O maior piloto de caças militares de todos os tempos, o alemão Manfred von Richthofen, abateu 80 aviões inimigos de seu país na 1ª Guerra Mundial. Suas principais máquinas de guerra foram o Albatros e o triplano Fokker DR 1, que voava a até 165 km/h. Com ele, Manfred ganhou destaque na Força Aérea Alemã e, quando foi nomeado líder de seu esquadrão, pintou a nave com um vermelho brilhante para ser reconhecido de longe pelos oponentes. Nascia assim o famoso apelido. Ao sobrevoar o norte da França em 1918, o Barão Vermelho se desgarrou da esquadrilha para perseguir um caça inglês e acabou sozinho em território inimigo, sob fogo duplo, vindo do ar e da terra. Os britânicos comemoraram a morte do temido rival, porém sepultaram-no com honras de herói de guerra.
2. Com a briga iniciada nos céus, tropas entrincheiradas dos Aliados - inimigos dos alemães - observam o Barão em perseguição a um de seus caças, pilotado pelo tenente Wilfrid May. Quando o Barão se prepara para atacar, outro Camel, guiado pelo capitão Roy Brown, mergulha para interceptá-lo
3. O Barão Vermelho dispara várias vezes e o canadense Wilfrid May escapa com manobras em ziguezague. Enquanto isso, o Fokker vermelho é abatido por tiros disparados por Roy Brown e pela artilharia terrestre
4. O corpo de Von Richthofen é examinado por uma junta de médicos Aliados. A causa da morte é uma bala vinda das trincheiras. O projétil entrou abaixo da axila direita e subiu pelo peito, causando danos mortais ao coração e aos pulmões
5. A RAF reconhece o inglês Roy Brown como quem derrubou o maior ás da 1ª Guerra, mas o artilheiro australiano Robert Buie reivindica ter feito o disparo. Após uma reconstituição feita em 1998, o verdadeiro autor do tiro é revelado: o australiano Cedric Popkin, que morreu sem saber da proeza
Para ser um ás de guerra, um piloto alemão tinha que derrubar 16 caças - o Barão abateu cinco vezes mais que isso