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Como é a anatomia de um Dalek, de Doctor Who?

Dissecamos a fisiologia dos alienígenas do planeta Skaro, os maiores antagonistas dos Doctors

 Dalek abre ILUSTRAS: Kiko Mauriz

No ano de 1999 o termo Dalek entrou para o Oxford English Dictionary, talvez o mais conceituado dicionário da língua inglesa. A presença de uma das raças de criaturas mais excêntricas do mundo da fantasia e ficção científica em um dos livros de maior prestígio do mundo resume o impacto da existência de Doctor Who na cultura britânica.Após 34 temporadas, o seriado britânico começa a fazer sucesso no Brasil, contando as aventuras do Senhor do Tempo do planeta Gallifrey. Para que você possa entender um pouco melhor desse culto, dissecamos a fisiologia dos alienígenas do planeta Skaro (ou Daleks, para os mais íntimos), os maiores antagonistas dos Doctors.

Como surgiram os Daleks?

Nos anos finais da milenar guerra entre Thals e Kaleds, o cientista Davros modificou geneticamente sua própria raça, os Kaleds. Ele integrou sua espécie a um tanque robótico e removeu de todo seu povo a capacidade de sentir pena, compaixão ou remorso. Logo, os Daleks passaram a se ver como a raça suprema do Universo, com o objetivo de dominar e exterminar tudo o que fosse diferente deles.

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1. Um olho basta

A cabeça de um Dalek é capaz de girar 360 graus e nela fica instalado o único olho do mutante cibernético. A lente grande-angular captura imagens de forma a fazer inveja a uma Go-Pro e envia as informações para a câmara central.

2. Proteção nervosa

Os discos insulares ficam localizados atrás dos olhos do Dalek. Eles são o mecanismo de proteção dos nervos ópticos dos guerreiros de Skaro. Protegem principalmente de raios cósmicos e são essenciais para viagens espaciais.

3. Melhor que meditação

Localizados na cabeça, os dispersores liberam as energias armazenadas nas células dos alienígenas. Os Daleks precisam dessa estrutura para liberar suas tensões em momentos de raiva.

4. Tecla SAP

No centro da parte interna da cabeça do Dalek fica a estrutura que permite a interação dos aliens com outros seres vivos. Sem cordas vocais ou ouvidos, eles precisam da unidade tradutora para entender o que está sendo dito ao redor.

5. Memória holográfica

Toda espécie de luz ou onda sonora é registrada pelas telas de registro hipersensíveis. Formam a memória do alien e servem também para projetar ideias e lembranças da forma mais fiel possível à realidade.

6. Reação automática

Provavelmente, trata-se da estrutura mais característica dos Daleks. O computador de guerra tem registradas todas as ações e reações possíveis para um momento de perigo ou durante um combate.

7. Questão de pele

O invólucro externo é a estrutura equivalente à da pele dos humanos. É feita de Dalekenium, um metal dez vezes mais forte que o aço, mas quatro vezes mais leve que o alumínio.

8. Boa pegada

O braço manipulador permite aos Daleks pegar e conduzir objetos. Com um copo de sucção em sua extremidade, ele produz uma imensa força causada pelo vácuo, permitindo que as criaturas sejam capazes de suportar pesos enormes.

9. Central de risco

Talvez a parte mais perigosa dos Daleks, a arma explosiva fica na parte central do corpo dos alienígenas. Está conectada a uma câmara interna, capaz de gerar descargas elétricas na mesma potência de um relâmpago.

10. Área de comando

O coração do Dalek, a câmara de controle é o local por onde os mutantes Kaled operam a máquina de combate. Todas as telas, armas e painéis estão conectados a essa estrutura central.

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11. Sensores de tudo

Os 52 globos sensoriais presentes em toda estrutura inferior dos Daleks reagem às condições ambientais. Acumulam e repassam dados relacionados a temperatura, movimento e presença de vida para a Câmara de Controle.

12. Leveza interior

Exploradores galácticos, os Daleks têm compensadores de gravidade, que mantêm a estabilidade interna de seu corpo independentemente do planeta em que as criaturas estiverem.

13. Pelas paredes

Os Daleks contam com o Attractavon, um imã de força muito além das compreensões humanas. Ele permite, por exemplo, que as criaturas consigam caminhar em paredes ou em tetos com a mesma facilidade com a qual nós, humanos, nos movimentamos no chão.

14. Esfera GPS

O chão de Skaro é revestido por metais e carregado de eletricidade. Capaz de armazenar energia, a circunferência geradora de movimento determina o sentido de movimentação dos Daleks, na velocidade que eles determinarem.

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