



Tudo indica que a expressão surgiu no livro As Mil e Uma Noites, uma compilação de histórias tradicionalmente contadas boca a boca no Oriente Médio, que ganhou sua primeira versão impressa no século 9. Uma das histórias contadas é a do marinheiro Simbad, que, para levar mercadorias a portos distantes, viaja por sete mares. A expressão se tornou comum e ainda hoje é usada pelos navegantes para dividir os oceanos de uma forma um pouquinho diferente da que vemos nos atlas mais comuns: Pacífico Norte, Pacífico Sul, Atlântico Norte, Atlântico Sul, Índico, Ártico e Antártico. Os dois últimos costumam ser considerados partes do Atlântico e não se dividem os principais oceanos em porções norte e sul. Além disso, oceanos e mares não são sinônimos. Os mares são porções de água comportadas em áreas fechadas (os oceanos são abertos) e são muito mais numerosos do que os oceanos: de acordo com a Organização Hidrográfica Internacional, há 61 mares na Terra, como o mar Vermelho (entre a África e a Arábia Saudita) e o Mediterrâneo (entre a África e a Europa). Nessa lista, entram também os golfos e baías, como o golfo Pérsico (no Oriente Médio) e a baía de Hudson (no Canadá). Esse mundaréu de água, somando mares e oceanos, cobre 71% da superfície terrestre.
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