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Qual a diferença entre imperador, rei, sultão e xeque?

IMPERADOR

Monarca soberano, ou seja, que não responde a uma autoridade maior. O termo foi usado pela primeira vez no Império Romano e depois se espalhou por Europa e América. Hoje, o único imperador do mundo é Akihito, do Japão

REI

Tem os mesmos poderes do imperador, com um bônus: autoridade religiosa. Costuma exercer o cargo pela vida toda e pode governar sozinho (monarquia absolutista) ou com um Parlamento (monarquia constitucional)

SULTÃO

O nome vem do árabe e significa “liderança”. Foi usado por egípcios, marroquinos e turco-otomanos, entre outros, para designar governantes soberanos. Hoje, ainda existem sultões em lugares como Malásia e Indonésia

XEQUE

O título significa “ancião” em árabe e é atribuído a quem completa estudos de história, filosofia e cultura islâmicas na faculdade. Nas últimas décadas, seu uso foi ampliado: no golfo Pérsico designa homens influentes e poderosos

PODEROSOS CHEFÕES

Conheça outras categorias de governantes pelo mundo

DITADOR

Líder com autoridade absoluta que chega ao poder legalmente, ou seja, por eleições ou nomeações – como Hitler, em 1933 – ou por golpe de Estado – como Getúlio Vargas, em 1937

PRESIDENTE

É o chefe do poder executivo de um país democrático. Pode ser eleito direta ou indiretamente e comanda o trabalho de ministros, governadores e prefeitos

PRIMEIRO-MINISTRO/ PREMIÊ/CHANCELER

Chefe de governo em países parlamentaristas (o chefe de Estado é simbólico). Exemplo: o Reino Unido tem uma rainha, mas quem manda é o primeiro-ministro.

GRÃO-DUQUE

Título de príncipes soberanos em países como Áustria e Rússia, especialmente a partir de 1500. Pode ser ainda o líder de um grão-ducado – hoje, o único é Luxemburgo, do grão-duque Henri

EMIR

É um título de nobreza islâmico, primeiro ligado a militares e depois a homens poderosos. Cada país usa e um jeito – é até nome próprio! Apenas no Kuwait e no Catar, o emir é o chefe de governo

PAPA

Lidera a igreja católica, é bispo de Roma e comanda o Vaticano, território independente dentro na capital italiana. Ali, o papa manda nas esferas legislativa, executiva e judiciária