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O que significam http, www, com e br?

Por Julia Moióli Atualizado em 4 jul 2018, 20h14 - Publicado em 25 Maio 2015, 18h15
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Pergunta da leitora – Poema Modesto de Lourenço, Belo Horizonte, MG

http://www.mundoestranho.abril.com.br

http://

É a sigla, em inglês, para protocolo de transferência de hipertexto. Trata-se do padrão adotado mundialmente para transmitir conteúdo em um formato que pode incluir imagem, texto e links. A sigla https refere-se a uma versão mais segura, com dados encriptados

www.

É a abreviação de world wide web, ou rede com amplitude mundial. Esse é o sistema por onde circulam as informações em hipertexto. É formado por milhões de sites e computadores conectados

.com

Abreviação de comercial. Indica que a organização dona daquele site ou e-mail tem fins comerciais – é o caso da maioria das empresas. No Reino Unido, usa-se apenas “co”

.br

Mostra que o domínio do site é no Brasil. Essa sigla final varia conforme o país (vide boxe). Não existe nos sites dos EUA, porque, no início da era virtual, o país era o único com internet

Quem te viu, quem TV

O domínio .tv, usado por sites sobre TV, seriados etc., pertence a Tuvalu – arquipélago asiático que recebe US$ 2 milhões anuais pela concessão até 2021

Ao redor do mundo

Outros indicadores de domínios

.uk

Reino Unido (em inglês, United Kingdom)

.de

Alemanha (em alemão, Deutschland)

.nl

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Países Baixos (em holandês, Nederland)

.py

Paraguai (em espanhol, Paraguay)

.au

Austrália

.at

Áustria

.il

Israel

.ca

Canadá

Sem o “com”

Algumas siglas que definem sites não comerciais

.edu: entidades educacionais

.gov: sites do governo

.org: organizações não comerciais

.mil: sites militares

.int: organizações intergovernamentais

.net: originalmente, usado por provedores de internet. Hoje, é uma alternativa quando o endereço finalizado em “.com” já existe

FONTES Prodeb, Universidade Federal da Bahia, Unicamp, Georgia State University (EUA) e site BBC consultoria João Carlos Lopes Fernandes, professor do curso de engenharia de computação do Instituto Mauá de Tecnologia, e Renata Galante, professora do Instituto de Informática da UFRGS

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