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Como é feito o ritual de encantamento de serpentes?

1- Comum na Índia, em outros países orientais e até no Norte da África, o encantamento de serpentes rola no meio da rua. O encantador escolhe um lugar movimentado e senta-se diante de um cesto que guarda a cobra – geralmente uma naja, que é mais vistosa 2- Com o cesto tampado, mas bem ventilado, […]

Por Tiago Jokura Atualizado em 4 jul 2018, 20h18 - Publicado em 4 fev 2010, 16h14

1- Comum na Índia, em outros países orientais e até no Norte da África, o encantamento de serpentes rola no meio da rua. O encantador escolhe um lugar movimentado e senta-se diante de um cesto que guarda a cobra – geralmente uma naja, que é mais vistosa

2- Com o cesto tampado, mas bem ventilado, a cobra fica em repouso no escurinho. Quando o encantador abre o cesto, ela se ergue para checar o que está acontecendo. Ao ver a flauta, assume sua posição natural de defesa, ficando com até um terço do corpo na vertical

3- Depois que a naja sobe, começa o carnaval. A flauta é tocada só para enganar a plateia, já que a serpente, surdinha, segue os movimentos, a fim de se defender. Para garantir o show, alguns encantadores passam urina de rato na ponta da flauta, estimulando o olfato da cobra

4- Se a cobra dá um bote – o que é raro acontecer -, a flauta vira escudo e o animal se machuca ao mordê-la. Conforme isso se repete na fase de adestramento, a cobra para de avançar

5- Com a naja devidamente “encantada”, é hora de manobras ousadas, como beijar a cabeça do animal. O segredo é chegar por cima, já que ela só dá o bote para baixo

6- Para recolher o animal, basta diminuir os movimentos da flauta – para amansar a cobra – e o volume do som – para enganar os pedestres e descolar uns trocados…

Outra medida de segurança é manter uma distância que supere um terço do comprimento da cobra

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