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Como se tornar um “paramédico”?

Aqui no Brasil, os paramédicos dos filmes americanos são chamados de resgatistas ou socorristas. Diversos profissionais podem trabalhar nessa área, de médicos a auxiliares de enfermagem. Com urgência, conheça uma profissão que pode salvá-lo da indecisão sobre sua carreira. FORMAÇÃO Graduação e pós-graduação: faculdades de medicina ou enfermagem Outros cursos: cursos não superiores para auxiliares […]

Por Helena Arnoni Atualizado em 4 jul 2018, 20h22 - Publicado em 18 abr 2011, 18h48

Aqui no Brasil, os paramédicos dos filmes americanos são chamados de resgatistas ou socorristas. Diversos profissionais podem trabalhar nessa área, de médicos a auxiliares de enfermagem. Com urgência, conheça uma profissão que pode salvá-lo da indecisão sobre sua carreira.

FORMAÇÃO

Graduação e pós-graduação: faculdades de medicina ou enfermagem

Outros cursos: cursos não superiores para auxiliares e técnicos em enfermagem ou voltados para militares do Corpo de Bombeiros também permitem o trabalho no setor de resgate

O que se aprende: reconhecer riscos de paradas respiratórias, tratamentos para as principais emergências cardiovasculares, uso de desfibriladores, técnicas de remoção…

TRABALHO

Área de atuação: dá para trabalhar nas equipes do Samu (uma rede de atendimento pré-hospitalar criada pelo governo federal), em serviços de atendimento emergencial em rodovias, em empresas privadas de remoção de pacientes, em prontos-socorros de hospitais e nas equipes de resgate do Corpo de Bombeiros

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Dia-a-dia: varia conforme a área de atuação e a formação do socorrista. Os plantões dos médicos dessa especialidade, por exemplo, são de 12 ou 24 horas. Já enfermeiros trabalham 12 horas e folgam outras 36

Situação do mercado: é um ramo promissor porque o número de equipes de resgate ainda é pequeno. A tendência é que surjam vagas em todas as áreas, dos serviços em prontos-socorros aos atendimentos pré-hospitalares

O que vale mais a pena: “Não existe nada mais gratificante que ajudar uma pessoa no momento em que ela mais precisa”, diz o médico Antonio Onimaru, da coordenação geral de urgência e emergência do Ministério da Saúde

Por que pensar duas vezes: o profissional tem de conviver com a morte constantemente e saber lidar com ela e com a dor da família das vítimas

REMUNERAÇÃO

Salário:

mais que o tempo na função, os salários variam de acordo com a formação de cada socorrista. Um médico que trabalha 24 horas semanais recebe cerca de 3 mil reais por mês; um enfermeiro com jornada de 36 horas semanais ganha por volta de 2,5 mil reais

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