morcego Vermelho!
Aliás, sabia que o Morcego Vermelho, o alter ego do Peninha, está completando 40 anos de idade? Em comemoração, você pode ler uma entrevista exclusiva com o desenhista Carlos Edgard Herrero. Spoiler: Ele conta os bastidores da criação do personagem!

Morcego Vermelho em ação! (Foto: Reprodução)

O gibi Disney Jumbo nº5 custa R$ 17,00 e está à venda nas bancas de todo o Brasil.


Nova integrante dos X-Men é de Recife (PE)

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Marcel Nadale   |    21 de novembro de 2012

 

A gente vive recebendo por aqui a pergunta “Existem super-heróis brasileiros?”. Sim, eles existem, e agora há mais um na lista: a Garota-Tubarão (Shark-Girl). A mutante, que estreou na edição de 14 de novembro de Wolverine & the X-Men nos EUA, é de Recife, PE.

Seu nome é Iara dos Santos (captaram a referência à figura folclórica?). Ela mora na praia da Boa Viagem, famosa por ataques de tubarões, e se alimenta de peixes crus.

Na história, Iara ainda está se acostumando com seu dom mutante de se transformar num tubarão e  é levada pelo Anjo à mansão dos X-Men, para começar seu treinamento.

E aí? O que você achou da novidade? Dê sua opinião nos comentários!


O que está bombando na redação (2)

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Marcel Nadale   |    26 de setembro de 2012

De tempos em tempos, fazemos a ronda pela redação da MUNDO ESTRANHO perguntando: o que você anda curtindo na cultura pop atualmente? Eis as dicas mais recentes da nossa equipe:

Marcel Nadale, editor
“Esse é o meu período mais feliz em todo ano: AVALANCHE de reality competitions. Estou acompanhando as novas temporadas de Survivor, The Voice (acima) e The Amazing Race nos EUA, The Glee Project na Fox, The Biggest Loser no Discovery Home & Health e contando os dias para a versão nacional de The Amazing Race, no Space. Estreia em 7 de outubro”

Mariana Pires, estagiária de texto:

“Há algumas semanas, descobri o canal ID (Investigation Discovery) e estou viciada em toda a programação! Como sou fissurada por psicopatas e o que se passa em suas mentes, este canal caiu como uma luva!”

Mayra Fernandes, designer:
“Tenho escutado muito o álbum solo do Jack White, Blunderbuss. As primeiras músicas parecem mais do mesmo, mas o instrumental de ‘Hip Poor Boy’ e ‘I’m Shakin’ me conquistaram” 

Victor Bianchin, editor:
“Depois de ouvir muita música pop para fazer minha matéria da edição de outubro [A Fantástica Fábrica do Pop], voltei a escutar rock. Estou curtindo o álbum novo do The Vaccines, Come of Age. As letras falam de conflitos adolescentes que têm a ver com o momento atual da banda”

Lorena Dana, site:
Comecei a assistir The Newsroom (acima), na HBO, e estou amando! O ambiente jornalístico do seriado é um pouco surreal, mas os roteiros são muito bem amarrados e têm boas sacadas de humor. Já é a 18ª série que estou acompanhando!”

Tiago Jokura, editor
“Também tô curtindo The Newsroom, série dramática da HBO. Apesar das historinhas de amor paralelas e dos diálogos aceleradíssimos (tipo Gilmore Grils) e inteligentes demais (tipo House), a série manda muito bem ao retratar os bastidores de um telejornal, misturando a trama a fatos reais (como o vazamento de petróleo no golfo do México e as eleições do congresso americano). Nem precisa ser jornalista para curtir”

Babi Brasileiro, designer
“Estou em uma fase ‘paulista’, lendo o novo livro Toda Rê Bordosa, que compila todas as tiras com a personagem do Angeli, e escutando Racionais MCs”

Vinícius Giba, site:

“Estou lendo a HQ Asterios Polyp, do David Mazzucchelli. A história (em tom existencial) é genial e as técnicas usadas pra contá-la são ainda melhores”

Rafael Moody, estagiário de arte
“Depois de ler alguns quadrinhos do Crumb, tô ouvindo muito blues antigo, lá da época em que Robert Johnson fez um pacto com diabo. Dica: ‘Truckin’ My Blues Away’, de Blind Boy Fuller”


Já assistimos a O Espetacular Homem-Aranha! Confira a crítica!

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Marcel Nadale   |    26 de junho de 2012

Quando o diretor Marc Webb e a Sony Pcitures anunciaram o projeto de reiniciar a franquia de Homem-Aranha, alguns anos atrás, os discursos estavam alinhados. O objetivo era tornar o personagem mais moderno. E, em pelo menos três aspectos, eles foram bem-sucedidos.

O primeiro foi a reformulação de Peter Parker. Enquanto Tobey Maguire, na trilogia original, definia uma certa nerdice quase infantiloide exclusivamente com seu olhar crédulo, seu sorriso bobo e seu tom monocórdico, o britânico Andrew Garfield traz um aresenal de caretas e maneirismos. São sorrisos tímidos mal-contidos, gagueiras imprecisas, gestos exagerados. Garfield tem muito mais cara de galã do que Maguire jamais teve, e talvez seu casting tenha sido um acerto. Nesses mais de dez anos que separam Homem-Aranha e O Espetacular Homem-Aranha, a noção do que é ser nerd mudou drasticamente – e ninguém melhor do que um dos fundadores (ficcionais) do Facebook para criar uma versão contemporânea, em que a nerdice anda de skate, não presta atenção na aula e beira o cool.

Toda essa energia cinética nervosa de Parker também está lá quando ele veste a fantasia. Este é o segundo elemento modernizado pela produção. No mano-a-mano com o vilão Lagarto ou com outros criminosos da cidade, este Homem-Aranha é um animal completamente novo: mais ágil, mais rápido e provavelmente com mais truques na manga do que foi visto em toda a trilogia original. Webb foi astuto ao entender que o contato do público atual com o personagem não é pelas HQs, e sim, provavelmente, pela boa safra de games recentes, como Web of Shadows, Shattered Dimensions ou Marvel Vs Capcom 3. Os games foram, afinal, a primeira mídia a realmente coreografar tudo o que o Aranha era capaz de fazer – e quem gastou os dedos com qualquer um desses títulos terá um delicioso dejá vu assistindo a O Espetacular Homem-Aranha. (Uma pena que, nas cenas de ações mais abertas, passeando pelos arranha-céus da cidade, a sensação é só de dejà vu – a terceira dimensão não adiciona nada que Sam Raimi já não havia mostrado antes).

Por fim, o outro grande acerto foi propor uma nova namorada – e colocá-la, desde sempre, em pé de igualdade com o herói. Gwen Stacy (Emma Stone) é tão inteligente quanto ele. Trabalha como estagiária na Oscorp para o Dr. Curtis Connors (o alter-ego do vilão Lagarto) e exerce um papel fundamental no clímax. O Aranha jamais precisa salvá-la: sua função paternal é com a cidade de Nova York. Sobretudo, ao contrário da relação entre Parker e Mary Jane na trilogia original, Gwen demonstra tanto interesse por Peter quanto ele por ela, o que liberta Emma para fazer o cativante toma-lá-dá-cá das comédias românticas que, afinal, é seu ponto forte com atriz. O resultado é um casal com muito mais química do que Maguire e Kirsten Dunst.

Então podemos concluir que o novo filme é melhor que a trilogia original?… Não necessariamente. É irritante, por exemplo, perceber que buracos naquele roteiro de 2001 permanecem exatamente os mesmos em 2012, e ainda surgiram outros. A teia não-orgânica ganhou uma explicação mal ajambrada e todo o imbróglio sobre os pais de Peter não tem razão de ser – a julgar pelo epílogo, sua resolução foi empurrada para a continuação, em 2014. Além disso, o Lagarto não é um vilão marcante e há um enorme problema de ritmo na primeira metade do filme (Webb sabe que todo mundo já viu o Aranha antes, então não sente pressa nenhuma em mostrar o herói antes dos primeiros 50 minutos).

Mas voltemos ao discurso original do diretor e da distribuidora: ninguém falou em fazer um filme melhor, e sim, mais moderno. E, nesse sentido, este Aranha é mesmo um espetacular Homem-Aranha.


Primeira edição de HQ de ilustrador da ME esgota nos EUA

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Marcel Nadale   |    4 de junho de 2012

A gente vive dizendo que a Mundo Estranho tem os melhores ilustradores do mundo – e agora o resto do planeta também tá sacando!

A HQ Grim Leaper, desenhada pelo brazuca Aluísio Cervelle Santos, esgotou sua primeira edição nos EUA um dia depois do lançamento! Chegou às lojas no dia 30 e já tinha sumido dia 31. Aluísio é um veterano da ME. Ele já emprestou seu estilo dinâmico para alguns Retratos Falados e foi nosso parceiro na matéria de capa Códigos Secretos, em junho do ano passado.

“Não imaginávamos que Grim Leaper teria essa repercussão”, afirma o ilustrador. “O norte-americano gosta mesmo é de HQ de super-herói. Tínhamos dúvidas se eles iriam curtir o senso de humor do [roteiristA] Kurtis Wiebe”. A trama é razoavelmente sombria: ela acompanha Lou, um cara que passa por outro corpo toda vez que morre (geralmente, de modo trágico e sangrento).

Aluísio está colhendo elogios a torto e a direito lá fora. “Não acredito que essa revista seria tão memorável sem as contribuições de Aluísio”, ressalta a crítica do site Newsarama, um dos maiores portais de quadrinhos do mundo. “Artista, colorista e letrista, Aluísio é uma verdadeira ‘banda de um homem só’, com seus traços de cartoon e cores eletrizantes fazendo o mundo de Leaper parecer estranho e assustador”.

O cara merece: Aluísio conta que leva cerca de um dia inteiro para terminar uma única página, do rascunho à colorização. “Começo às 10h da manhã e vou terminar lá para a meia-noite”.

A segunda edição de Grim Leaper deve chegar às lojas americanas no dia 27. Pra quem curtiu e não quer esperar até o lançamento no Brasil, dá pra conferir o original pelo aplicativo Comixology, para Android e iOS.