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19 detalhes brilhantes que mostram por que Harry Potter é genial

Hoje é o dia dos "19 anos depois", quando os filhos de Harry, Rony e Hermione embarcam no Expresso de Hogwarts para começarem suas aulas

1) Neville não tinha culpa por ir mal em Hogwarts

Nos primeiros 5 livros, Neville é retratado como um bruxo desastrado, que não consegue fazer feitiços direito e está sempre se confundindo. Em A Ordem da Fênix, recebemos uma informação preciosa quando a varinha se quebra e o garoto diz que sua avó irá matá-lo por quebrar a varinha do pai.

Isso muda todo. Conforme sabemos, no universo de Harry Potter, a varinha escolhe o dono. Se a varinha era do pai de Neville, então ela não o escolheu. Quando ele consegue uma varinha própria com Olivaras, passa a ser um bruxo de primeira.

Ou seja: Neville nunca foi um bruxo ruim, era só sua varinha que não colaborava.

2) Sirius Black aparece já no primeiro livro

J.K. Rowling já tinha a saga mapeada na cabeça quando escreveu o primeiro livro e inseriu uma menção a Sirius Black que provavelmente passou batida por muita gente. Até porque, na época, não pareceu importante.

Logo no início de A Pedra Filosofal, Rúbeo Hagrid vai à rua Privet Drive levando o bebê Harry. Ele pilota uma moto voadora e explica ao professor Dumbledore: “Eu a peguei emprestada, senhor. O jovem Sirius Black a emprestou para mim”. Nós, leitores, só conheceríamos Black no terceiro livro, O Prisioneiro de Azkaban.

3) A Professora Trelawney enxergou a Horcrux em Harry

A professora Trelawney, no final das contas, é uma personagem bastante injustiçada. Todo mundo acha que ela é charlatã e erra as previsões, mas ela acertou várias – só que ninguém percebeu.

Em O Prisioneiro de Azkaban, ela diz que Harry nasceu no meio do inverno. Ele lhe responde que nasceu em julho (que é pleno verão no hemisfério norte).

Mas – pasmem – quem nasceu no inverno? Tom Riddle, vulgo Voldemort, veio ao mundo no dia 31 de dezembro. Como Harry era uma horcrux o tempo todo, Trelawney acertou a data de nascimento da parte de Voldemort que habitava no garoto.

4) Dumbledore achou a Sala Precisa antes de Harry

Antes mesmo de Harry encontrar o curioso cômodo, ele ouviu Dumbledore falar sobre ele. Em O Cálice de Fogo, quarto livro da saga, Harry está jantando com os campeões das escolas e com os professores. Dumbledore conta um fato interessante que aconteceu com ele: “Ainda hoje de manhã, a caminho do banheiro, virei para o lado errado e me vi em um aposento de belas proporções, cheio de penicos, que eu nunca vira antes. Quando voltei para investigá-lo mais de perto, descobri que o aposento desaparecera. Mas preciso ficar atento para reencontrá-lo. Talvez só apareça quando quem procura está com a bexiga cheia”. E Harry ainda tem a impressão que o diretor pisca para ele depois de contar isso.

A Sala Precisa só se torna de fato parte da história no quinto livro, A Ordem da Fênix, quando Harry e os colegas precisam de um lugar secreto para treinar a Armada de Dumbledore.

5) As lições de Snape no primeiro livro antecediam eventos futuros

No primeiro dia de aula de Harry em A Pedra Filosofal, Snape resolve incomodá-lo perguntando questões difíceis. A primeira coisa que ele diz é: “Potter, diga-me, o que eu obteria se adicionasse raiz de asfódelo em pó a uma infusão de losna?”. Logo em seguida, ele pergunta: “Potter, onde você procuraria se eu lhe pedisse para encontrar um bezoar?”.

De acordo com a Victorian Flower Language, uma enciclopédia de flores, asfódelo é um tipo de lírio (que em inglês é “lily”, mesmo nome da mãe de Harry) e significa: “meus arrependimentos seguem você até o túmulo”. Já “losna” quer dizer ausência e representa tristeza. Somando as duas coisas, podemos interpretar que Snape estava lamentando a morte de Lílian.

E o bezoar? Em O Enigma do Príncipe, Harry acha um livro de poções com antigas notas escritas nas bordas (feitas pelo próprio Snape!). Elas mencionam que bezoar é um antídoto para venenos. Quando Rony é acidentalmente envenenado mais tarde, Harry se lembra do bezoar e o utiliza para salvar a vida do amigo. A fala de Snape no primeiro livro, de certa forma, faz referência a esses eventos de 6 anos depois.

6) O armário que some apareceu várias vezes

No sexto livro, O Enigma do Príncipe, Harry descobre que Draco Malfoy está usando um Armário Sumidouro na Sala Precisa para conectar Hogwarts a um Armário Sumidouro em outro local. Mas esses tais armários já tinham aparecido antes.

Em A Câmara Secreta, segundo livro da série, Harry vai parar sem querer na Travessa do Tranco. Ele está em uma loja, a Borgin e Burkes, quando os Malfoy entram no local. Harry busca esconderijo em um desses armários, que estava por lá. Já em A Ordem da Fênix, Fred e Jorge Weasley prendem o sonserino Montague em um armário – e ele diz que conseguiu ouvir coisas que aconteciam em Hogwarts e também na Borgin e Burkes – era, portanto, um dos Armários Sumidouros.

7) O Medalhão de Slytherin é encontrado por Harry no quinto livro

Uma das horcruxes, o Medalhão de Slytherin, havia sido guardado em uma caverna. De lá, foi recuperado por Regulus Black e seu elfo doméstico Monstro. Regulus morreu na missão, mas Monstro voltou para a Casa dos Black com o artefato.

Em A Ordem da Fênix, Harry, Rony e Hermione estão na casa porque ela abriga a Ordem da Fênix. Eles limpam o lugar sob ordens de Molly Weasley. Acabam achando um armário cheio de bugigangas, incluindo “um pesado medalhão que nenhum deles conseguiu abrir”. Era o Medalhão de Slytherin! Sem saber, Harry teve à sua frente, sem nenhuma dificuldade, uma das horcruxes.

8) O diadema de Ravenclaw também aparece de forma acidental

Assim como o Medalhão, o diadema também apareceu mais cedo na série de livros. Em O Enigma do Príncipe, Harry esconde seu livro de poções na Sala Precisa debaixo do busto de um bruxo feio. Na cabeça desse bruxo, Harry coloca uma peruca empoeirada e “uma tiara manchada… para torná-lo mais distinto”.

9) A maldição do 13 e a morte de Dumbledore

Em O Prisioneiro de Azkaban, a professora Trelawney se recusa a se sentar à mesa de jantar para a ceia de Natal. Ela avisa a Dumbledore: “Eu não me atrevo, diretor! Se eu me sentar, seremos 13! Nada dá mais azar! Nunca se esqueça de que, quando 13 jantam juntos, a primeira pessoa a levantar será a primeira a morrer”.

Rony Weasley estava sentado à mesa e – muito provavelmente – tinha o rato Perebas no bolso. Depois, descobrimos que o bicho era, na verdade, o animago Pedro Pettigrew. Eles já eram, portanto, 13 jantando juntos. E Dumbledore levantou primeiro (justamente para convidar Trelawney à mesa). Ele é o primeiro daquele grupo de pessoas a morrer.

Tem mais: em A Ordem da Fênix, Sirius é o primeiro a se levantar em uma mesa onde jantam 13 pessoas. Ele morre no mesmo livro. E no último livro, As Relíquias da Morte, 13 pessoas conseguem ir à Toca após a Batalha dos 7 Potters. Lupin é o primeiro a se levantar, oferecendo-se para procurar o corpo de Alastor Moody. Depois, ele é o primeiro a morrer na Batalha de Hogwarts.

10) A história de Snape e Lílian é insinuada já no quinto livro

Quando Harry e Duda são atacados por dementadores, em A Ordem da Fênix, o protagonista não consegue explicar bem ao tio Válter o que são as criaturas. “Elas guardam a prisão de Azkaban”, responde tia Petúnia prontamente, cobrindo, logo em seguida, a boca com as mãos, como se houvesse dito algo terrível.

Quando Válter pergunta como ela sabe disso, a mulher responde “Eu ouvi aquele menino horrível contando isso para ela, há anos”. Harry assume – e nós também – que “o menino horrível” é seu pai, Tiago. Mas, no flashback que aparece em As Relíquias da Morte, ficamos sabendo que o garoto é Severo Snape, que era amigo de Lilian quando pequeno.

11) Aberforth, o informante

Voldemort pede um emprego como professor a Alvo Dumbledore, conforme Harry vê nas memórias do diretor em O Enigma do Príncipe. Dumbledore recusa a vaga e alega que já sabe sobre os Comensais da Morte. O vilão fica furioso e diz que Dumbledore está “mais onisciente do que nunca”.

“Não, não”, ele responde. “Sou só amigo do barman local”. Em As Relíquias da Morte, descobrimos quem é o tal barman: Aberforth, irmão de Dumbledore.

12) Harry e Rony preveem acidentalmente os acontecimentos de O Cálice de Fogo

Em um dever para a aula de Adivinhação, os amigos resolvem inventar suas previsões para acabar logo com isso. Eles inventam que Harry estará em perigo de se queimar, que perderá uma posse preciosa, que será traído por alguém que achava ser seu amigo e que voltará pior de uma luta.

Tais previsões fazem referência, respectivamente, à tarefa contra o dragão, ao “rapto” dos amigos de cada campeão na segunda tarefa, à verdadeira identidade do Professor “Olho-Tonto” Moody e ao confronto contra Voldemort.

13) Os patronos de Rony e Hermione possuem uma curiosa relação

Em uma cena de As Relíquias da Morte, Harry observa que Rony e Hermione dormiram de mãos dadas. O patrono de Hermione é uma lontra, animal que costuma dormir dessa maneira com outras lontras. E tem mais: o patrono de Rony é um cachorro terrier, conhecido por caçar lontras.

14) Os patronos dos bruxos mudam por causa do amor

Este poderoso feitiço muda conforme nossas emoções. O de Snape muda para uma corsa (o patrono de Lilian Potter) depois da morte da mãe de Harry. O patrono de Tonks, que originalmente era uma lebre, muda para um lobo após ela se apaixonar por Lupin.

Mas o feitiço também muda com o amor fraternal. Após a morte do irmão, Fred, Jorge nunca mais conseguiu conjurar um patrono.

15) Dumbledore sabia desde O Cálice de Fogo que Voldemort não poderia matar Harry

Em uma passagem do quarto livro, Harry, após contar que Voldemort havia usado o seu sangue para ressurgir, vê um semblante de triunfo no olhar de Dumbledore. A esse ponto, essa reação de Dumbledore não parece fazer sentido para nós, leitores.

Mas nós descobrimos a verdade três livros depois, em As Relíquias da Morte, na conversa entre os dois em King’s Cross. Harry pergunta como é possível ele ter sobrevivido à Maldição da Morte. Dumbledore pede a ele para se lembrar do que Voldemort havia feito.

Após refletir, Harry conclui o que o diretor já sabia: o Lorde das Trevas, ao usar o sangue do bruxinho, não poderia mais matá-lo.

16) O que Harry ouve quando encontra os Dementadores não são suas memórias

Toda vez que o nosso herói encontra essas criaturas, ele ouve os gritos de seus pais antes de morrerem. Horrível, não? Mas, parando para pensar, não teria como ele se lembrar daquela noite, já que ele era apenas um bebê.

Isso nos leva a crer que, uma vez que Harry carregava um pedaço da alma de Voldemort consigo, ele revivia a pior lembrança do vilão: o momento em que ele é quase derrotado.

17) A recompensa de Dumbledore dada a Neville tem a ver com o passado do diretor

No final de A Pedra Filosofal, Dumbledore concede 10 pontos a Neville Longbottom, pois, nas palavras do bruxo, “é preciso muita coragem para se colocar de frente dos nossos inimigos, e mais ainda para se colocar de frente dos nossos amigos”. No final da saga, vemos que essa é exatamente a mesma decisão tomada por ele ao enfrentar Grindelwald.

18) Neville realmente pertencia à Grifinória

Várias vezes durante a saga, Neville se mostra preocupado com o fato de que o Chapéu Seletor talvez tenha errado e o colocado na casa indevida. Seria ele indigno de ser da Grifinória? No último livro, porém, essa dúvida acaba quando Neville usa a espada de Gryffindor para matar Nagini. Conforme dito em A Câmara Secreta, só um verdadeiro membro da Grifinória poderia brandir a espada.

19) A coruja de Draco era usada para mandar informações a Voldemort

No primeiro livro, é dito que Draco possui uma coruja bufo-real, ou seja, a maior espécie de coruja existente. Ela traz doces e presentes dos pais para o garoto mimado.

Em O Cálice de Fogo, Harry vai ao corujal e vê uma bufo-real voando para longe da escola. Mais tarde, ele sonha consigo mesmo voando nas costas de uma bufo-real e levando uma mensagem para Voldemort. É bem provável que a coruja que Harry viu voando para longe seja a coruja de Draco e que ela estivesse enviando mensagens de Bartô Crouch Jr. (infiltrado na escola como Moody) para Voldemort.

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