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TOP 10: Os filmes mais rentáveis da história

Por Marcel Nadale Atualizado em 4 jul 2018, 20h13 - Publicado em 23 mar 2012, 20h02
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Esqueça Titanic e Avatar. Estamos falando dos longas que custaram pouco e retornaram o investimento várias vezes nas bilheterias*.

Hollywood adora uma máquina de fazer dinheiro! Juntos, estes dez títulos tiveram 33 continuações e remakes.

10. Loucuras de Verão

ANO 1973


ORÇAMENTO US$ 777 mil

BILHETERIA US$ 115 milhões

RENDIMENTO 14.800%

Esta nostálgica comédia adolescente, cheia de carrões e sucessos do
 rock dos anos 50 e 60, acompanha quatro amigos em sua última noite antes de irem para a faculdade. O diretor, um iniciante, foi bem inventivo para economizar grana e filmou tudo em 29 dias. O sucesso do longa abriu espaço para seu próximo e ambicioso projeto… Star Wars!

O cineasta era ninguém menos que George Lucas.

9. Rocky, Um Lutador

ANO 1976

ORÇAMENTO
 US$ 1,1 milhão

BILHETERIA 
US$ 225 milhões

RENDIMENTO 20.400%

Sylvester Stallone tinha só US$ 106 no banco quando bolou o roteiro. E, mesmo assim, recusou vendê-lo aos produtores por US$ 350 mil, a não ser que garantissem que ele faria o protagonista. O estúdio distribuidor, que queria um astro mais conhecido, só liberou US$ 1 milhão para o orçamento. Os produtores tiveram que bancar o resto da grana.

8. A Noite dos Mortos- Vivos

ANO 1968

ORÇAMENTO US$ 114 mil

BILHETERIA US$ 30 milhões

RENDIMENTO 26.300%

O maior clássico dos filmes de zumbis causou uma verdadeira “febre” no público na época de seu lançamento – e associou para sempre o diretor George Romero ao gênero. Na época, Romero já era
um expert em fazer filmes baratos. Aqui, ele usou calda de chocolate como sangue e presunto cozido (e até peças de barro!) para simular carne humana. Em 2006, o filme foi relançado em 3D.

7. Super Size Me

ANO 2004

ORÇAMENTO US$ 65 mil

BILHETERIA 
US$ 20 milhões

RENDIMENTO 30.769%

Com o subtítulo A 
Dieta do Palhaço, este documentário mostrava como uma dieta regada
 a McDonald’s afeta drasticamente a saúde.
 O próprio diretor, Morgan Spurlock, foi a cobaia. Dois meses após a estreia, a rede anunciou que não mais venderia combos 
no tamanho “super” – mas alegou que a decisão não tinha relação com
a repercussão do filme.

6. Halloween

ANO 1978

ORÇAMENTO US$ 325 mil

BILHETERIA US$ 107 milhões

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RENDIMENTO 32.900%

A história do psicopata que volta do hospício para matar a irmã no Dia das Bruxas foi feita de forma tão baratinha que até a máscara do vilão era de segunda mão. A equipe usou uma do ator William Shatner, popular na época por causa da série Jornada nas Estrelas. Eles só repintaram a peça, cortaram o cabelo e fizeram novos buracos nos olhos. O cachê da atriz Jamie Lee Curtis (True Lies) foi só de US$ 8 mil! O próprio diretor, John Carpenter, compôs a trilha sonora, em quatro dias.

5. Mad Max

ANO 1979

ORÇAMENTO 
US$ 300 mil

BILHETERIA
 US$ 99 milhões

RENDIMENTO 33.000%

Esta ficção científica sobre um futuro apocalíptico com cheiro de asfalto 
e borracha queimada colocou Mel Gibson e o diretor George Miller (Happy Feet) no mapa. Miller fez um verdadeiro milagre da “multiplicação de carros”: vários veículos eram antigas viaturas de polícia australiana reaproveitadas. Outros foram repintados várias vezes para serem usados em cenas diferentes.

4. O Massacre da Serra Elétrica


ANO 1974

ORÇAMENTO US$ 83 mil

BILHETERIA US$ 30,8 milhões

RENDIMENTO 37.108%

O filme que lançou o gênero “slasher” (aquele com um assassino louco que sai matando os personagens) também foi um fenômeno na época. Foi considerado tão violento que o baniram em países como a Inglaterra e a Austrália. Para algumas das cenas, o diretor Tobe Hooper importou da Índia um esqueleto humano real – era mais barato que um modelo falso feito nos EUA.

3. Tarnation

ANO 2003


ORÇAMENTO US$ 218

BILHETERIA US$ 590 mil

RENDIMENTO 270.600%

Um longa que custou menos que uma câmera de vídeo? É fácil explicar: para criar este documentário sobre sua infância e adolescência ao lado de uma mãe esquizofrênica, o diretor Jonathan Caouette usou só material que já tinha em casa:
filmes domésticos, depoimentos gravados de modo amador, fotos, recados em secretárias eletrônicas… A história, poderosa, rendeu bem nos circuitos de arte.

2. A Bruxa de Blair

ANO 1999


ORÇAMENTO US$ 60 mil

BILHETERIA 
US$ 248 milhões

RENDIMENTO 413.300%

A história dos três cinegrafistas amadores que teriam se perdido em uma floresta enquanto gravavam uma reportagem sobre uma suposta bruxa local lançou o subgênero “terror com documentário fake” – que continua rendendo até hoje, com Apollo 18, O Último Exorcismo e Atividade Paranormal. É uma boa sacada: os próprios atores filmam tudo, economizando o salário dos técnicos

1. Atividade Paranormal

ANO 2009


ORÇAMENTO US$ 15 mil


BILHETERIA US$ 197 milhões

RENDIMENTO 1.313.300%

Barulhos inexplicáveis em sua casa em San Diego inspiraram Oren Peli (na época, um programador de videogame) a rodar este terror sobre um jovem casal assombrado por um espírito maligno. O cara investiu US$ 11 mil do próprio bolso e fez tudo de maneira caseira. Foram apenas sete dias 
de filmagem, sem roteiro, em sua própria casa. Os protagonistas receberam, cada um, míseros US$
500 (para a sorte deles, o contrato também previa uma participação nos lucros). Depois que o filme foi comprado por um distribuidor, Peli recebeu US$ 4 mil extras para rodar um final mais impactante – uma sugestão de um dos primeiros fãs da película… Steven Spielberg!

Fontes Sites Box Office Mojo, The Numbers, BBC, The Numbers e EW

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