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O príncipe William é o Anticristo?

Há quem diga que tudo na vida do jovem herdeiro é calculado para que ele vire o rei do mundo

(André Toma/Mundo Estranho)

1. Segundo profecias bíblicas, o anticristo seria alguém que pretende ocupar o lugar de Cristo, opondo-se a ele. Carismático, ele traria paz e união a princípio, mas depois levaria o planeta à 3ª Guerra Mundial. Para os conspiradores, o primogênito de Charles e Diana seria essa pessoa, criado de propósito pela Nova Ordem Mundial para cumprir a função. Mas como?

2. Segundo genealogistas que creem na conspiração, William tem ascendência duplamente sagrada (como deveria ser o antimessias). Por parte de pai, o príncipe seria descendente direto do rei Davi e, por parte de mãe, do próprio Jesus Cristo. Diana Spencer, a Lady Di, pertencente à casa dos Stuart, teria ascendência merovíngia, ou seja, faria parte da linhagem dos herdeiros de Jesus e Maria

3. O príncipe nasceu no dia 21 de junho, equinócio de verão no Hemisfério Norte e noite de um eclipse solar – ocasiões importantes para o universo ocultista. O ano, 1982, seria porque William precisava completar 30 anos (idade em que Cristo começou seu ministério) em 2012, suposta data do fim do mundo. O fato de o parto ter sido induzido (conforme Diana admitiu anos depois) aumenta a suspeita de que a data não foi mera coincidência

4. Em 2009, o príncipe Charles e a rainha anunciaram planos de submeter o príncipe a um estágio de dois anos para aprender a ser rei. Para os conspiradores, essa é mais uma evidência de que William estaria, na verdade, sendo preparado para exercer o papel de anticristo, o “homem do pecado”

5. Em 2008, William tornou-se o membro número 1.000 da Ordem da Jarreteira, uma honraria britânica. Para os conspirólogos, essa seria a mais importante ordem de cavalaria dos Illuminati. Apenas pessoas “iluminadas” pelos rituais maçônicos e de outras sociedades secretas poderiam entrar. Na Ordem, eles seriam preparados para se tornarem os “Aperfeiçoados”, capazes de levar as nações à Nova Ordem Mundial

6. Kate Middleton também não seria uma simples plebeia, mas, sim, uma prima distante de William, preparada desde a infância para se casar com ele. O pai de Kate teria ancestrais comuns a Lady Di, comprovando que a realeza preza pela manutenção da linhagem. Há suspeitas ainda de que o filho dos dois se chame George Alexander Louis porque o nome é uma junção de três importantes membros Illuminati

7. Segundo os conspiradores, a maior função do anticristo será combater a crise econômica, implantando um largo sistema de integração financeira, o 666, sistema de compra e venda que substituirá o dinheiro em espécie. Controlando a economia e quem pode comprar e vender, ele também controlará o mundo

8. O CASO DA CONCHA

O brasão de Cavaleiro da Ordem Jarreteira de William incorpora o emblema da família da mãe, uma concha vermelha. Segundo os conspirólogos, a concha, na tradição ocultista, seria o símbolo de Lúcifer. Desde a antiguidade, a concha também é associada ao sagrado feminino e à Virgem Maria, que abrigou Jesus Cristo em seu útero da mesma forma que a concha produz a pérola

Por outro lado…

Até agora, nenhum sinal de que William vai dominar o mundo

– Remexendo a linhagem, dá para achar conexões até com Vlad, o Impalador. Mas não há evidências de que Charles descenda do rei Davi nem de que Diana descenda dos merovíngios. E, mesmo que seja o caso, o entendimento de que os merovíngios descendem de Cristo é fruto de uma obra de ficção escrita no século 20

– William realmente nasceu no dia 21 de junho de 1982 e a princesa de fato induziu o parto. Em seu livro, Diana Her True Story in Her Own Words, o jornalista inglês Andrew Morton, amigo de Lady Di, diz que a princesa fez isso porque não conseguia mais lidar com a pressão da imprensa

– Em 2008, William realmente entrou para a Ordem da Jarreteira. Fundada em 1348 pelo rei Eduardo III, ela é, oficialmente, apenas uma honraria da cavalaria britânica, entre várias

– Kate Middleton e William são mesmo primos em 15o grau, ligados pela família Fairfax no século 16

– Segundo o jornal Daily Mail, a rainha Elizabeth II e seu filho, Charles, realmente submeteram o príncipe William a um treinamento inédito para torná-lo rei entre 2009 e 2011. Mas foram apenas tarefas governamentais: William teve de trabalhar em diferentes departamentos para ter uma melhor ideia de como o governo funciona

FONTES Livro Diana Her True Story in Her Own Words, de Andrew Morton; sites Daily Mail, Telegraph e Before It’s News

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