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Por que se usam letras para classificar pilhas?

Essa identificação indica os tamanhos de cada uma delas. “De início, as letras eram uma notação usada apenas entre os especialistas para dar uma idéia do comprimento, do diâmetro e do formato da pilha”, afirma o químico José Maurício Rosalen, da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto (SP). Com o tempo, o procedimento […]

Por Redação Mundo Estranho Atualizado em 4 jul 2018, 20h16 - Publicado em 18 abr 2011, 18h51

Essa identificação indica os tamanhos de cada uma delas. “De início, as letras eram uma notação usada apenas entre os especialistas para dar uma idéia do comprimento, do diâmetro e do formato da pilha”, afirma o químico José Maurício Rosalen, da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto (SP). Com o tempo, o procedimento acabou sendo aceito pelo American National Standards Institute (ANSI), a instituição que cuida de normas técnicas nos Estados Unidos, e se tornou popular para classificar as pilhas que usamos em casa. A primeira a surgir foi a bateria usada em lanternas pequenas. “Ela foi chamada arbitrariamente de C. Depois, quando surgiu uma pilha para lanternas maiores, ela foi batizada com a letra seguinte no alfabeto, o D”, diz outro químico, Henrique Eisi Toma, também da USP.

Com a diminuição do tamanho dos aparelhos, as pilhas menores foram batizadas de A. Ficou definido que ela mediria 17 milímetros de diâmetro e 50 de comprimento. “Depois, a cada redução de tamanho, ocorreu uma repetição da letra. O modelo AA, a pilha pequena utilizada em radinhos e walkmans, tem 14,2 por 50 milímetros. Já a pilha palito, a AAA dos controles remotos, mede 10,5 por 44,5 milímetros”, afirma Henrique. Você pode estar se perguntando: existe alguma pilha B? Não! Como os fabricantes não seguiram à risca a seqüência do alfabeto na denominação das baterias, essa letra foi deixada de lado nesse batismo elétrico.

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