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Um apocalipse zumbi pode acontecer?

Sim! Confira seis situações que podem deixar nosso mundo igual ao de The Walking Dead

Por Pieter Zalis - Atualizado em 4 jul 2018, 20h11 - Publicado em 24 Maio 2013, 18h00

Sim! Mas não igual aos dos filmes. Os “apocalipses zumbi” cogitados pela ciência são, na verdade, situações em que muitos vivos estariam com a mesma doença ou moléstia. O comportamento deles não seria necessariamente igual ao da ficção, mas nem por isso menos assustador. E não é paranoia: EUA e Canadá já possuem cartilhas de orientação para o caso de apocalipse zumbi. Em todas as hipóteses possíveis, a chance de infecção generalizada é grande. Vá se preparando.

FAÇA O TESTE: VOCÊ SOBREVIVERIA A UM APOCALIPSE ZUMBI?

A VINDA DOS MORTOS-VIVOS

Vírus, drogas e até nanorrobôs: caminhamos para a zumbificação mais rápido do que você pensa…

COISA DA SUA CABEÇA

ORIGEM: Protozoário

CHANCE DE ROLAR: 4/5

Transmissível por sangue, o Toxoplasma gondii é um protozoário capaz de controlar o cérebro de ratos, podendo causar mudanças de comportamento. Como o cérebro humano é parecido com o dos ratos, bastaria uma mutação do protozoário (algo corriqueiro na genética) para que virássemos um bando de dementes. Duvida? Pois saiba que, atualmente, a versão comum do bichinho já está no corpo de metade da população mundial

PIOR QUE A CRACOLÂNDIA

ORIGEM: Drogas

CHANCE DE ROLAR: 3/5

“Sais de banho” são uma droga barata, inalável e ingerível, que causa pânico, paranoia e comportamento violento. Em 2012, sob efeito dela, um norte-americano de Nova Jersey começou a jogar parte do seu intestino em policiais. Outro comeu seu cachorro de estimação e um terceiro mordeu o rosto de um vizinho. E, sim, os efeitos podem ser permanentes

ATAQUE DOS CIBORGUES ZUMBIS

ORIGEM: Célula morta-viva

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CHANCE DE ROLAR: 4/5

Cientistas da Universidade do Novo México, EUA, criaram uma célula zumbi mais forte que as células vivas. Após a morte, ela não apenas seguiu com suas funções, mas as realizou com mais eficiência. Cientistas querem usar a experiência em nanotecnologia, o que é meio caminho andado para uma mistura de apocalipse zumbi e rebelião das máquinas

O AGENTE DO CAOS

ORIGEM: Proteína transmissível pelo sangue

CHANCE DE ROLAR: 5/5

Os sintomas da doença de Creutzfeldt-Jakob são familiares: delírios, músculos contorcidos, andanças sem coordenação motora… Apesar de rara, a moléstia é transmitida via sangue e o agente responsável tem alta capacidade de mutação. Isso pode tornar a doença mais facilmente transmissível, como já acontece com outra causada por ele: o mal da vaca louca

INIMIGO ÍNTIMO

ORIGEM: Vírus no DNA

CHANCE DE ROLAR: 1/5

O genoma humano contém um vírus morto chamado Borna – descoberta feita por cientistas da Universidade de Osaka, no Japão. Quando aplicado em outras espécies, ele causa problemas: os cavalos infectados, por exemplo, ficam malucos, agressivos e suicidas. A pergunta que os cientistas fazem é: será que ele pode, um dia, ter o mesmo efeito nos humanos?

EU, ROBÔ

ORIGEM: Nanorrobôs

CHANCE DE ROLAR: 2/5

A nanotecnologia já é uma realidade na medicina e pesquisas mostram que os robozinhos permanecem ativos até um mês após a morte da pessoa. Cientistas agora planejam utilizar nanorrobôs para regenerar o cérebro de pacientes. Com o avanço da inteligência artificial, não seria impossível que eles tomassem conta do cérebro e comandassem o morto por aí

Fontes Centro de Controle de Desastres e Prevenção dos EUA, Universidade de Michigan, Zombie Research Society, livro O Guia de Sobrevivência aos Zumbis – Proteção Total contra Mortos-Vivos, de Max Brooks, e artigo When Zombies Attack!: Mathematical Modelling of an Outbreak of Zombie Infection (vários autores)

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